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The Design Vibeshift | Pablo Stanley
Olha que interessante esse contraponto do Pablo Stanley ao que costumo chamar de "ARROMBADOS DO VIBE CODING".
Essa frase: "o código se torna o principal campo de atuação para fluxos de trabalho criativos" é forte e rende um debate daqueles.
Em sua visão: "designers stão descrevendo um ciclo híbrido: ideia → código → produto, e o código é a fonte da verdade".
O que me incomoda: a visão de um produto levando em conta modelos mentais e arquitetura de código precisam coexitir, mas na prática, são idiomas com raízes e ramificações de origens diferentes. Híbridos implicam em escolhas que, na prática, "podam" algumas dessas raízes em qualquer dos lados. Qual o resultado disso?
"Algumas pessoas usam o Figma para exploração, alinhamento ou trabalho detalhado, como componentes e consistência ... Se todo mundo está focado no código da aplica;áo, quem está cuidando da visão geral? Da consistência entre as telas? Do sistema de design?". Pois bem.
O texto se encmainha para o fim com? "isso impulsiona o design em direção à estratégia". Adoraria acreditar nisso. Mas qual a chance de, na prática, impulsionar o "fazer pelo fazer" ao operacional?
Como diria Luna, são tantas perguntas... -
Open Visualization Academy
Olha isso! Pincei no LINQUEDISNEY do Alberto Cairo.
> On Friday we launched the Open Visualization Academy with 7 free courses (1-2 more will be released monthly) and it has received much more attention than I expected: 300+ have subscribed to the website, even if it's not needed to see any of the materials we've made available, and our newsletter is nearing 4,000 readers. Those are incredible numbers. I feel happy and grateful. -
Stretching The Limits Of What’s Possible — Smashing Magazine
Esbarrei no link https://histography.io sem querer, navegando em anotações antigas.
Meu comentário ao lado da URL foi: "guarde este link para sempre". Isso foi em 2016, esse ano que virou meme.
Devia guardá-lo, sim. Porque é sensacional.
É uma linha do tempo, alimentada pela Wikipedia, onde cada ponto é um evento histórico -- desde o Big Bang até 2015, ano em que o autor Matan Stauber concluiu seu curso na na Bezalel Academy of Arts and Design.
Há dez anos, Stauber bolou (sem vibe coding!) um rastreador para varrer a Wikipedia, indexar eventos, atribuir valores (baseados em popularidade e comprimento de artigos) e enriquecer com imagens e vídeos.
Ao selecionar um período, a página reconstrói o layout: colunas representam de meses a milhões de anos, dependendo da escala, e cada ponto se posiciona sozinho, de acordo com a quantidade de eventos.
Isso devia estar num GitHub ou algum repositório para preservação histórica. -
100 FORMAS DE CONTAR DE 1 A 100 UTILIZANDO PROGRAMAÇÃO
Iniciativa pessoal de Guilherme Vieira relacionando design e programação. Daqueles projetos que devem ser lembrados e referenciados, pra ninguém perder de vista. -
Vídeo do Felca e o jornalismo | Nucleo
Estou seguindo as pessoas erradas? Por que será que, durante a semana, vejo essa discussão rolando:
> É muito comum, quando um influenciador faz um vídeo muito popular que toca em assuntos cobertos pela imprensa, que jornalistas se questionem: onde é que estamos errando? Por que nosso conteúdo, que passamos meses e gastamos milhares de reais apurando, possui tão menos visibilidade do que o vídeo de um influencer de 27 anos que nunca dedicou um minuto de sua vida ao jornalismo?
Não foi apenas o Sergio Spagnuolo que levantou essa bola.
Talvez um dos pontos mais calorosos da conversa tenha a ver com isso aqui:
> O Felca faz o rolê dele, do jeito que ele quer, com a linguagem que ele quer. Ele não tem padrões jornalísticos pra seguir, ele não tem que ouvir o contraditório, checar fatos nem discutir pautas à exaustão. Ele não tem editores que vão ler e reler o roteiro dele nem checar suas afirmações. O processo dele não é jornalístico.
Mas o processo relacionado ao vídeo sobre adultização, capaz de furar a bolha, pautar a grande imprensa e virar debate no Congresso, teve em seu processo algo bem mais próximo do Jornalismo em comparação com os perfis de celebridade, os caçadores de clique e outras pragas programáticas.
> O jornalismo precisa se preocupar em chegar ao máximo de pessoas, claro, mas a partir do momento em que começar a se preocupar mais com pageviews do que em "intencionalidade" e "processo", tudo o que vão sobrar são influenciadores.
