Personagens que fizeram nossa história

Quem está acompanhando a série “Na Ilha da Magia” já conhece perfeitamente os quatro personagens principais: além deste que vos escreve, temos as presenças marcantes de Adilson Fuzo, Lello Lopes e Fernando Narazaki nos papéis principais. Como você já sabe, a história também contou com algumas participações bastante especiais, além do mitológico Rei Medas (tá tudo no arquivo de fevereiro).

Evidentemente, outros ilustres e desconhecidos coadjuvantes e figurantes foram fundamentais para que a trama se concretizasse, e é uma pena, mas poucos deles aparecem nos vídeos ou nas fotos. Para recompensar, vamos resgatar a imagem de todas estas figuras agora mesmo! Está feito o registro, até porque, ninguém vai ser capaz de ler todos até o fim. Para me ajudar nessa exaustiva tarefa, contei com a ajuda de Adilson, que acompanhou todos os sete dias desta aventura em detalhes. Vamos a eles!

O homem que comia queijo: Em plena Régis Bittencourt, ainda no caminho para o sul, um dos assuntos discutidos por mim e Adilson era comida, especificamente este nobre derivado do leite, muito comum em todo tipo de buffet em churrascaria. “Isso engorda que é uma beleza”, dizíamos. Quando paramos em função de um acidente que atravancou o trânsito, um sujeito enorme, sem camisa, desceu do carro para tentar descobrir algo. “Isso, olha ali, ó. Come queijo pra você ver. Vai ficar assim”, emendou Adilson.

O guia da Arena: O simpático rapaz que explicava os detalhes do mais moderno estádio de futebol do Brasil precisou ter paciência comigo, um sujeito de férias que desligou três dos seus quatro neurônios ativos normalmente. “Existe um organograma de obras já previsto?”, perguntou o turista imbecil. “Como assim?”, tratou de consertar, humildemente, o bem-informado guia – que explicou o CRONOGRAMA das obras.

A dona da pousada: A mulher, de sotaque português-açoriano, faz de tudo: tem uma loja, faz bicos… E tem até uma pousada, para incrementar a renda familiar. Ela entregou a chave do nosso quarto e esperava ver a nossa cara novamente apenas na hora de devolvê-la – não fossem o ventilador de teto faiscante e o chuveiro gelado. Outro detalhe que não podemos deixar passar: suas filhas! Comprometidas, sim. Mas ah se elas me dessem bola…

Os hóspedes da pousada: Poucos se materializaram de verdade. Normalmente, dizíamos que “era a turma do carro tal”. Em sua grande maioria, famílias. Com exceção da turma bastante jovem do Ford Ka de São Paulo, no nosso quarto ao lado. Mas não paravam lá. “Eles devem estar aproveitando”, lamentou Adilson.

O homem do sonho: Na primeira manhã em Floripa, Adilson teve uma visão enquanto dormia. “Seu amigo Lello Lopes ainda não ligou, ele não sabe onde vocês estão, pode estar perdido na cidade, você precisa ajudá-lo”. Adilson levou um susto e, após alguns segundos, refletiu: “ah, vou dormir mais um pouco, depois eu penso nisso”.

O rapaz da padaria: Café em casa? Que nada. Tratamos de encontrar uma padaria na Lagoa para tomá-lo de forma decente. Acredito que, logo no segundo dia, o carinha já sabia: “lá vem os estúpidos do misto quente”.

O clone do Guga: Na mesma padaria, Adilson deu de cara com um sujeito alto, magro e com cabelos encaracolados. “É o Guga”, gritou. “Não é possível, é a cara dele”, se acalmou minutos depois. Com o passar dos dias, percebeu o óbvio ululante: mulheres bonitas e clones do Guga não faltam em Floripa.

O misterioso Chico: A Casa do Chico é o mais tradicional restaurante entre os inúmeros disponíveis na Lagoa. Mas em toda a ilha foi possível encontrar supermercados, pousadas, locadoras, casa de massagem… Tudo com a griffe “do Chico”. Esse não é fraco, não.

O não menos misterioso Vô Eugênio: Da mesma série. Um pequeno mercadinho carrega este nome portentoso. Mas em nossa única visita ao estabelecimento, infelizmente não encontramos Vô Eugênio – deveria estar contando os lucros obtidos graças aos preços praticados ali.

O surfista desconhecido: Em frente a Praia Mole, é possível encontrar uma bela estátua, homenagem, segundo os estúpidos, ao “surfista desconhecido”. Mais um personagem que deixamos de conhecer pessoalmente.

O argentino que era uruguaio: Com grande frequência de argentinos na Joaquina – não tanto como em Canasvieiras, a “Punta del Este” da Ilha, nada mais normal que encontrar um deles trabalhando como garçom. Mas qual não foi a nossa surpresa ao descobrirmos que o “chicano” era uruguaio… E torcedor do Peñarol.

O palmeirense perdido: Pois o nosso diálogo com o garçom sobre futebol chamou a atenção de um rapaz, de Ribeirão preto, ao nosso lado. “E o Palmeiras, hein moçada?” Pobre homem. Além de ser mais um coadjuvante, era palmeirense!

O vendedor de chapéus: Interessado em chapelar os turistas gastões nas redondezas, esse tipo não para um minuto de circular pelos transeuntes. Insistiu, baixou o preço, ofereceu outro produto… Mas depois de alguns “nãos”, desapareceu.

