Olha que interessante esse contraponto do Pablo Stanley ao que costumo chamar de "ARROMBADOS DO VIBE CODING".
Essa frase: "o código se torna o principal campo de atuação para fluxos de trabalho criativos" é forte e rende um debate daqueles.
Em sua visão: "designers stão descrevendo um ciclo híbrido: ideia → código → produto, e o código é a fonte da verdade".
O que me incomoda: a visão de um produto levando em conta modelos mentais e arquitetura de código precisam coexitir, mas na prática, são idiomas com raízes e ramificações de origens diferentes. Híbridos implicam em escolhas que, na prática, "podam" algumas dessas raízes em qualquer dos lados. Qual o resultado disso?
"Algumas pessoas usam o Figma para exploração, alinhamento ou trabalho detalhado, como componentes e consistência ... Se todo mundo está focado no código da aplica;áo, quem está cuidando da visão geral? Da consistência entre as telas? Do sistema de design?". Pois bem.
O texto se encmainha para o fim com? "isso impulsiona o design em direção à estratégia". Adoraria acreditar nisso. Mas qual a chance de, na prática, impulsionar o "fazer pelo fazer" ao operacional?
Como diria Luna, são tantas perguntas...
Pra pesquisar quando der tempo.
Em Svelte, cada componente é um arquivo .svelte que mistura HTML, CSS e JavaScript no mesmo bloco.
Stephen Turner, professor de Data Science, fez algumas anotações a partir do recente artigo "How AI Impacts Skill Formation".
Falando de um jeito que o Marcelo Soares concorde: geradores de lero lero pode aumentar a produtividade de desenvolvedores, mas reduz o aprendizado de quem, assumidamente, atua como um mero ARROMBADO DO VIBE CODING.
De forma controlada e metodológica: desenvolvedores novatos usando IA tiveram desempenho 17% pior em testes de compreensão voltados a leitura de código e conceitos, inclusive no debugging (isto é, ENTENDER O QUE DEU ERRADO). Isso porque a IA substitui o raciocínio crítico. (Mah váh!)
Turner sustenta o binômio "produtividade equilibrada" e "supervisão crítica" baseada no fortalecimento de conceitos. Aprender, moçada, não é fácil. Mas faz diferença.
O texto e a imagem não são exatamente bons. Mas por causa desse link, descobri o tal MCP.
Model Context Protocol (MCP) é uma tecnologia da Anthropic que facilita conectar o CLAUDE CLAUDE a ferramentas externas, como arquivos no computador, bancos de dados ou aplicativos como o Figma.
Entendi que MCP é útil para experimentos em Python porque oferece ao CLAUDE CLAUDE acesso facilitado a arquivos locais, acelerando análise. A ver.
É um CLAUDE CLAUDE mas sem o custo (e, certamente, sem as mesmas alegrias). Provavelmente consigo fazer experiências de VIBE CODING DADAÍSTA com isso.
Já li alguma coisa a respeito de PSEUDOCÓDIGOS. Nem todo mundo gosta da ideia de entender mais uma sintaxe pra conseguir programar - por que não aprender diretamente na linguagem desejada?
Posso imaginar o debate em cima do PITUGUÊS, essa versão de pseudocódigo para Python. Isso porque, na visão acadêmica padrão, Python já é, digamos assim, simples o bastante.
De toda forma, é interessante enxergar uma comunidade interessada em desenvolver essa ideia e, por que não, fomentar a discussão.
Inclui aqui os ARROMBADOS do Vibe Coding - aliás, qualquer hora dessas, preciso escrever sobre os ARROMBADOS do Vibe Coding.
Não sei como esbarrei nesse link (talvez por causa do termo "metadata", mas é muito interessante ver gente dedicada a uma tecnologia que fez funcionar o JABBER no final do século passado.
PagedJS é uma biblioteca JavaScript gratuita e de código aberto que permite paginar conteúdo diretamente no navegador para criar documentos PDF a partir de qualquer conteúdo em HTML
Iniciativa pessoal de Guilherme Vieira relacionando design e programação. Daqueles projetos que devem ser lembrados e referenciados, pra ninguém perder de vista.
Esse é o livro do lagartinho, publicado pela O\Reilly Media.
Está à disposição do leitor nesse endereço.
Em algum momento, talvez seja esse o destino do meu livrinho: liberá-lo para o mundo.
Então posso usar Python para distorcer vozes? Na prática, posso usar Python pra toda jornada de um áudio? Mmmhhh!
Não sei se um dia eu vou usar isso aqui. Mas é bem interessante. Descobri ao abrir a versão demonstração da biblioteca Pedalboard.
LLM vão substituir programadores? (A mesma pergunta é feita pra quem é da Comunicação). Uma boa resposta? LLM é uma ferramenta complementar muito boa; discutir essa pergunta é como debater sobre um dos dois estados possíveis de um io-iô. Isto é: perdemos toda a ação do meio.
Tyler Ellis mantém essa preciosidade no ar. Cada link é uma discussão apoiada em programação cuidadosa, interativa e imersiva.
Tudo por causa de algum programador preguiçoso, que não ajeita o twitter do G1.
Isso talvez resolva o problema das "rapidinhas"
Problema que não acontece com o Interney Blogs
Parece útil, mas preciso entender com calma...