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As Big Techs são os novos conglomerados de mídia > Agencia Publica
Esse texto da Natalia Viana tem duas observaçoes interessantes.
A primeira: se a "Big Techs sao os novos conglomerados de mídia, 'fica claro que nós, jornalistas, somos necessariamente o inimigo para esta nova ordem autoritária global."
A segunda: Chatham House Ruleia!
> O evento foi realizado segundo as “Chatham Rules”, ou seja, ninguém pode filmar, nem gravar, e não podemos citar quem mencionou o que ao longo da discussão. Foi uma decisão acertada: sem poder gravar ou postar a conversa online, a avidez por segurar o telefone cessou. Todos estiveram presentes com total atenção.
Genial! -
A IA tem "escolhas embutidas", diz professor sobre modelos de linguagem
Varias coisas interessantes nesse texto que resume um papo feito pelo Nucleo com o professor Raniê Solarevisky.
Isso inclui "a disciplina 'Reportagem com Processamento de Linguagem Natural', oferecida na UFG" e "o laboratório de pesquisa Nodus (https://labnoticias.jor.br/nodus/), com foco em Jornalismo Digital" -
30 anos do Observatório da Imprensa; assista ao vídeo | Observatório da Imprensa
Vida longa!
> São 30 anos de análise crítica da mídia, com o objetivo de aprimorar a cobertura jornalística. O projeto criado em 1996 pelo jornalista Alberto Dines (1931-2018) começou na internet, chegou à televisão e agora está na internet, nas redes sociais, em uma newsletter semanal e em webinários mensais -
Ensinando a questionar notícias | Frank Investigator – AkitaOnRails.com
Existe verdade?
Sim, a pergunta é filosófica -- e praticamente retórica. Mas a busca por ela não deixa de ser uma tarefa importante.
Esbarrei com uma ideia sensacional do Fábio Akita, programador e escritor muito conhecido entre os devs. Chama-se Frank Investigator. É um sistema automatizado que ajuda a "questionar" notícias
Começa com uma extração do conteúdo textual, divide o texto em afirmações verificáveis (claims) -- isto é, quebrar o parágrafo em pedaços lógicos menores, cada um com um “fato” ou “tese” que pode, em teoria, ser checado ou confrontado com evidências. Não sei ler código em Rails, mas ao que parece, ele usa um tokenizer ou parser de frases (por exemplo, quebra por pontos, pontos‑exclamação, quebras de parágrafo, enfim) e usa algum critério para definir o que "afirmação verificável", separando opinião, contexto retórico e fatos que podem ser checados.
A partir daí, o Frank roda cada afirmação em três modelos de IA diferentes e analisa se as fontes realmente dizem o que o texto afirma, se tem divergência entre título e corpo do texto, procura falácias retóricas (falsa causalidade, espantalho, entre outras).
Ele diz ainda:
> Quando vários veículos cobrem o mesmo tema usando a mesma linguagem carregada, mesmos focos e omitindo os mesmos contrapontos ao mesmo tempo, isso quer dizer que há fortes indícios de coordenação -- isto é, o que todos deixam de dizer em comum, não o que todos repetem.
Eu diria que isso pode significar, na verdade, BRAÇO CURTO de quem apura notícias, "cozinhando" fatos entre sites. Mas é legal pensar que "existe coordenação da mídia", né?
> Aviso: o Frank Investigator é um projeto experimental, em desenvolvimento ativo, e não pretende ser a palavra final sobre nenhuma matéria analisada. Ele não diz o que é verdade ou mentira. O que ele faz é perguntar o que o artigo se recusou a perguntar, identificar padrões retóricos conhecidos, e buscar fontes externas que o autor omitiu. -
Agentic Engineering Patterns - Simon Willison's Weblog
Simon Willison é um programador britânico. Saiu da mente dele o Datasette, uma ferramenta pensada para explorar e publicar dados de forma rápida e intuitiva (preciso pesquisar mais).
