Enquanto isso, no Rio de Janeiro…

Aqui tivemos que encarar o calor e o sol forte. O Rio de Janeiro, por sua vez, ainda teve que conviver com urnas eletrônicas que teimavam em não funcionar!

Felizmente, a minha amiga “paulistoca” Márcia não passou por essa. Natural de Franca, só precisou aparecer em um posto de justificativa, preencher o formulário e… Ficar na fila, claro, como todos os eleitores do país neste domingo! Agora, preste atenção neste relato interessante.

“Nossa, André… Que tristeza! Fiquei deprimida na fila! É incrível o número de pessoas que não sabiam preencher o formulário!! Quando pegaram o meu, o pessoal até começou a brincar, dizendo que era o primeiro do dia preenchido corretamente! Muito triste!”

E tem mais. “Tinha um senhor atrás de mim na fila. Ele me disse que a mãe e o pai eram falecidos, então não poderia preencher o formulário. (?) Eu expliquei que tudo bem, o que interessava era o nome da mãe apenas. Você acredita que ele disse que não sabia? Então eu pedi para ele olhar no RG…

Mas o tal senhor continuou dizendo que a mãe era morta… E que quando o forem procurá-la para saber se ele foi justificar, não iria adiantar!!! Olha só que locura: o homem achava que tinha que colocar o nome da mãe perguntarem depois se ele tinha ido mesmo justificar o voto… Pode???”

Mas é claro que pode… Pode ser um grande defeito meu, mas eu já deixei de me indignar com tanta coisa… O pior é que, infelizmente, quem devia atentar para essas coisas também deixou.

André Marmota tem uma incrível habilidade: transforma-se de “homem de todas as vidas” a “uma lembrancinha aí” em poucas semanas. Quer saber mais?

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