É um blog de agência. Texto assinado por uma consultora. Mas trata de criar conteúdos pilares e relacioná-los num mapa semântico.
Passo 1: Identifique o(s) seu(s) Tópico(s) Principal(is). Determine o(s) assunto(s) principal(is) em que seu site se concentrou ao longo dos anos. Isso deve refletir a especialidade ou nicho principal do seu site.
Passo 2: Audite e Catalogue o Conteúdo Existente. A Cristina Halvorson já tratava disso. Use planilhas ou ferramentas (Excel, Planilhas Google) para listar URLs, títulos, tópicos principais, subtópicos e palavras-chave.
Passo 3: Pesquise e Identifique Subtópicos e Clusters. Agrupe o conteúdo relacionado em clusters temáticos (tópicos e subtópicos pilares) com base na relevância e na intenção de busca.
Etapa 4: Mapeie as Interconexões entre os Tópicos. Organize seu conteúdo em uma estrutura hierárquica ou de rede, onde as páginas pilares atuam como hubs que conectam o conteúdo do cluster.
Etapa 5: Crie ou Atualize as Páginas Pilares. Desenvolva ou refine páginas pilares abrangentes que abordem tópicos amplos em profundidade. Isso cria uma hierarquia de conteúdo e uma cobertura temática claras.
Não quero passar raiva sozinho. Por isso dividi esse link no Órbita, ótimo lugar para debates promovido pelo Manual do Usuário. É um texto de opinião, assinado por uma empreendedora (nunca tinha ouvido falar dela) e publicado num periódico de grande circulação (não entendi a razão).
> Essa rotina maluca não é sacrifício. É entrega, paixão. É gostar tanto do que faz que… A EXAUSTÃO vira PARTE DA DANÇA e não um motivo para desistir
Tem outro nome pra isso na língua portuguesa: masoquismo.
> Porque quem ama o que faz não vive esperando o final de semana, não deseja fugir da segunda-feira e não conta os minutos para desligar o computador
Vive, sim.
> Quando o equilíbrio se torna a única meta, a gente corre o risco de trocar a exaustão pela estagnação
E quem fixa sua meta em qualquer missão que não seja, digamos, humana, fincada na realidade, preocupada consigo mesmo ou com o outro, corre o risco de priorizar o que não importa.
> Isso não é uma apologia ao burnout
É, sim.
Ainda não entendi exatamente como funciona. Mas esse artigo do Nick Hagar é mais um lembrete: vá entender o que é NLWeb e como funciona "Semantic Search".
> A Three-Step Pipeline. Behind the scenes, NLWeb operates on a straightforward three-stage pipeline designed for simplicity, cost-efficiency, and publisher control.
> Ingest: Standardized Item Collections. To cut down on complexity, it standardizes this process using schema.org conventions.
> Process: Efficient, Low-Cost LLM Logic. Next, when a user sends a query, NLWeb assesses relevance, scores results, and generates explanations.
> Serve: A Flexible, Headless API. Finally, NLWeb delivers its results via a flexible API. It is a “headless” system, meaning it has no built-in, mandatory UI.
Da série: MAH VAH!
Trechos da reportagem de Bruno Lupion, da DW, republicada pelo G1, sobre estudo do pesquisador Thorsten Otto, do Instituto de Psicologia da Educação da Universidade Técnica de Braunschweig:
> Ao consumirem esses vídeos, os usuários satisfazem necessidades por informação, entretenimento, conexão social ou regulação emocional sem a necessidade de muito esforço cognitivo. Em troca, o cérebro premia o comportamento com a liberação de dopamina. No entanto, esse jeito de se informar – ou de aprender – vai na contramão de como nosso cérebro funciona para desenvolver os raciocínios complexos que caracterizam uma aprendizagem profunda.
> Alguns estudos indicam que o uso excessivo de mídias sociais e o consumo compulsivo de conteúdo de baixa qualidade – como notícias sensacionalistas, teorias da conspiração e entretenimento vazio – podem literalmente encolher a massa cinzenta, diminuir a capacidade de atenção e enfraquecer a memória.
Pode ler o texto. Mas se quiser poupar um clique: não.
Exemplo de reportagem (incluindo personagem ENDIVIDADO) que utiliza uma IA para apoiar a construção de uma base de dados - etapa elaborada pelo brilhante Rodrigo Menegat.
O time de content design do QuintoAndar colocou toda a sua documentação a serviço de um plugin para o Figma.
> O plugin funciona no mesmo estilo de um revisor ortográfico. Conforme você escreve e ele identifica um trecho incorreto ou que pode melhorar, grifa de vermelho. Clicando com o botão direito do mouse, aparece uma sugestão de substituição ou instrução.