O blog dele tem coisas interessantíssimas (preciso pesquisar mais).
Essa é uma delas. Ele documenta práticas e padrões para aproveitarmos melhor agentes de codificação - como o CLODE CLODE.
Entendi que "agentic engineering" é um contraste a "vibe coding". O que é ótimo. -
Breeza – Jornalismo com Referência de Ousadia
Bicho. Mó viagem. -
Stop Reading News
Shane Parrish, autor de "Pensamento Eficaz", sem querer faz um convite para celebrarmos trinta anos de Jornalismo na Internet:
Livre-se dele. É manchete demais.
> É como tentar beber água de uma mangueira de incêndio – estamos afogados em fatos, mas famintos por conhecimento verdadeiro.
Por que? Em essência: a velocidade prejudica a qualidade e o contexto. Conteúdo superficial produzido por custos de produção nulos. Máquinas de caça-níqueis querem sua atenção. A narrativa derrota a realidade ou desviam a atenção para a história que deveria ser contada.
> Num mundo onde as notícias são gratuitas e abundantes, estar errado não custa nada, mas ser enfadonho custa tudo.
O problema, diz ele, está na economia da atenção. Por conta dela, notícias funcionam ainda como câmara de eco: atenção fragmentada, compreensão superficial e da erosão gradual da nossa capacidade de enxergar o que realmente importa. "Quando foi a última vez que você leu algo e pensou: opa, eu estava errado?".
Isso tem a ver com que o Ces Michelin postou esses dias no LINQUEDISNEY:
> O mundo está cheio de gente "bem-informada". Eles sabem recitar as buzzwords da semana. São enciclopédias ambulantes de trivialidades. Mas estamos famintos por algo mais raro: criadores de sentido. Não precisamos de mais um repassador de links. O mundo precisa da sua visão sobre eles.
Evidentemente, nem Shane nem Ces estão falando do modelo opinativo dos canais de notícia. É outra coisa. -
Viva Roberto Silva: os 100 anos do 'Príncipe do Samba' | Discografia Brasileira
Fui IMPAQUITADO com essa música: Jornal da Morte.
Vejam só este jornal / É o maior hospital / Porta-voz do bangue-bangue / E da polícia central
A gravação, de 1961, é de Roberto Silva, que mereceu texto impecável de Pedro Paulo Malta, em celebração ao seu centenário.
O Jornal da Morte, por sua vez, poderia ser regravado agora mesmo, de tão atual.
Curiosidades que o Perplexity me trouxe:
"Jornal da Morte" foi censurada na época por seu tom provocativo, incluindo referências a escândalos como suicídios e maconha.
Roberto Silva, falecido em 2023 aos 92 anos após luta contra o câncer, reviveu a faixa em colaborações como com o grupo Casuarina. -
30 anos de Jornalismo Digital: onde estamos e para onde vamos? - Portal Nosso Meio
Trinta anos?! O tempo passa, né? -
30 anos não são 30 dias - Revista Casper
Sem querer, achei o site da Revista Casper. E esse texto de Enzo Cipriano e Luca Uras.
Eu nunca escrevi nada pro Esquinas. Não sei se era por conta do perfil de Marcos Faerman, citado e venerado (com razão) no texto.
> “Jornais e navios são belos porque podem mudar o curso de suas rotas.” Essa frase foi dita por Marcos Faerman, em 1996, à época editor da Esquinas de S.P. A publicação nasceu, um ano antes, como um jornal que tratava dos temas cotidianos.
Era bem mais do que isso. Nos tempos de Marcos Faerman, havia um estímulo profundo em imersões antropológicas. Ouvir histórias. Sentir a realidade. Traduzi-la em palavras. Editá-la até chegar ao melhor resultado possível.
Lembro dele perto do escadão, aproximando-se dos alunos, interessado em saber quais eram suas próximas histórias.
