Diga "Programa Flávio Cavalcanti!"! Nossos comerciais, por favor!
Não, nada disso. É um manifesto excelente pra gente que manda "oi" no Zap esperando resposta antes de ir direto ao assunto.
> O cofundador do Reddit Alexis Ohanian afirmou que a internet está se tornando um ambiente “robótico”, dominado por conteúdo automatizado e de baixa qualidade criado por inteligência artificial.
Mah vá!?
> Ele acredita que a “próxima geração de mídias sociais será comprovadamente humana”, movida pelo desejo de interações mais autênticas.
Vou contar uma coisa incrível.
Sabe quem é grande candidata a "próxima geração de mídia social comprovadamente humana"?
Sim, os blogs pessoais dos anos 2000.
Olha que programa divertido - e que desculpa incrível pra ir a Curitiba até o final do ano!
A ideia é "criar um espaço onde as pessoas possam se encontrar e trocar ideias sobre como criar, melhorar e manter um site pessoal".
PagedJS é uma biblioteca JavaScript gratuita e de código aberto que permite paginar conteúdo diretamente no navegador para criar documentos PDF a partir de qualquer conteúdo em HTML
Adoraria ter tempo pra fazer isso aqui.
> This machine is a book scanner that I designed. It makes paper books into digital books. When I started this project in 2009, there was almost no useful information on the internet about how to design, build, and operate a book scanning machine.
Para ler com calma. Sobre o enfraquecimento da web aberta e descentralizada. Faz uma ode aos formatos XML e XSLT ao dizer que "são cruciais para manter a web universal e aberta, permitindo interoperabilidade e a criação de documentos complexos e acessíveis". Menciona ainda um "desmonte ao RSS" - um dos temas que vivem no meu rascunho "pra quando o blog voltar".
Hoje mandei um e-mail pra Bia Granja.
Talvez ela não veja, nem responda. Tudo bem.
Se você não tem ideia de quem estou falando, esse artigo, de 2015, redigido pela Daniela Paiva, faz uma bpa síntese.
O que o texto, digamos assim, não se aprofunda, tem a ver com a iniciativa construída por ela, ao lado de Bob Wollheim, em 2006.
> Juntos (afetivamente e profissionalmente), em 2006 encamparam o projeto da revistinha PIX, que falava das coisas legais da internet, mas sem afetação. Sem achar que aqueles seres eram ETs.
Todo mundo conhece YouPIX como plataforma impulsionadora de creators. Mas ninguém lembra da revistinha, em formato de cartão-postal, distribuída gratuitamente.
Levante a mão quem desejaria reencontrar esse acervo, que conta uma boa parte dos primórdios da web nacional.
Não sei se um dia eu vou usar isso aqui. Mas é bem interessante. Descobri ao abrir a versão demonstração da biblioteca Pedalboard.
> A Crise da Imagem procura expor como a IAG (Inteligência Artificial Generativa), de forma fascinante, pode democratizar o acesso à criação visual mas, simultaneamente, distorcer narrativas históricas e culturais, perpetuando preconceitos e desigualdades no atendimento a interesses escusos de controle e persuasão. Por isso, as autoras e autores aqui presentes alertam para a imperativa necessidade de transparência, letramento midiático e pensamento crítico, a fim de atenuarmos os riscos potenciais associados à manipulação e desinformação em curso.
Interessantíssimo.
Em tempo: não entendo como uma editora que pretende disponibilizar seus e-books para download não oferece o formato epub ou similar.
Não sei se é uma tática viável, mas o Tecnoblog está apinhado de artigos que começam com "o que é" - talvez pra tentar fisgar alguma credibilidade nas buscas catapultadas por IA.
Enfim. Esse, assinado Igor Shimabukuro, faz um resumo bem interessante sobre redes sociais.
As últimas linhas, provavelmente, mereceriam um texto longform à parte. O texto se arrisca a diferenciar "rede social" de "mídia social". Veja lá e, depois, compare com o que o Walter Lima definia, em 2009:
> A mídia social conectada é um formato de comunicação mediada por computador (CMC) que permite a criação, compartilhamento, comentário, avaliação, classificação, recomendação e disseminação de conteúdos digitais de relevância social de forma descentralizada, colaborativa e autônoma tecnologicamente. Possui como principal característica a participação ativa (síncrona e/ou assíncrona) da comunidade de usuários na integração de informações.
Como é bom redescobrir blogs. O Lerama, do Manual do Usuário, me apresentou o Eliel Guilhen.