Concordo. E aqui reside a pergunta-Tostines dessa questão: quem alimenta as plataformas digitais, que sustentam influenciadores e promovem conteúdos que, não necessariamente, geram debate - mas fazem muita espuma? -
The Functional Art: An Introduction to Information Graphics and Visualization
Recado de Alberto Cairo no LinkedIsney:
> Big news: The archive of my old weblog, The Functional Art, is back online: www.thefunctionalart.com
> The blog won't be updated anymore, though. In the next 2-3 weeks I'll share some news about resuming the newsletter related to my upcoming big project: openvisualizationacademy.org
A ver. -
Criando um plugin de revisão de textos no Figma
O time de content design do QuintoAndar colocou toda a sua documentação a serviço de um plugin para o Figma.
> O plugin funciona no mesmo estilo de um revisor ortográfico. Conforme você escreve e ele identifica um trecho incorreto ou que pode melhorar, grifa de vermelho. Clicando com o botão direito do mouse, aparece uma sugestão de substituição ou instrução. -
The promise and distraction of productivity and note-taking systems
Sou um não-praticante das ideias que baseiam o pensamento que colocam as anotações como alicerce de processos como o “Zettelkasten” no Niklas Luhmann. Nesse sentido, o texto do autor é perfeito! O incômodo dele é o meu também. Separei três frases ótimas.
“O propósito das anotações nessa escola de pensamento é melhorar a qualidade da sua produção e isso é, infelizmente, algo muito, muito diferente de produtividade”.
“Gerenciar suas referências, notas e o que você leu é uma parte essencial do trabalho do conhecimento, mas a leitura (ou a observação, se você estiver nesse tipo de área) e o resultado precisam estar no centro de tudo o que você estiver fazendo.”
“Se o seu sistema está distraindo você de se envolver totalmente com sua leitura e melhorar iterativamente sua escrita, codificação ou arte, então eu diria que ele está lhe fazendo um desserviço e que seria melhor simplificar suas práticas.”
Pincei no sempre indispensável Órbita, do Ghedin. -
modem.io
Tyler Ellis mantém essa preciosidade no ar. Cada link é uma discussão apoiada em programação cuidadosa, interativa e imersiva. -
Nobody wants to use any software
Descobri esse artigo no Órbita, mantido lindamente pelo Rodrigo Ghedin. E agora eu quero ler mais Jane Ruffino.
Ela argumenta que "ninguém quer software". São complexos, exigem muita informação ou alguma curva de aprendizagem. Em muitos casos, as aplicações desrespeitam o nosso tempo. "Não precisamos encantar as pessoas com software em si. O prazer com ele é quase sempre um atraso."
Talvez fosse interessante pensar em um contraponto: da mesma forma, não dá pra simplesmente oferecer "soluções sem atrito" como se fosse fast-food. Ela mesma lembra disso, mencionando a deia por trás da "rot economy" (algo como "obsessão pelo crescimento"). -
Aguinaldo Silva em uma versão editada de sua entrevista ao Estadão
Duas coisas interessantes desse recorte no YouTube:
As pessoas estão sendo treinadas pra ver coisas curtas, superficiais. Não estão acostumadas a um capítulo de novela com, sei lá, 40 minutos.
Empresa contratou influenciadores para falar bem da marca. É estranho: deviam falam bem apenas quando você merece.
Pois é, pessoal. -
Copy-storming: A UX Writing Ideation Tool
Uma ideia de Kosar Moghanian para envolver times de experiência ao definir termos para um produto. O processo é simples:
> Explain in a paragraph: Write a paragraph or even more to explain the concept to your users.
> Explain in single sentences: Now that you have written a thorough explanation, try to write shorter ones. Write as many single sentences as you can. Each sentence must explain all of the most important points of the concept.
> Mark the keywords: Search for keywords in each of your sentences.
Trim and reform: With a look at the keywords, try to shorten and reform the sentences. Turn them into your desired format whether it’s a CTA or an error message.
> Vote and discuss to find the best 3 items from step 4. -
How to Run a Copy Competitive Analysis
A autora, Autumn Kotsiuba, define CCA (Copy Competitive Analysis) como uma espécie de pesquisa por estruturas em produtos parecidos - é um outro jeito de chamar "benchmarking".
É uma prática interessante para estudar termos comuns ao mesmo mercado, comparar hierarquia de informação, tom e voz.
> Plagiarism and straight-up copying is never okay. What is okay is keeping a pulse on the market’s language and structure. -
A Practical Guide to Designing with data. A book by Brian Suda, published by Five Simple Steps.
Mais uma do Tiago Doria: livro a ser lançado sobre visualização de dados. -
85 wordpress plugins for blogging journalists | Online Journalism Blog
Minha nossa! Oitenta e cinco!!! -
World Mosaic Created From 1001 Web 2.0 Logos
Mapa mundi criado com 1001 marcas da Web 2.0 - e eu não conheço 10% delas... -
Data Visualization and Infographics Resources « Smashing Magazine
Manupulação, organização e exibição de dados em infográficos: exemplos muito interessantes! -
Mozilla Labs » Bespin
"Bespin is a Mozilla Labs experiment that proposes an open, extensible web-based framework for code editing". Mmmhhh...