Falei alguma coisa sobre "o impacto da Internet".
Pois é, em 1996.
Faerman odiava qualquer coisa envolvendo computador. Não deixou eu terminar de falar. Não era pessoal (ou, se era, jamais vou saber). Reagiu seguindo seus princípios.
Provavelmente não ligou o nome ao aluno. Dias se passaram e, durante a aula de Jornalismo Interpretativo (era esse o nome da disciplina), desceu o sarrafo naquilo que chamava de "vida estéril, artificial, pasteurizada, xoxa, capenga, anêmica, frágil, inconsistente", enfim.
O aluno de jornalismo de 30 anos atrás pensava que o real e aquilo que aparecia como "virtual" poderiam coexistir. Não consigo imaginar como Marcos Faerman sobreviveria ao que virou o Jornalismo, a Internet, a realidade.
> Para o futuro, Esquinas planeja avançar na produção audiovisual. A ideia é multiplicar cada vez mais as produções contando com mais edições do Papo de Esquina, videocast produzido pelos editores, e produções vindas dos próprios alunos, como documentários. Além disso, uma presença significativa nas redes socais também é desejada.
Pensando aqui. Provavelmente ele diria que tudo isso só funciona se mostrar uma história arrancada da terra com suas próprias mãos, sentindo a aspereza do solo e traduzindo em palavras embedadas com sangue e suor. -
A internet perdeu o atrito (e nós perdemos com isso) | Nucleo Jornalismo
Esse texto do Sergio Spagnuolo me fez voltar a pensar sobre a Teoria da Carga Cognitiva, de John Sweller, relativamente conhecido por quem milita no design instrucional.
Quando você quer aprender alguma coisa, seu cérebro aciona a memória de trabalho. Não se sinta ofendido, mas a verdade é que essa ferramenta é naturalmente limitada. Não tem como manusear, conscientemente, mais do que sete unidades de informação.
Já a memória de longo prazo tem capacidade ampla. Aqui mora o nosso problema: como estimular um aluno, seu tio militante, sua esposa cansada ou o filho disperso a pegar uma informação relevante, refletir e transformá-la de acordo com a sua realidade para, finalmente, transferi-la para estruturas duradouras de conhecimento - aquilo que Paulo Freire, entre outros, define como "aprendizagem"?
John Sweller sugere que você precisa lidar com três cargas cognitivas.
Uma é a carga intrínseca. Essa é inerente ao tema que você quer entender. Claramente, alguns assuntos são mais difíceis que outros. Professores, profissionais de comunicação e divulgadores costumam dividi-la e organiza-la em umka sequência sugerida.
Algumas sequências são menos complexas do que outras. O dilema comum, aqui, é: seja qual for o assunto, não tem atalho. O conteúdo fundamental precisa existir.
Onde dá para mexer? Na carga "estranha", por exemplo. Troque a expressão por "apresentação". É tudo aquilo que não precisa existir. Ruído. Fricção. Tudo que os colegas de UX adoram estudar para compreender onde eliminar atrito, informação confusa. Na visão de Sweller, "carga estranha é eliminável sem perda".
Chegamos à carga relevante. É o "como lidar com essa informação". Como funciona o modelo mental para abstrair, fazer associações, interpretar, digerir. É o quanto você investe de tempo e recursos para construir a síntese. Esse processo fica por sua conta e não há regra única. Alguns gostam de fazer como Feynman: tente explicar o que você entendeu para outra pessoa, como se fosse uma criança.
As três cargas competem pelo seu cérebro. Isso nos leva ao que Sweller sugere: minimize carga estranha, gerencie carga intrínseca, maximize carga relevante. Faz sentido?
Vamos voltar ao texto do Sérgio? O que acontece quando o sistema não é pensando para aprendizagem, mas sim para tomar seu tempo de assalto? E se o designer não quer que você construa nenhum esquema relevante (vou marcar estes posts e perfis como lidos para vê-los mais tarde) -- pelo contrário, te deixe cada vez mais perdido, rolando, clicando e passando adiante uma sequência efêmera de reações?
