Uma nova viagem merece um infame…

Marmota conseguiu alguns dias para participar de um evento bacana em Brasília, cidade que já conheceu e praticamente morou durante poucos meses em 1989. Além de ouvir muita gente falar sobre jornalismo e seus afluentes, a idéia é rever a cidade e passear por alguns pontos turísticos. De quebra, quem sabe, visitar amigos como o Alexandre ou a Renata. O embarque será na manhã deste domingo, em Congonhas, onde certamente vai gritar, antes de entrar no avião:

– E lá vaaaamos nóóóóós!!!

Essa era a deixa da bruxa baranga ao subir em sua vassoura mágica. Um acidente, no entanto, partiu seu veículo ao meio, obrigando-a a uma consulta ao único funcionário disponível na fábrica de vassoura da cidade: Pica Pau, que a atende prontamente, manuseando a impagável e ecologicamente incorreta máquina de produzir cabos novos. A história toda se sustenta na teimosia da bruxa velha, de não desembolsar míseros 50 centavos pelo conserto (“sem cinquenta centavos, sem vassoura”). Depois de sofrer um bocado, inclusive se esborrachando tentando voar com a vassoura errada, a bruxa estúpida decide abrir o porta-níqueis da ponta do pé (o da perna mais feia) e acerta a dívida. Como a vassoura passou o desenho inteiro encerrada no depósito, a velhota é obrigada a testar centenas delas, sem sucesso. No final, quem acerta o “e lá vamos nós” e sai pela janela é o passarinho de risada inconfundível (do episódio Witch Crafty, de 1955).

André Marmota tem uma incrível habilidade: transforma-se de “homem de todas as vidas” a “uma lembrancinha aí” em poucas semanas. Quer saber mais?

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Comentários em blogs: ainda existem? (2)

  1. Cara, vc lembra daquele onde o Zé Jacaré canta:
    Hoje eu vou fazer um fricasse de pica pau, mas como é bom um fricasse de pica pau?
    Como era a musiquinha mesmo?

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