Pode ler o texto. Mas se quiser poupar um clique: não.
Leia o Charlley.
> A IA não entende como nós. Ela estatisticamente correlaciona dados. Sem estrutura semântica, ela é um papagaio com amnésia: repete, mas não compreende. E é por isso que sistemas de IA precisam de modelos semânticos construídos por humanos.
Muito bacana isso aqui. Dá pra testar funções variadas envolvendo texto e IA.
Gêrlan Cardoso começa seu texto citando o livro Designing Agentive Technology: AI That Works for People de Christopher Noessel (2017).
> Noessel já antecipava que, em vez de apenas interagir com sistemas, passaríamos a delegar tarefas inteiras a agentes digitais que agiriam por nós.
> O usuário deixa de ser o operador e passa a ser o “cliente” de um sistema inteligente que trabalha para ele.
Isso é uma tendência ou uma ameaça?
> A experiência ideal não será aquela em que o usuário encontra o caminho com facilidade, mas sim aquela em que o caminho é preparado e percorrido por ele, com ajuda de agentes que compreendem contexto, linguagem e intenção.
É simplório achar que o nosso futuro é ficar dialogando com um chatbot?