"A internet hoje em dia é desenhada para tirar esse tipo de agência de nós, removendo fricção onde for possível a fim de facilitar comunicação, gratificação e, claro, venda de produtos e serviços de anunciantes. Algumas das mentes mais brilhantes da engenharia moderna estão, neste exato momento, trabalhando para você passar 10 minutos a mais no Instagram."
John Sweller diria: esses sistemas maximizam carga estranha (disfarçada de engajamento emocional) e reduzem carga relevante (que permitiria a você construir esquemas). E a carga intrínseca? Tanto faz ela existir ou não. Não faz diferença, o movimento não acontece por conta dela.
"Alguma fricção ajuda a tornar nossas vidas mais dignas, a fazer valer a pena conquistar e pensar certas coisas".
Opa. -
Open Source Mapping for News: Reuters
Projeto de mapeamento open-source desenvolvido por Scott Reinhard para a Reuters. Sensacional! Inclui camadas vetoriais personalizáveis para dados automatizados. -
A era da pós-vergonha | objETHOS
Marcelo Soares tem uma hipótese muito interessante: a de que não há mais constrangimento público em bancar a mentira nas redes sociais. Isso representa um desafio para jornalistas e sociedade interessada em reconstruir sua credibilidade -
Pensar ou acreditar? A fragilidade crítica e a desordem informacional
Artigo interessante de Ramsés Albertoni sobre os limites da informação.
> No Brasil, apesar dos avanços na alfabetização básica, uma parcela significativa da população possui dificuldade em interpretar textos longos, inferir significados, relacionar informações de diferentes fontes ou identificar a necessidade de pesquisar a fundo. Para o indivíduo com baixo letramento crítico a informação que chega com apelo emocional, urgência e em linguagem simplificada (características das fake news) é aceita sem a devida checagem. Assim, onde a educação formal falha em munir o cidadão com ferramentas para ler o mundo criticamente, ele se torna refém da desinformação. Não é apenas a falta de acesso à informação correta, mas a incapacidade de processá-la e de distinguir a fonte confiável da fonte falaciosa. -
Para que serve o jornalismo? :: Observatório da Imprensa
> O papel do jornalista é fornecer às pessoas informações básicas e práticas que lhes permitam conduzir suas vidas cotidianas. O jornalismo é uma espécie de biblioteca, um “banco compartilhado de conhecimento e pensamento” a que qualquer pessoa deveria ter acesso.
Definição impecável de Gustavo Sobral nesta resenha de "What Is Journalism For?", de Jon Allsop. -
Google e o jornal invisível
Filipe Speck no Jornal Matinal. Link pinçado no Órbita.
> A pergunta que fica é se o jornalismo vai conseguir dar forma visível a esse novo espaço comum. Esse debate precisa acontecer. Do contrário, a febre por inovação pode tirar do jornalismo profissional a função – que parecia intocável nos últimos séculos – de mediar o debate público e de denunciar as sombras daquilo que orgulhosamente chamamos de civilização. -
Vídeo do Felca e o jornalismo | Nucleo
Estou seguindo as pessoas erradas? Por que será que, durante a semana, vejo essa discussão rolando:
> É muito comum, quando um influenciador faz um vídeo muito popular que toca em assuntos cobertos pela imprensa, que jornalistas se questionem: onde é que estamos errando? Por que nosso conteúdo, que passamos meses e gastamos milhares de reais apurando, possui tão menos visibilidade do que o vídeo de um influencer de 27 anos que nunca dedicou um minuto de sua vida ao jornalismo?
Não foi apenas o Sergio Spagnuolo que levantou essa bola.