Leia o Charlley.
> A IA não entende como nós. Ela estatisticamente correlaciona dados. Sem estrutura semântica, ela é um papagaio com amnésia: repete, mas não compreende. E é por isso que sistemas de IA precisam de modelos semânticos construídos por humanos.
Descrição de sol2070:
> Trata das ideias defendidas por tecnobilionários sobre quais são as coisas que realmente importariam hoje, em detrimento de todas as outras.
> Boa parte do livro se concentra nas ideias dos movimentos Altruísmo Eficaz, Longoprazismo e dos racionalistas1, além do “tecno-otimismo” e da origem histórica dos conceitos-chave.
Eita. Devo ler?
Muito bacana isso aqui. Dá pra testar funções variadas envolvendo texto e IA.
Nem todo mundo gosta desse livro do Jonathan Haidt. Mas ele pontua algo importante: estamos deixando de ler, trocando um tempo de concentração por dancinhas.
> Segundo Haidt, os universitários usam inclusive plataformas que transformam textos PDF em vídeos curtos para que consigam acompanhar o conteúdo com palavras e frases que piscam na tela.
Gêrlan Cardoso começa seu texto citando o livro Designing Agentive Technology: AI That Works for People de Christopher Noessel (2017).
> Noessel já antecipava que, em vez de apenas interagir com sistemas, passaríamos a delegar tarefas inteiras a agentes digitais que agiriam por nós.
> O usuário deixa de ser o operador e passa a ser o “cliente” de um sistema inteligente que trabalha para ele.
Isso é uma tendência ou uma ameaça?
> A experiência ideal não será aquela em que o usuário encontra o caminho com facilidade, mas sim aquela em que o caminho é preparado e percorrido por ele, com ajuda de agentes que compreendem contexto, linguagem e intenção.
É simplório achar que o nosso futuro é ficar dialogando com um chatbot?
"Influenciadora" de 101 anos depõe contra Dona Elma Andreani e seu trabalho na Internet.
"Suas ideias viram posts". Caixa alta e baixa nos botões. Nem rolei a tela e já odiei.
"Você recebe sugestões de posts a partir de conteúdos curados conforme suas preferências e objetivos" - é o bom e velho "dar aquela cozinhada".
Aí tem o plano CONCIERGE. "Aqui vai ter um CERUMANO editando".
"A katalista poupou um TEMPO CONSIDERAVEL para ampliar o volume e a qualidade das minhas publicações". Isso é um beneficio ou um atestado de incompetência cognitiva?
O que me impressiona é que realmente deve ter gente pagando por esse serviço.
Análise de dados aplicada a temas de interesse geral. Autor: Leonardo Sales.
Vi esse conceito, "cérebro pipoca", e pensei: bingo!
> It was first coined in 2011 by David M Levy, whose books include Mindful Tech and No Time to Think. Now, he says, the design of many of our most-used apps “seem uniquely suited to scatter focus”.
> Sorry, I wasn’t paying attention. I was watching TikTok panda fails. Pandas are so useless. Why aren’t they extinct? Focus! Levy’s suggestion is that the brain has become so accustomed to incessant digital yip-yap – notification dings, new tabs, adverts, fatuous content, cute pandas – that it mimics that frenetic pace.
Sou um não-praticante das ideias que baseiam o pensamento que colocam as anotações como alicerce de processos como o “Zettelkasten” no Niklas Luhmann. Nesse sentido, o texto do autor é perfeito! O incômodo dele é o meu também. Separei três frases ótimas.
“O propósito das anotações nessa escola de pensamento é melhorar a qualidade da sua produção e isso é, infelizmente, algo muito, muito diferente de produtividade”.
“Gerenciar suas referências, notas e o que você leu é uma parte essencial do trabalho do conhecimento, mas a leitura (ou a observação, se você estiver nesse tipo de área) e o resultado precisam estar no centro de tudo o que você estiver fazendo.”
“Se o seu sistema está distraindo você de se envolver totalmente com sua leitura e melhorar iterativamente sua escrita, codificação ou arte, então eu diria que ele está lhe fazendo um desserviço e que seria melhor simplificar suas práticas.”
Pincei no sempre indispensável Órbita, do Ghedin.
Eu nunca sei o que pensar quando vejo histórias assim. Texto da BBC, de 2019, mas que vai tocar a todos a qualquer tempo.
Tyler Ellis mantém essa preciosidade no ar. Cada link é uma discussão apoiada em programação cuidadosa, interativa e imersiva.