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MasterWhats — Conversas Vazadas de Daniel Vorcaro
66 mil mensagens dos celulares apreendidos de Daniel Vorcaro (Banco Master), em 24 conversas — de Martha Graeff a Alexandre de Moraes. Busca, links diretos e navegação por data.
Projeto feito por Rafael Bressan com Claude Code. Código-fonte no GitHub: https://github.com/rafaelbressan/masterzap -
Markdoc | A powerful, flexible, Markdown-based authoring framework
Esse link nasce de uma trombada que dei em outro lugar. Aqui:
https://apidog.com/pt/blog/stripe-docs/
Basicamente, é um artigo exultando a forma como a Stripe organiza sua documentação. Gosto. -
About ClassicPress Our Mission & Vision | ClassicPress
Descobri ao acaso um fork do WordPress que, desde 2018, vai em uma linha completamente diferente.
> ClassicPress is a community-led open source content management system for website creators everywhere. Stable. Secure. Instantly Familiar.
Foi criado para manter a experiência de publicação “clássica”, antes do Gutenberg. Parte da premissa na qual a experiência editorial anterior ao Gutenberg já era madura, testada e aprovada.
Pra gente olhar com calma. -
Bolsodex: a localização perdida de Pokémon
Das coisas legais da reportagem sobre Indie Web da Super: uma porção de coisas velhas do site do Vinizinho. Incluindo o BolsoDex. -
INTERFACECRITIQUE — Olia Lialina: FROM MY TO ME
Bela Lobato, naquela reportagem sobre "Indie Web", escreveu:
> Um texto fantástico e indispensável para a reportagem. Uma elaboração sobre as mudanças da cibercultura nas últimas décadas, de forma acessível e lindamente ilustrada com quase 80 prints de sites antigos.
O texto levanta a hipótese (muito boa) na qual o usuário deixa de ser criador para se tornar dado. Ela critica a redução da autonomia técnica e defende a resistência contra a alienação imposta pelas big techs. -
duda.eletrohits
Bicho, que site é esse! -
Internet à moda antiga: conheça a indie web, onde as pessoas ainda fazem seus próprios sites | Manual do Usuário
Rodrigo Ghedin faz menção a uma reportagem deliciosa de Bela Lobato, publicada na Revista Super #490.
O texto original celebra a Web aberta de Tim Berners-Lee e a nossa capacidade de conectar ideias e pessoas por meio de hipertexto. Passeia ainda pelos blogs e RSS.
> Havia um otimismo tecnológico no ar, e muita gente enxergava a promessa de um mundo com educação e debate público mais qualificados e democráticos.
Exatamente.
> Os autores de blogs longevos entrevistados para esta reportagem relataram a alegria que é saber que seus posts mais antigos ainda são encontrados e apreciados, mesmo depois de anos.
Sim! É a circulação efêmera explodindo a cognição.
O texto é uma delícia. Olha a sugestão do artista irlandês Melon King, trazida na reportagem:
> “Tem um jogo legal em que você se junta com amigos e todos começam no mesmo site. Todo mundo passa cinco minutos surfando e clicando em links, sozinhos. A regra é: depois de clicar em algo, não pode voltar atrás nem digitar nada. Cada um tira prints das telas ao longo da jornada e, ao final, faz uma apresentação mostrando curiosidades que encontraram.”
Por aqui, um devoto orgulhoso da Indie Web.
Em tempo: aqui, uma curadoria pra passar horas navegando. https://super.abril.com.br/tecnologia/internet-a-moda-antiga-53-links-para-comecar-a-surfar-pela-indie-web/ -
Apaga-se tudo para se reinventar | Michel Alcoforado
Estou finalizando um portfolio. Uma ideia antiga, que venho construindo devagar, tentando juntar os pontos da minha historia.
Ele se baseia, entre outras ideias, em um manifesto, uma forma de enxergar o mundo a partir da memoria.
Estava feliz com a maneira como conduzo o projeto ate encontrar o texto de Michel Alcoforado.
> Espera-se que, ao longo da vida, a gente adquira gostos, interesses, ritmos, desejos e identidades diferentes. É normal. O amadurecimento cobra rupturas, por vezes, mudanças bruscas, na forma como nos comportamos e revelamos quem somos.
Se eu demoro pra fazer isso... Eu tenho um problema?
> É longa, nas Ciências Sociais, a lista dos autores interessados em pensar as conexões entre memória e identidade. Se com Waly Salomão sabemos que “a memória é uma ilha de edição”, atenta a cortar, selecionar e reorganizar as lembranças, com os cientistas sociais aprendemos que as escolhas editoriais de cada um de nós existem, em grande parte, para sustentar a ideia de quem somos. Enfim, lembramos de um passado que nos ajude a dar algum contorno para a nossa própria identidade. O que foge à narrativa é jogado fora. Ou, pelo menos, era.
Mas eu nao ligo em acumular passados e ressignificar coisas. Sera que estou preso em um "eu do passado", sem conseguir "ser diferente"?
A coluna se apoia em uma visao que remete a dataficaçao da vida, ou seja, a dificuldade que temos em "sermos esquecidos" por conta daquilo que compartilhamos no passado. Eu mesmo tenho vergonha de algumas ideias que, seguramente, ainda estao jogadas no meu blog.
Eu deveria me incomodar mais com isso?