Talvez um dos pontos mais calorosos da conversa tenha a ver com isso aqui:
> O Felca faz o rolê dele, do jeito que ele quer, com a linguagem que ele quer. Ele não tem padrões jornalísticos pra seguir, ele não tem que ouvir o contraditório, checar fatos nem discutir pautas à exaustão. Ele não tem editores que vão ler e reler o roteiro dele nem checar suas afirmações. O processo dele não é jornalístico.
Mas o processo relacionado ao vídeo sobre adultização, capaz de furar a bolha, pautar a grande imprensa e virar debate no Congresso, teve em seu processo algo bem mais próximo do Jornalismo em comparação com os perfis de celebridade, os caçadores de clique e outras pragas programáticas.
> O jornalismo precisa se preocupar em chegar ao máximo de pessoas, claro, mas a partir do momento em que começar a se preocupar mais com pageviews do que em "intencionalidade" e "processo", tudo o que vão sobrar são influenciadores.
Concordo. E aqui reside a pergunta-Tostines dessa questão: quem alimenta as plataformas digitais, que sustentam influenciadores e promovem conteúdos que, não necessariamente, geram debate - mas fazem muita espuma? -
'Sem futuro', jornaleiro mais antigo de SP se despede da profissão - 17/06/2021 - UOL TAB
Joana, nove anos, vai ter que levar um jornal impresso para a escola nesta semana.
Jornal. Impresso. Talvez você não conheça.
Até recentemente, pessoas circulavam pelas calçadas e encontravam bancas, estruturas que remetem a quiosques, e edições de jornais do dia, penduradas na lateral. Gente parava pra olhar as manchetes e se informar - basicamente, é o que aquele tio do Zap faz naquele grupo reaça com os amigos do bingo.
Outras bancas do centro, ou aquela enorme, no Terminal Tiet~e, traziam jornais do país todo - dava pra comprar O Globo ou o Zero Hora.
Lembrei desse texto delicioso do Tiago Dias, publicado "na UOL", em 2021, em plena pandemia. Ali, as bancas de revistas já estavam em decadência.
> "Era uma época em que o povo chegava antes aqui para saber o resultado do jogo do bicho, do jogo do campeonato de ontem. Que o pai vinha na sexta comprar gibi para o filho e revista para a mulher. Não tinha internet. Agora ela acabou com tudo."
Joana vai visitar uma banca de jornal e, provavelmente, vai se ligar em algum objeto interessante e, provavelmente, não-impresso. -
Projeto Comprova - Por que o Comprova aboliu as etiquetas de falso e enganoso
Comentário do Sergio Ludke, um dos profissionais que mais se debruça sobre a questão da desinformação, no linquedisney.
> Há tempos eu guardo uma recomendação do Peter Cunliffe-Jones, fundador do Africa Check, para ser mais empático no trato com os leitores. Ele dizia, no antigo Twitter que deveríamos reconhecer o núcleo de verdade que havia numa peça de desinformação e mostrar aos leitores por que eles podem ter acreditado em algo que se provou falso ou enganoso.
Faz todo sentido, ainda que nosso estado mental tenha esfarelado qualquer esforço cognitivo do usuário mergulhado no viés comportamental.
> Desde março, estamos debatendo novas abordagens no Comprova para buscar conexão com um público mais amplo ... Entre as mudanças estão a adoção de outros dois fatores além da verificação do conteúdo (agora estamos analisando com mais profundidade as táticas utilizadas e o contexto dos criadores da desinformação), a abolição das etiquetas (falso, enganoso) e a redação de títulos que enfatizem primeiro a verdade e evitem sempre que possível a reprodução de uma mentira, mesmo como negação ... Precisamos do atrito, de uma fricção de ideias que permita confrontar as evidências da verificação com as alegações falsas ou enganosas. E tudo isso se torna letramento.
A iniciativa é sensacional. -
not journal ai
Pague 20 Janjas por mês para receber notificações de notícias no WhatsApp elaboradas por uma curadoria feita por IA. Tem tudo pra dar certo - só que ao contrário.