Cesar Michelin compartilhou sobre esse termo e recomendou leituras como essa. Palavras dele:
> Tsundoku é um termo em japonês que se refere ao hábito de comprar livros, empilhá-los e nem sempre os ler de fato.
> Algumas pessoas interessantes, como Nassim Taleb, Irene Vallejo e Umberto Eco, deixaram frases curiosas a respeito:
> O valor de uma biblioteca pessoal está justamente no potencial de leitura ainda por realizar, nas conexões inesperadas entre obras aleatórias.
> Quanto mais você sabe, maiores devem ser suas fileiras de livros não lidos. Essa seria sua “antibiblioteca”.
> Comprar livros é uma forma de afirmar a esperança que viveremos o suficiente para ler tudo que nos interessa. Uma ilusão, claro. Mas uma forma de otimismo.
Se meu Kindle tem mais de seiscentos ebooks, pode ser um "tsunamidoku"?"
Diz o Paul McNally aqui:
> The alternative to all of this is the (already before today) mightily impressive PCSX2 emulator, which over the years has come so far and can now pretty much play anything you throw at it with a few caveats here and there.
Agora só preciso de férias pra testar isso - provavelmente, quando tiver tempo, vai ficar ainda mais fácil emular PS2 num computador.
Esse breve texto da Cristina Tardáguila deveria servir de forma geral. Não apenas para esse evento específico.
> Verifique a fonte da informação: ao receber um conteúdo sobre o atentado — ou se deparar com ele na sua timeline — busque a origem dessa informação, verificando se há identificação da pessoa, organização ou do veículo jornalístico responsável por ela.
Mesmo assim, alguém vai dizer que o site "Brasil Obtuso" é uma fonte confiável. Mas enfim.
> Não incentive a polarização: evite compartilhar informações que incentivam o discurso do “nós contra eles”. Esse discurso inviabiliza o debate saudável e o estabelecimento de pontos em comum em uma discussão.
Estamos perdendo a capacidade de dialogar. E as plataformas se beneficiam demais com esse discurso.
> Pratique o ceticismo saudável: ao se deparar com uma informação sobre o caso, não a tome como verdadeira por princípio. Desconfie e faça o processo de verificação de fontes antes de compartilhar.
Ceticismo saudável vai ser o nome da minha banda.
> Não compartilhe imagens explícitas: em situações como essa, é comum que imagens explícitas, como aquelas que contém sangue, corpos ou outras marcas gráficas de violência, tomem conta das redes sociais.
Precisa combinar com quem usa cliques como métrica.
Rewild, em inglês, tem a ver com "retornar a um estado selvagem, natural".
É uma metáfora emprestada da biologia (talvez), onde a complexidade e diversidade de uma floresta foram substituídas pelo pop do agro, entre outras práticas tecnológicas. Excelentes para os indicadores de produtividade e finanças mas péssimos em outros contextos.
O artigo de Maria Farrel e Robin Berjon segue com essa linha do tempo, lembrando como era a Web antes da ocupação das big techs (Google, Amazon, Microsoft e Meta). Com elas, a "floresta" da rede tornou-se simplificada em excesso e teve sua infraestrutura concentrada em silos e áreas muradas.
Se diversidade é essencial para a resiliência dos ecossistemas, alguma ação coletiva é necessária.
Traz ainda uma citação de Ursula K. Le Guin, escritora norte-americana conhecida por textos de ficção: "The word for world is forest".
É um artigo para assinantes. Mas fundamental. Critica de forma embasada a publicação que botou psicanálise no balaio da "pseudociência".
Diz o artigo:
"Esse erro de perspectiva parece ter ocorrido no livro em questão. Em parte, isso decorre de um problema real. Acompanhar muitas áreas, assim como falar (bem) muitas línguas é muito difícil. A tentação a "forçar o outro a falar a sua língua" é proporcional a abstrair sua versão das regras do jogo."
Mais tarde incluo comentários sobre esse artigo do Robert Rose.
Uma ideia de Kosar Moghanian para envolver times de experiência ao definir termos para um produto. O processo é simples:
> Explain in a paragraph: Write a paragraph or even more to explain the concept to your users.