> O problema das redes sociais e dos arquivos das plataformas digitais está no fato de congelarem a vida dos usuários em um tempo que não passa. É o que chamo de presente eterno. Por lá, o “ontem” é sempre tratado como “hoje” e vive a nos cobrar uma certa conformidade e coerência com o que não somos mais.
Bicho! Eu tenho um problema! Eu deveria querer me reinventar! Preciso de ajuda! -
Que fim levou a conexão discada, internet que esperávamos meia-noite para usar? | TecMundo
Esse é o tipo de artigo que gostaria de escrever. Obrigado por isso, Nilton Kleina. -
Os últimos territórios livres dos algoritmos (Por que os rituais voltaram a importar) – Jornal da USP
Paulo Nassar, professor da ECA, cita Byung-Chul Han e faz menção a "espaços de resistência" contra algoritmos.
Quanto mais a vida é organizada por plataformas alimentadas por atenção, dados e otimização) mais as pessoas criam ou voltam a praticar rituais fora das telas e sem a obrigação de serem produtivos, capazes de interrompem essa lógica e recuperar silêncio, presença e sentido.
Quero acreditar nisso. -
Fuck Up My Site - Turn Any Website Into Beautiful Chaos
Tá com tempo livre? Divirta-se!
> Transform any website into pure chaos with burning cursors, Comic Sans everything, fake cursors, runaway buttons, and more. A humorous parody tool - NOT for actual use on real sites. Some people just want to watch the web burn. -
A era das informações ultraprocessadas | Inesplorato
Já devo ter dito isso antes. Mas eu sou muito, muito fã da Inesplorato.
Um dos meus objetivos pessoais é: entender os pormenores do que eles entendem por "curadoria do conhecimento" e aplicar a qualquer contexto.
Debora Emm, uma das fundadoras, compartilha aqui um dos tópicos que mais me angustia nesse 2026: de que forma nossa ginástica mental está sendo substituída por "snacks" produzidos por IA.
> Desenvolver mecanismos para lidar com os inúmeros estímulos da realidade faz parte da forma como organizamos a vida em sociedade. Simplesmente não dá para parar, prestar atenção e pensar sobre tudo. Mas o que perdemos quando passamos a consumir apenas aquilo que já chega pronto e elaborado?
Não sei. Preciso de ajuda pra responder a isso. -
Gestão de Conhecimento Pessoal - II - Vol. 1, No. 6 2026
Talvez seja dos textos mais completos que vi sobre CEGUNDO SÉLEBRO.
Tem gambém a Parte I. https://www.rizomatico.org/gestao-de-conhecimento-pessoal-i/ -
The Useless Web
É o site mais sensacional da Internet. -
Error 404 | Dribble
Não compartilhei o link por ser uma comunidade online para designers e criativos compartilharem seus trabalhos.
Compartilhei um ERRO 404. Olha que sensacional: ele filtra páginas a partir da cor! -
As Big Techs são os novos conglomerados de mídia > Agencia Publica
Esse texto da Natalia Viana tem duas observaçoes interessantes.
A primeira: se a "Big Techs sao os novos conglomerados de mídia, 'fica claro que nós, jornalistas, somos necessariamente o inimigo para esta nova ordem autoritária global."
A segunda: Chatham House Ruleia!
> O evento foi realizado segundo as “Chatham Rules”, ou seja, ninguém pode filmar, nem gravar, e não podemos citar quem mencionou o que ao longo da discussão. Foi uma decisão acertada: sem poder gravar ou postar a conversa online, a avidez por segurar o telefone cessou. Todos estiveram presentes com total atenção.
Genial! -
Fim de feira na internet - revista piauí
Victor Calcagno reúne, no mesm texto, a FEIRA DA FRUTA TIKTOKER e a MERDIFICAÇÃO do Cory Doctorow.
Vídeos curtos. Conexão emocional. Conteúdos superficiais e caóticos. Clímax de tensão que vira ganchos para os próximos. Cores e formas infantis e atraentes, incluindo figuras "feminizadas". Plataformas piorando a experiência em favor da atenção do usuário e lucro aos anunciantes. -
Guernica Gigapíxel - Repensar Guernica
Isso aqui é sensacional.
> Una investigación sobre Guernica de Pablo Picasso llevada a cabo por el Museo Reina Sofía y compuesta por alrededor de 2000 documentos.
Começa com uma imagem gigapíxel do mural “Guernica”, que permite “olhar” a pintura muito de perto. -
The Future of Everything is Lies, I Guess
O artigo de Kyle Kingsbury é uma visão crítica e longa sobre os limites e problemas dos LLMs. É muito alinhado ao que o Marcelo Soares chama de "gerador de lero-lero": ele cria "texto plausível frequentemente desconectado da realidade".
Uma consequência é:infiltram-se na cultura como "narradores não confiáveis", produzindo "fanfic da realidade" em escala massiva, o que erode a confiança compartilhada em fatos, arte e comunicação.
Pois então. -
Cadeira de Barbeiro: Reminiscências
Texto de Demi Getschko, lenda da Internet brasileira, sobre o que fizeram da nossa contracultura.
É um texto que nos lembra que a internet foi criada com visão libertária, sem controle central, por acadêmicos dos anos 70. Um troço completamente distante do que se vê hoje.
Ele aponta para os perigos de dar voz a qualquer bobagem, o problema dos "jardins murados" por plataformas e o sumiço da praça pública de Habermas. O resultado é: vence o engajamento (seja lá o que isso quer dizer), perde a conversa.