Descrição de sol2070:
> Trata das ideias defendidas por tecnobilionários sobre quais são as coisas que realmente importariam hoje, em detrimento de todas as outras.
> Boa parte do livro se concentra nas ideias dos movimentos Altruísmo Eficaz, Longoprazismo e dos racionalistas1, além do “tecno-otimismo” e da origem histórica dos conceitos-chave.
Eita. Devo ler?
Muito bacana isso aqui. Dá pra testar funções variadas envolvendo texto e IA.
Nem todo mundo gosta desse livro do Jonathan Haidt. Mas ele pontua algo importante: estamos deixando de ler, trocando um tempo de concentração por dancinhas.
> Segundo Haidt, os universitários usam inclusive plataformas que transformam textos PDF em vídeos curtos para que consigam acompanhar o conteúdo com palavras e frases que piscam na tela.
Gêrlan Cardoso começa seu texto citando o livro Designing Agentive Technology: AI That Works for People de Christopher Noessel (2017).
> Noessel já antecipava que, em vez de apenas interagir com sistemas, passaríamos a delegar tarefas inteiras a agentes digitais que agiriam por nós.
> O usuário deixa de ser o operador e passa a ser o “cliente” de um sistema inteligente que trabalha para ele.
Isso é uma tendência ou uma ameaça?
> A experiência ideal não será aquela em que o usuário encontra o caminho com facilidade, mas sim aquela em que o caminho é preparado e percorrido por ele, com ajuda de agentes que compreendem contexto, linguagem e intenção.
É simplório achar que o nosso futuro é ficar dialogando com um chatbot?
"Influenciadora" de 101 anos depõe contra Dona Elma Andreani e seu trabalho na Internet.
"Suas ideias viram posts". Caixa alta e baixa nos botões. Nem rolei a tela e já odiei.
"Você recebe sugestões de posts a partir de conteúdos curados conforme suas preferências e objetivos" - é o bom e velho "dar aquela cozinhada".
Aí tem o plano CONCIERGE. "Aqui vai ter um CERUMANO editando".
"A katalista poupou um TEMPO CONSIDERAVEL para ampliar o volume e a qualidade das minhas publicações". Isso é um beneficio ou um atestado de incompetência cognitiva?
O que me impressiona é que realmente deve ter gente pagando por esse serviço.
Análise de dados aplicada a temas de interesse geral. Autor: Leonardo Sales.
Vi esse conceito, "cérebro pipoca", e pensei: bingo!
> It was first coined in 2011 by David M Levy, whose books include Mindful Tech and No Time to Think. Now, he says, the design of many of our most-used apps “seem uniquely suited to scatter focus”.
> Sorry, I wasn’t paying attention. I was watching TikTok panda fails. Pandas are so useless. Why aren’t they extinct? Focus! Levy’s suggestion is that the brain has become so accustomed to incessant digital yip-yap – notification dings, new tabs, adverts, fatuous content, cute pandas – that it mimics that frenetic pace.
Sou um não-praticante das ideias que baseiam o pensamento que colocam as anotações como alicerce de processos como o “Zettelkasten” no Niklas Luhmann. Nesse sentido, o texto do autor é perfeito! O incômodo dele é o meu também. Separei três frases ótimas.
“O propósito das anotações nessa escola de pensamento é melhorar a qualidade da sua produção e isso é, infelizmente, algo muito, muito diferente de produtividade”.
“Gerenciar suas referências, notas e o que você leu é uma parte essencial do trabalho do conhecimento, mas a leitura (ou a observação, se você estiver nesse tipo de área) e o resultado precisam estar no centro de tudo o que você estiver fazendo.”
“Se o seu sistema está distraindo você de se envolver totalmente com sua leitura e melhorar iterativamente sua escrita, codificação ou arte, então eu diria que ele está lhe fazendo um desserviço e que seria melhor simplificar suas práticas.”
Pincei no sempre indispensável Órbita, do Ghedin.
Eu nunca sei o que pensar quando vejo histórias assim. Texto da BBC, de 2019, mas que vai tocar a todos a qualquer tempo.
Tyler Ellis mantém essa preciosidade no ar. Cada link é uma discussão apoiada em programação cuidadosa, interativa e imersiva.
Descobri esse artigo no Órbita, mantido lindamente pelo Rodrigo Ghedin. E agora eu quero ler mais Jane Ruffino.
Ela argumenta que "ninguém quer software". São complexos, exigem muita informação ou alguma curva de aprendizagem. Em muitos casos, as aplicações desrespeitam o nosso tempo. "Não precisamos encantar as pessoas com software em si. O prazer com ele é quase sempre um atraso."
Talvez fosse interessante pensar em um contraponto: da mesma forma, não dá pra simplesmente oferecer "soluções sem atrito" como se fosse fast-food. Ela mesma lembra disso, mencionando a deia por trás da "rot economy" (algo como "obsessão pelo crescimento").
Repositório de produtos e serviços ASSASSINADOS pelo Google.
Sacou? Os beque? Demais, hein?!
Duas coisas interessantes desse recorte no YouTube:
As pessoas estão sendo treinadas pra ver coisas curtas, superficiais. Não estão acostumadas a um capítulo de novela com, sei lá, 40 minutos.
Empresa contratou influenciadores para falar bem da marca. É estranho: deviam falam bem apenas quando você merece.
Pois é, pessoal.
"O fio de navalha está em como se promover sem parecer egocêntrico". Bicho, esse sou eu desde sempre.
O resumo do artigo é: lembre-se que nada acontece sozinho.
Esse é o primeiro review do tablet Daylight DC-1, que usa uma mescla de tela e-ink com LCD pra oferecer uma experiência de leitura e escrita mais leve. Guardei esse texto pra lembrar, no futuro, se essa traquitana vai pra frente - ou vai virar um link perdido no passado.
É uma alternativa ao Plex. Pra olhar com calma.
Pelo Google, encontrei um grupo que se denomina "Procrastinadores Anônimos", diz a repórter Luciana Bugni.
Com certeza não foi o site procrastinadores.com.br.
É mais um texto interessante sobre a importaância do planejamento.