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A curiosa história da Fanta: a ligação de um dos refrigerantes preferidos do Brasil com a Alemanha durante o nazismo - BBC News Brasil
Graças a essa notícia descobri Tristan Donovan, autor de livros sobre refrigerante, videogames e jogos de tabuleiro.
Em resumo: a Fanta nasceu das restrições impostas pela guerra. Sensacional. -
GitHub - opds-community/awesome-opds: A list of awesome resources for OPDS users and developers
Pra ver com calma:
> A list of awesome resources for OPDS users and developers - opds-community/awesome-opds
Tem a ver com isso aqui: https://opds.io
OPDS é um protocolo aberto para catálogos de publicações digitais (como e-books, PDFs e revistas), permitindo acesso descentralizado via apps de leitura em smartphones, e-readers ou tablets (Entendi que repete o que Plex faz com mídia). -
Viva Roberto Silva: os 100 anos do 'Príncipe do Samba' | Discografia Brasileira
Fui IMPAQUITADO com essa música: Jornal da Morte.
Vejam só este jornal / É o maior hospital / Porta-voz do bangue-bangue / E da polícia central
A gravação, de 1961, é de Roberto Silva, que mereceu texto impecável de Pedro Paulo Malta, em celebração ao seu centenário.
O Jornal da Morte, por sua vez, poderia ser regravado agora mesmo, de tão atual.
Curiosidades que o Perplexity me trouxe:
"Jornal da Morte" foi censurada na época por seu tom provocativo, incluindo referências a escândalos como suicídios e maconha.
Roberto Silva, falecido em 2023 aos 92 anos após luta contra o câncer, reviveu a faixa em colaborações como com o grupo Casuarina. -
Svelte • Web development for the rest of us
Pra pesquisar quando der tempo.
Em Svelte, cada componente é um arquivo .svelte que mistura HTML, CSS e JavaScript no mesmo bloco. -
BBB, Roberto Carlos e Evidências: elos perdidos da monocultura que unia os brasileiros | Empresas | Valor Econômico
O texto do Guilherme Ravache é fechado. Mas ele trouxe muita coisa pro LINQUEDISNEY.
> Não faz muito tempo, quatro ou ou cinco grupos de mídia decidiam o que todos viam; agora, meia dúzia de plataformas e seus algoritmos decidem o que veremos ou não. Trocamos a hegemonia da TV pela cultura dos algoritmos.
Ele vai explicar que não foi, exatamente, uma troca.
> O algoritmo mudou até como fazemos entretenimento. Segundo o ator Matt Damon, os filmes agora são escritos para quem assiste mexendo no celular. Os diálogos repetem o enredo 3 ou 4 vezes porque a atenção do espectador está fragmentada.
Trocamos o olho no olho na hora do almoço pelo olho na tela.
> Conversar no trabalho sobre o que assistiu na noite anterior, sentar ao lado de outras pessoas no cinema, cantarolar em coro um hit nacional... acontece cada vez menos. E isso ajuda a explicar muitos dos problemas atuais.
A frase que me pegou foi essa aqui.
> O problema é que o consumo solitário atrofia nossa capacidade de compartilhar histórias e valores, cria abismos entre as pessoas. Falta conversa, há menos troca de ideias e experiências.
Lembro que estive na biblioteca Hans no último sábado. Com Renata Rossi, Sandra Guzman e uma turma (incluindo a Fábia Medeiros, que me aturou por dois semestres na São Judas). Trocamos figurinhas sobre mediação de leitura.
Mediar não é só mostrar um livro e suas ilustrações ou ler, respeitando cada palavra escolhida pelo autor. É um exercício social. É servir de intermediário entre o ouvinte e as ideias encapsuladas editorialmente. Processos com nuances impossíveis de serem emuladas por um modelo de linguagem computacional.
É como deveria ser uma conversa: o mediador faz um convite. Abra a sua mente. Venha comigo. Traga suas referências, indique o que você entendeu, compartilhe suas interpretações.
Bons mediadores respeitam individualidades (difícil!) e vão além da descrição do objeto. Contextualizam ao máximo: qual a história desse autor, onde ele vive, quais suas angústias, o que passou na cabeça do ilustrador, por que essa dedicatória, enfim.
Bakhtin diria que mediar é construir sentido coletivamente, dialogando.
O "anti-Bakhtin" (socorro!) deve reforçar a hipótese na qual as plataformas não funcionam como suporte pra essa mediação. Pelo contrário: o fluxo que elas produzem se torna a única condição para existência do conteúdo.
Que tipo de construção coletiva estamos dispostos a perder quando tratamos palavras jogadas na rede como métrica? Ou a metáfora da construção não cabe mais: virou pescaria predatória. E os peixes somos nós. -
Open Visualization Academy
Olha isso! Pincei no LINQUEDISNEY do Alberto Cairo.