> Explain in single sentences: Now that you have written a thorough explanation, try to write shorter ones. Write as many single sentences as you can. Each sentence must explain all of the most important points of the concept.
> Mark the keywords: Search for keywords in each of your sentences.
Trim and reform: With a look at the keywords, try to shorten and reform the sentences. Turn them into your desired format whether it’s a CTA or an error message.
> Vote and discuss to find the best 3 items from step 4.
A autora, Autumn Kotsiuba, define CCA (Copy Competitive Analysis) como uma espécie de pesquisa por estruturas em produtos parecidos - é um outro jeito de chamar "benchmarking".
É uma prática interessante para estudar termos comuns ao mesmo mercado, comparar hierarquia de informação, tom e voz.
> Plagiarism and straight-up copying is never okay. What is okay is keeping a pulse on the market’s language and structure.
Minha memória é transportada diretamente para a praia do Chapéu Virado e para o bloco carnavalesco do PIRIQUITÃO sempre que a canção Thanana Nanana surge a partir de uma breve viagem a Mosqueiro, um canto gostosinho do Pará.
Lendas nunca morrem, Mike.
Esse relato do Roberto Strabelli nos ajuda a entender porque existem cada vez menos textões em blogs, discussões em fóruns, entre outras trocas de ideias saborosas do passado. Elas foram engolidas pelas distrações.
> Para o simples escritor de antes, o bloqueio criativo, a indisciplina e a divagação tinham causas que nasciam fora da sua mesa de trabalho. Para o escritor de hoje essas causas vêm do seu próprio instrumento de trabalho. Que terrível!
Metaforicamente, é como se estivéssemos consumindo toda sorte de ultraprocessado algorítmico. Nesse sentido, escrever é fazer sua própria comida.
> Comentei meu saudosismo no Mastodon e fui acusado do pior tipo de crime da era moderna: ser hipster!
Em algum momento do artigo, Roberto aponta o dedo e despeja a culpa (ou, ao menos, minha mente neurótica interpretou assim:
> As vezes tendemos a colocar a culpa de todas as nossas incapacidades em fatores externos, quando na verdade é tudo coisa da nossa cabeça.
Mmmhhh.
Enfim, um dos maiores desafios contemporâneos é: livrar-se das distrações.
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"As ferramentas tecnológicas e a web propiciaram ao cidadão um contato mais próximo com a universalização do conhecimento, transformando-os em influentes atores sociais mais ativos e influentes. Isso permitiu ao leitor e telespectador entrarem em contato com vozes dissonantes, complicando o trabalho dos veículos de comunicação. "
"Homens e mulheres, desistimos da laboriosa construção de afetos nobres e duradouros para satisfazer nossa vergonhosa sede de prazeres imediatos"...
"A Gazeta Esportiva e o Sport Club Corinthians Paulista, duas das instituições mais tradicionais do esporte brasileiro, estão ligadas umbilicalmente. O Mosqueteiro, mascote oficial do centenário clube, é uma criação do jornal. Assim como o apelido Timão, gritado pela torcida em todos os jogos. A publicação ainda foi responsável por batizar o clássico entre Corinthians e Palmeiras de Derby e o duelo com o São Paulo de Majestoso". Isso e muito mais no especial da GE.Net sobre o centenário.
"Many national newspapers have more male readers than female. But that gap is closing fast, and the success of female-friendly websites like Mail Online are beginning to suggest a clear direction for the future". Via @rafaelsbarai.
"Aliás falou-se muito em engajamento na Digital Age 2.0 e saí com a sensação de que muitos poucos sabem o que é. Para um sociólogo, é mobilização e ação, a antítese da alienação. E nesse sentido, engajamento nas redes sociais é mesmo um privilégio ou um bem de alto valor, porque predomina a alienação.". Sérgio Abranches
Mais uma do Tiago Doria: livro a ser lançado sobre visualização de dados.
"Hoje o jornalismo deve ser mais atraente, não somente no uso de novas interfaces, mas também na busca de histórias que sejam relevantes", diz Tiago Doria.