Discussão muito interessante. Reportagem de João Batista Jr.
> “Quando peguei a Raquel para fazer, falei: ‘A narrativa dessa mulher é a cara do Brasil. Ela vai ter uma ascensão social a partir do trabalho. Ela vai ascender e vai permanecer. Isso vai ser uma narrativa muito nova do que a gente vê sobre representação da mulher negra na teledramaturgia brasileira’ (…) Quando vejo que isso não aconteceu, como uma artista que quer contar uma nova narrativa de país, e a dramaturgia proporciona isso, confesso que fico triste e frustrada (…) A Raquel tinha todas as possibilidades da gente contar essa nova narrativa. E quando li, pensei: ‘Ai, meu Deus, não vai ter?’ Não, não vai ter. Tenho que lidar com a realidade que me cabe, que é a de intérprete de uma personagem que não é escrita por mim (…) Também tinha esperança disso e gostaria muito de vê-la assim. Como mulher negra, como artista negra, de ver uma outra narrativa sobre mulheres negras.”
> A mera transferência de informação falha em transformar pessoas. Estórias funcionam.
> Há alguns livros de não ficção que fico feliz de ter lido uma vez. Mas há romances que já li cinco vezes — e lerei novamente.
Esse site armazena um livro digital, editado por James Hague, lançado em março de 1997 e considerado um dos primeiros projetos de retrogaming. Entrevista gente que atuou no desenvolvimento de jogos antigos. A obra foi formatada em HTML e comercializada por correspondência, distribuída em disquetes de 3 1/2 pelo selo Dadgum Games, a 20 dólares cada. O floppy disk continha a coleção de entrevistas, que, por seu conteúdo sobre programadores clássicos, ainda é lembrado anos mais tarde, Sensacional!
Basicamente: o autor descobriu a SANDICE que resulta na criptografia de um e-book e, para driblar, faz um mix de “OCR” e análise estatística de fontes. Muito empenho!
Tá com tempo de sobra? Perca-se em ângulos e comedouros diferentes enquanto suspira.
Espera-se que seja a Copa mais cara, poluente e politicamente carregada até hoje. Que delícia.
Um dia eu chego lá!
> Since a year, I don't use PowerPoint anymore. I instead enjoy using HTML and CSS to create my slides with reveal.js.
(Via Órbita)
> O papel do jornalista é fornecer às pessoas informações básicas e práticas que lhes permitam conduzir suas vidas cotidianas. O jornalismo é uma espécie de biblioteca, um “banco compartilhado de conhecimento e pensamento” a que qualquer pessoa deveria ter acesso.
Definição impecável de Gustavo Sobral nesta resenha de "What Is Journalism For?", de Jon Allsop.
Diga "Programa Flávio Cavalcanti!"! Nossos comerciais, por favor!
Não, nada disso. É um manifesto excelente pra gente que manda "oi" no Zap esperando resposta antes de ir direto ao assunto.
> O cofundador do Reddit Alexis Ohanian afirmou que a internet está se tornando um ambiente “robótico”, dominado por conteúdo automatizado e de baixa qualidade criado por inteligência artificial.
Mah vá!?
> Ele acredita que a “próxima geração de mídias sociais será comprovadamente humana”, movida pelo desejo de interações mais autênticas.
Vou contar uma coisa incrível.
Sabe quem é grande candidata a "próxima geração de mídia social comprovadamente humana"?
Sim, os blogs pessoais dos anos 2000.
Esse link tem dois objetivos.
Primeiro: lembrar do TabNews e incluí-lo na lista de leituras diárias pra abrir quando dá.
Segundo: estudar Node e entender como é possível criar seu "notebooklm" particular.
Olha que programa divertido - e que desculpa incrível pra ir a Curitiba até o final do ano!
A ideia é "criar um espaço onde as pessoas possam se encontrar e trocar ideias sobre como criar, melhorar e manter um site pessoal".
Filipe Speck no Jornal Matinal. Link pinçado no Órbita.
> A pergunta que fica é se o jornalismo vai conseguir dar forma visível a esse novo espaço comum. Esse debate precisa acontecer. Do contrário, a febre por inovação pode tirar do jornalismo profissional a função – que parecia intocável nos últimos séculos – de mediar o debate público e de denunciar as sombras daquilo que orgulhosamente chamamos de civilização.
PagedJS é uma biblioteca JavaScript gratuita e de código aberto que permite paginar conteúdo diretamente no navegador para criar documentos PDF a partir de qualquer conteúdo em HTML
Iniciativa pessoal de Guilherme Vieira relacionando design e programação. Daqueles projetos que devem ser lembrados e referenciados, pra ninguém perder de vista.
Esse é o livro do lagartinho, publicado pela O\Reilly Media.
Está à disposição do leitor nesse endereço.
Em algum momento, talvez seja esse o destino do meu livrinho: liberá-lo para o mundo.
Adoraria ter tempo pra fazer isso aqui.
> This machine is a book scanner that I designed. It makes paper books into digital books. When I started this project in 2009, there was almost no useful information on the internet about how to design, build, and operate a book scanning machine.
Resenha do livro de Alice Rawsthorn. Sobre o papel do designer. É o design voltado para solucionar desafios sociais. Exatamente o que acontece com produtos digitais, só que ao contrário.
> Fazer design não é uma profissão, é uma atitude
Para ler com calma. Sobre o enfraquecimento da web aberta e descentralizada. Faz uma ode aos formatos XML e XSLT ao dizer que "são cruciais para manter a web universal e aberta, permitindo interoperabilidade e a criação de documentos complexos e acessíveis". Menciona ainda um "desmonte ao RSS" - um dos temas que vivem no meu rascunho "pra quando o blog voltar".
Eu fico imensamente feliz em saber que o Rafael Galvão nunca deixou de escrever. E o faz cada dia melhor.
Quero ressoar o seu discurso no qual faz falta uma visão mais ampla, coletiva, sobre como podemos ser.