> On Friday we launched the Open Visualization Academy with 7 free courses (1-2 more will be released monthly) and it has received much more attention than I expected: 300+ have subscribed to the website, even if it's not needed to see any of the materials we've made available, and our newsletter is nearing 4,000 readers. Those are incredible numbers. I feel happy and grateful. -
30 anos de Jornalismo Digital: onde estamos e para onde vamos? - Portal Nosso Meio
Trinta anos?! O tempo passa, né? -
How AI assistance impacts the formation of coding skills
Stephen Turner, professor de Data Science, fez algumas anotações a partir do recente artigo "How AI Impacts Skill Formation".
Falando de um jeito que o Marcelo Soares concorde: geradores de lero lero pode aumentar a produtividade de desenvolvedores, mas reduz o aprendizado de quem, assumidamente, atua como um mero ARROMBADO DO VIBE CODING.
De forma controlada e metodológica: desenvolvedores novatos usando IA tiveram desempenho 17% pior em testes de compreensão voltados a leitura de código e conceitos, inclusive no debugging (isto é, ENTENDER O QUE DEU ERRADO). Isso porque a IA substitui o raciocínio crítico. (Mah váh!)
Turner sustenta o binômio "produtividade equilibrada" e "supervisão crítica" baseada no fortalecimento de conceitos. Aprender, moçada, não é fácil. Mas faz diferença. -
MCP Sem Segredos: O Manual Definitivo para Turbinar Seu Workflow com IA
O texto e a imagem não são exatamente bons. Mas por causa desse link, descobri o tal MCP.
Model Context Protocol (MCP) é uma tecnologia da Anthropic que facilita conectar o CLAUDE CLAUDE a ferramentas externas, como arquivos no computador, bancos de dados ou aplicativos como o Figma.
Entendi que MCP é útil para experimentos em Python porque oferece ao CLAUDE CLAUDE acesso facilitado a arquivos locais, acelerando análise. A ver. -
Crianças da Maré dizem em livro: ‘Eu devia estar na escola’
Hoje tive uma daquelas manhãs que merecem um registro memorável. Estive em um encontro metalinguístico de proporções incríveis.
Preciso escrever sobre isso a partir das minhas anotações, sensações, memórias enfim. Por hora, basta dizer que foi um encontro sobre mediação. Num espaço que, simultaneamente, apresenta uma exposição derivada do livro "Eu devia estar na escola". Que foi usado pela exuberante Sandra Guzman como exemplo para mediação de leitura. Publicação que, por sua vez, serviu de mediação entre editoras e as crianças que vivem uma realidade absurda, porém real, no complexo da Maré.
Então comecei a pensar no quanto mediar significa amparar a apresentação do conhecimento ao outro, sem perder de vista o convite para que essa ponte seja feita colaborativamente. E no quanto há um esforço permanente para que ela seja substituída por conexões unilaterais por onde circulam fragmentos. Não há construção. O aprendizado se esfarela. A sensibilidade com o outro se transforma. Para o bem ou para o mal. -
Sem presença na internet você não existe? - Revista Amarello
Procrastinando por aí, encontrei esse site. Como é que eu não conhecia?
O texto da Manuela Bernadino é de 2023 e compõe a edição temática "O Que me Falta".
> Antes de discutirmos se uma pessoa existe ou não por ser ausente nesse universo virtual, temos que garantir que todos tenham acesso a uma internet de qualidade. Temos que incluir todas as pessoas nesse processo de digitalização, precisamos sair das nossas bolhas sociais e perceber que temos muito o que fazer. Precisamos levar informação, tecnologia e oportunidades para as favelas do Brasil. Além disso, é necessário encontrar um equilíbrio entre a utilização da internet e a saúde mental, e conscientizar as pessoas sobre os limites dentro das redes sociais. -
OpenCode
É um CLAUDE CLAUDE mas sem o custo (e, certamente, sem as mesmas alegrias). Provavelmente consigo fazer experiências de VIBE CODING DADAÍSTA com isso. -
Rita Lobo: chamar comida de 'proteína' e 'carbo' abre porta para entrada dos ultraprocessados
Ontem ouvi Rita Lobo conversando com a Tati e o Fernando na CBN.
> A lógica do nutricionismo rompe com o conceito de refeição, que envolve rotina, contexto e sociabilidade.
É marketing capitalista o nome disso.
> "“A epidemia de obesidade está diretamente ligada ao aumento do consumo de ultraprocessados. O corpo não reconhece isso como comida, não sacia e vicia. E não é falta de força de vontade, é fisiologia ... Comida é comida, ultraprocessado é ultraprocessado, remédio é remédio. Misturar tudo isso interessa a um sistema que lucra com a confusão" -
Cão Orelha: 'O que adolescentes fizeram acontece todas as noites em casas do Brasil, ao vivo no Discord', alerta juíza Vanessa Cavalieri - BBC News Brasil
Não sei o que pensar.
> Caso de cachorro torturado em SC expõe aumento de atos de violência digital extrema cometidos por adolescentes e compartilhados em grupos da internet, graças a 'combinação explosiva' de uso da tecnologia sem supervisão dos pais.
