O time de content design do QuintoAndar colocou toda a sua documentação a serviço de um plugin para o Figma.
> O plugin funciona no mesmo estilo de um revisor ortográfico. Conforme você escreve e ele identifica um trecho incorreto ou que pode melhorar, grifa de vermelho. Clicando com o botão direito do mouse, aparece uma sugestão de substituição ou instrução.
Gêrlan Cardoso começa seu texto citando o livro Designing Agentive Technology: AI That Works for People de Christopher Noessel (2017).
> Noessel já antecipava que, em vez de apenas interagir com sistemas, passaríamos a delegar tarefas inteiras a agentes digitais que agiriam por nós.
> O usuário deixa de ser o operador e passa a ser o “cliente” de um sistema inteligente que trabalha para ele.
Isso é uma tendência ou uma ameaça?
> A experiência ideal não será aquela em que o usuário encontra o caminho com facilidade, mas sim aquela em que o caminho é preparado e percorrido por ele, com ajuda de agentes que compreendem contexto, linguagem e intenção.
É simplório achar que o nosso futuro é ficar dialogando com um chatbot?
Descobri esse artigo no Órbita, mantido lindamente pelo Rodrigo Ghedin. E agora eu quero ler mais Jane Ruffino.
Ela argumenta que "ninguém quer software". São complexos, exigem muita informação ou alguma curva de aprendizagem. Em muitos casos, as aplicações desrespeitam o nosso tempo. "Não precisamos encantar as pessoas com software em si. O prazer com ele é quase sempre um atraso."
Talvez fosse interessante pensar em um contraponto: da mesma forma, não dá pra simplesmente oferecer "soluções sem atrito" como se fosse fast-food. Ela mesma lembra disso, mencionando a deia por trás da "rot economy" (algo como "obsessão pelo crescimento").
Esse é o primeiro review do tablet Daylight DC-1, que usa uma mescla de tela e-ink com LCD pra oferecer uma experiência de leitura e escrita mais leve. Guardei esse texto pra lembrar, no futuro, se essa traquitana vai pra frente - ou vai virar um link perdido no passado.
Uma ideia de Kosar Moghanian para envolver times de experiência ao definir termos para um produto. O processo é simples:
> Explain in a paragraph: Write a paragraph or even more to explain the concept to your users.
> Explain in single sentences: Now that you have written a thorough explanation, try to write shorter ones. Write as many single sentences as you can. Each sentence must explain all of the most important points of the concept.
> Mark the keywords: Search for keywords in each of your sentences.
Trim and reform: With a look at the keywords, try to shorten and reform the sentences. Turn them into your desired format whether it’s a CTA or an error message.
> Vote and discuss to find the best 3 items from step 4.
A autora, Autumn Kotsiuba, define CCA (Copy Competitive Analysis) como uma espécie de pesquisa por estruturas em produtos parecidos - é um outro jeito de chamar "benchmarking".
É uma prática interessante para estudar termos comuns ao mesmo mercado, comparar hierarquia de informação, tom e voz.
> Plagiarism and straight-up copying is never okay. What is okay is keeping a pulse on the market’s language and structure.