Discussão muito interessante. Reportagem de João Batista Jr.
> “Quando peguei a Raquel para fazer, falei: ‘A narrativa dessa mulher é a cara do Brasil. Ela vai ter uma ascensão social a partir do trabalho. Ela vai ascender e vai permanecer. Isso vai ser uma narrativa muito nova do que a gente vê sobre representação da mulher negra na teledramaturgia brasileira’ (…) Quando vejo que isso não aconteceu, como uma artista que quer contar uma nova narrativa de país, e a dramaturgia proporciona isso, confesso que fico triste e frustrada (…) A Raquel tinha todas as possibilidades da gente contar essa nova narrativa. E quando li, pensei: ‘Ai, meu Deus, não vai ter?’ Não, não vai ter. Tenho que lidar com a realidade que me cabe, que é a de intérprete de uma personagem que não é escrita por mim (…) Também tinha esperança disso e gostaria muito de vê-la assim. Como mulher negra, como artista negra, de ver uma outra narrativa sobre mulheres negras.”
"Essa é a principal razão pela qual a Globo apóia o projeto de TV digital do governo. Ela deve em breve entrar com uma plataforma de TV aberta interativa, na expectativa de conter o dreno representado pela Internet."
Feltrin mata a charada no fim: a Globo "quer descobrir o que pode fazer para tentar manter a família diante de uma tela de TV, quando há outras opções tão ou mais interessantes".
Depois da filosofia (que rendeu comentários idem), o melhor: vídeos clássicos de canções pop da Índia.