Nesse post, ele dá um abraço no que representou o Arc Browser durante o tempo em que o navegador esteve em desenvolvimento.
É um blog de agência. Texto assinado por uma consultora. Mas trata de criar conteúdos pilares e relacioná-los num mapa semântico.
Passo 1: Identifique o(s) seu(s) Tópico(s) Principal(is). Determine o(s) assunto(s) principal(is) em que seu site se concentrou ao longo dos anos. Isso deve refletir a especialidade ou nicho principal do seu site.
Passo 2: Audite e Catalogue o Conteúdo Existente. A Cristina Halvorson já tratava disso. Use planilhas ou ferramentas (Excel, Planilhas Google) para listar URLs, títulos, tópicos principais, subtópicos e palavras-chave.
Passo 3: Pesquise e Identifique Subtópicos e Clusters. Agrupe o conteúdo relacionado em clusters temáticos (tópicos e subtópicos pilares) com base na relevância e na intenção de busca.
Etapa 4: Mapeie as Interconexões entre os Tópicos. Organize seu conteúdo em uma estrutura hierárquica ou de rede, onde as páginas pilares atuam como hubs que conectam o conteúdo do cluster.
Etapa 5: Crie ou Atualize as Páginas Pilares. Desenvolva ou refine páginas pilares abrangentes que abordem tópicos amplos em profundidade. Isso cria uma hierarquia de conteúdo e uma cobertura temática claras.
Ainda não entendi exatamente como funciona. Mas esse artigo do Nick Hagar é mais um lembrete: vá entender o que é NLWeb e como funciona "Semantic Search".
> A Three-Step Pipeline. Behind the scenes, NLWeb operates on a straightforward three-stage pipeline designed for simplicity, cost-efficiency, and publisher control.
> Ingest: Standardized Item Collections. To cut down on complexity, it standardizes this process using schema.org conventions.
> Process: Efficient, Low-Cost LLM Logic. Next, when a user sends a query, NLWeb assesses relevance, scores results, and generates explanations.
> Serve: A Flexible, Headless API. Finally, NLWeb delivers its results via a flexible API. It is a “headless” system, meaning it has no built-in, mandatory UI.
Da série: MAH VAH!
Trechos da reportagem de Bruno Lupion, da DW, republicada pelo G1, sobre estudo do pesquisador Thorsten Otto, do Instituto de Psicologia da Educação da Universidade Técnica de Braunschweig:
> Ao consumirem esses vídeos, os usuários satisfazem necessidades por informação, entretenimento, conexão social ou regulação emocional sem a necessidade de muito esforço cognitivo. Em troca, o cérebro premia o comportamento com a liberação de dopamina. No entanto, esse jeito de se informar – ou de aprender – vai na contramão de como nosso cérebro funciona para desenvolver os raciocínios complexos que caracterizam uma aprendizagem profunda.
> Alguns estudos indicam que o uso excessivo de mídias sociais e o consumo compulsivo de conteúdo de baixa qualidade – como notícias sensacionalistas, teorias da conspiração e entretenimento vazio – podem literalmente encolher a massa cinzenta, diminuir a capacidade de atenção e enfraquecer a memória.
"Suas ideias viram posts". Caixa alta e baixa nos botões. Nem rolei a tela e já odiei.
"Você recebe sugestões de posts a partir de conteúdos curados conforme suas preferências e objetivos" - é o bom e velho "dar aquela cozinhada".
Aí tem o plano CONCIERGE. "Aqui vai ter um CERUMANO editando".
"A katalista poupou um TEMPO CONSIDERAVEL para ampliar o volume e a qualidade das minhas publicações". Isso é um beneficio ou um atestado de incompetência cognitiva?
O que me impressiona é que realmente deve ter gente pagando por esse serviço.
Tyler Ellis mantém essa preciosidade no ar. Cada link é uma discussão apoiada em programação cuidadosa, interativa e imersiva.
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"As ferramentas tecnológicas e a web propiciaram ao cidadão um contato mais próximo com a universalização do conhecimento, transformando-os em influentes atores sociais mais ativos e influentes. Isso permitiu ao leitor e telespectador entrarem em contato com vozes dissonantes, complicando o trabalho dos veículos de comunicação. "
"Many national newspapers have more male readers than female. But that gap is closing fast, and the success of female-friendly websites like Mail Online are beginning to suggest a clear direction for the future". Via @rafaelsbarai.