Tem outra camada nessa história: a sensação de poder e impunidade. Há masculinidade tóxica evidente. Mas esse caso também expõe outro rótulo, mais perverso: o "eu simplesmente posso".
Vejo essa história e imagino quatro acéfalos que não precisam se preocupar com os boletos. Com a roupa suja. Com o que vão comer. Não precisam nem se preocupar com o amanhã: a estrutura na qual vivem é um "tecido social" particular, sempre alvo e sedoso. Tudo bem sair do portão e pisotear no tecido que fica lá fora. O nosso.
Tranquilo. Papai vai ali oferecer "diálogo" pro porteiro ("diálogo" é como papai apelidou o revólver que conseguiu como CAC). Ou posso bater papo com meus amigos do Judiciário.
Imagino ainda que, se essa história for repercutir num programa como o Fantástico, vai haver um esforço enorme pra que os quatro acéfalos e suas famílias sejam poupados. Sabe como é, amigo é pra essas coisas. -
Patrick - Fun with the web
Ando pessimista em relação ao futuro da Web. Por isso é um alento encontrar esse link - sugestão indispeensável do indispeensável Ghedin.
Patrick Brosset, nome que seguramente eu devia conhecer melhor, escreve de forma poética sobre como código pode virar criatividade.
Ele brinca com APIs nativas do navegador, CSS e JavaScript, para estimular a construção de um playground em código aberto.
> The web is an amazingly playful app platform. That's what it was to me some 25 odd years ago, and that's what it still is. A platform where a text editor and a browser of your choice is all you need to start creating. No gatekeepers, no approval processes.
> Every silly experiment, demo, and useless project I've shown here and others I've worked on over the years have taught me something new about the web, and have kept my passion for it alive.
> The web is still magic, and it still matters. Even today when it feels like AI is replacing how people consume and create content.
> Go create something ridiculous, learn by playing, keep the web weird and wonderful.
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This is where I write my Journal on my iPhone | Phong's blog
> There is a small corner on my iPhone that I really love, a place I think most people overlook or sometimes even forget exists.
O autor se refere à função nativa da Apple para redigir um journal/diário. Diz ele que é discreto, acessível, bom para registros sem apps extras, fácil como mandar uma mensagem de texto, com bloqueio por biometria para ninguém ler. E ainda manda lembretes para você não esquecer de escrever. -
Um adeus emocionado ao Chargeonline Brasil | Revista Pirralha
Um dos episódios envolvendo "memória da Internet" que ainda me pegam.
Provavelmente todo "véio" que se lembra como era usar o Netscape tem uma lembrança carinhosa do A Charge Online.
Soube, só tempos depois, que nada daquilo existe mais, por uma série de processos relacionados ao inevitável e implacável tempo. Essa nota, da Revista Pirralha, resgata o episódio.
> O Chargeonline, criado em 1995 pelo cartunista e chargista Mariano, foi retirada do ar no dia 5 de março de 2022. O site foi referência de humor gráfico na internet e por quase 27 anos ele administrou o espaço, mas, com sua morte em 2 de junho de 2021 o site foi perdendo relevância e acabou fechando.
> Apesar de tentativas de migração para plataformas modernas como WordPress, Mariano manteve o site em PHP personalizado, o que complicou a preservação do conteúdo após sua perda. -
Stretching The Limits Of What’s Possible — Smashing Magazine
Esbarrei no link https://histography.io sem querer, navegando em anotações antigas.
Meu comentário ao lado da URL foi: "guarde este link para sempre". Isso foi em 2016, esse ano que virou meme.
Devia guardá-lo, sim. Porque é sensacional.
É uma linha do tempo, alimentada pela Wikipedia, onde cada ponto é um evento histórico -- desde o Big Bang até 2015, ano em que o autor Matan Stauber concluiu seu curso na na Bezalel Academy of Arts and Design.
Há dez anos, Stauber bolou (sem vibe coding!) um rastreador para varrer a Wikipedia, indexar eventos, atribuir valores (baseados em popularidade e comprimento de artigos) e enriquecer com imagens e vídeos.
Ao selecionar um período, a página reconstrói o layout: colunas representam de meses a milhões de anos, dependendo da escala, e cada ponto se posiciona sozinho, de acordo com a quantidade de eventos.
Isso devia estar num GitHub ou algum repositório para preservação histórica. -
Neocities: Create your own free website!
Neocities! Um revival do Geocities! GIFs animados, fundos coloridos, MIDI tocando! Só HTML, CSS e JS! -
Vem com a gente programar em Português! – Cumbuca Dev
Já li alguma coisa a respeito de PSEUDOCÓDIGOS. Nem todo mundo gosta da ideia de entender mais uma sintaxe pra conseguir programar - por que não aprender diretamente na linguagem desejada?
Posso imaginar o debate em cima do PITUGUÊS, essa versão de pseudocódigo para Python. Isso porque, na visão acadêmica padrão, Python já é, digamos assim, simples o bastante.
De toda forma, é interessante enxergar uma comunidade interessada em desenvolver essa ideia e, por que não, fomentar a discussão.