O vendedor de óculos: Ainda no núcleo Joaquina. Só para atiçar o personagem anterior, desta vez Adilson resolve comprar algo: um óculos de sol. Passou minutos a fio escolhendo modelos e ouvindo comentários jocosos dos amigos, que também divertiram o vendedor. No fim, acabou comprando o pior deles: detalhes cor de rosa na frente e estampa de onça nas hastes. Viadagem!

O casalzinho das pedras: Passeando pelo costão (as pedras ao lado da praia), e enquanto registrávamos tudo para a Marmota Television, um casal observou Adilson, em cima das pedras, enquanto o cinegrafista aqui filmava. “Olha lá! Faz pose pra ele”, gritava o casal mala para Adilson.

As mina no ponto: Estas participaram sem querer de uma cena muito boba. Os estúpidos passavam pela Avenida das Rendeiras – foram enganados por Lello Lopes, que avistou um bar de rock que era, na verdade, um muquifo – quando avistaram algumas meninas na calçada. Elas estavam entre um carro, com as portas abertas, e um ponto de ônibus. Lello Lopes, com seu sotaque paulistano forçado, soltou uma pérola. “Ó as mina, saindodo carro eindo pro ponto, saindodoponto eindo pro caaarro…”. Piada interna.

A louca do sandboard: Marmota e Narazaki resolveram descer a duna com suas pranchas de sandboard, na Joaquina, quase ao mesmo tempo. De repente, uma peruona, que descia com sua filha, atravessou o nosso caminho. Marmota conseguiu desviar e parar, mas Narazaki não. Bateu na mulher, que ficou muito irritada. A frase que veio depois você já viu aqui: “era ela ou você. Tive que escolher”.

O moleque preguiçoso: Ainda nas dunas da Joaquina: a maior dificuldade encontrada pelos cururus, todos fora de forma, era subir a duna, carregando a prancha e enfrentando o vento e a areia. Em uma dessas escaladas, um guri esbaforido disse: “devia ter uma escada rolante aqui”. Espertinho!

Os caiçaras do caiaque: Sequência de personagens da região da Lagoa. Estes passaram batidos na quarta-feira, mas foram de extrema importância na sexta. Não fossem a decisão de salvar Narazaki no meio da Lagoa, após o nipônico ter virado a embarcação e aguardar longos minutos, as coisas não seriam as mesmas. Agora, realmente, o quesito segurança não é a especialidade dos caras.

A família Buscapé: Pelo menos dez pessoas avistaram a queda de Marmota, no caiaque, na quarta-feira. Um dos moleques gritou, bem alto: “Olha ali!!! Ele caiiiuu!”. Boas gargalhadas vieram a seguir.

A criancinha: Esta não fazia parte da família anterior, mas estava no mesmo lugar, molhando seu corpinho na beira da Lagoa. Naquele instante, Adilson ainda tentava domar o seu caiaque, quando começou a se aproximar perigosamente do pai da criancinha. “Cuidado c´o hooomem!”, gritou a pobrezinha. Felizmente, nenhum ferido.

A família nipônica: Já na sexta-feira, o episódio envolvendo o caiaque virado de Narazaki, a uns 50 metros longe da Lagoa. Durante o resgate, uma família de japoneses, a bordo de um pedalinho, me abordou. “Aquele é seu amigo? Ele é maluco, né?”. A palavra Maluco apareceria novamente nesta viagem, com outros personagens.

A turma do baile da terceira idade: Algo que sempre acompanhou os estúpidos durante a viagem: quando havia impasse entre as opções de programas, a discussão estava formada. “Quer saber? Se ninguém fizer nada vou entrar aqui no baile da terceira idade”, retrucou Adilson, ao avistar uma daquelas instalações que lembram as tradicionais festas da saudade, animadas por bandinhas típicas.

As pivetinhas: Já estávamos atrasados a caminho do Planeta Atlântida (vá ver no arquivo de fevereiro tudo a respeito do evento), quando o trânsito parou definitivamente na SC-401, próximo de Canasvieiras. Felizmente, o show estava sendo transmitido pela rádio, assim pudemos ouvir os acordes do gaúcho Armandinho sem precisar vê-lo. Três pivetinhas, que estavam no carro da frente, ouviam também – foi fácil perceber, graças a coreografia exagerada das mocinhas.

Os maconhistas do show: Como foi devidamente citado no texto relacionado ao Planeta, não faltaram jovens saudáveis fumando todo tipo de erva danada. Inclusive na fila, bem ao nosso lado. Um deles olhou para Narazaki, que por tabela já estava bem pra lá de Marrakesh. “Alá, o japonês tá beeem loooco!”.

Os seguranças do show: Pessoas de fino trato. Logo na entrada, um deles ficou com uma caneta bic, por achar que “aquilo era perigoso para o show”. Lá dentro, enquanto Adilson procurava pela Lan House, esbarrou em outro, na porta dos camarotes. “Você não pode entrar aqui. Cadê a sua pulseirinha?”, perguntou o truculento. “Ué, mas aqui não é onde tem os joguinhos?”, respondeu Adilson, frustrado.

Figurantes do show: Tá, chega de falar do Planeta Atlântida. Afinal, só naquela sexta-feira, eram 40 mil pessoas, dos mais variados tipos e tamanhos.

O homem da água de salsicha: Você leu certo, mas Adilson não. No centro da praia da Armação, ele encontrou um estranho cartaz e soltou essa: “Será que alguém vai querer comprar gás e água de salsicha?”. Na verdade, o cartaz mostrava o telefone de um sujeito chamado Salsicha, que vendia gás e água. Estúpido.

O farmacêutico: Todos lembram do acidente de Narazaki nas pedras, certo? Não? Vá ler a história do Rei Medas, então. Pois bem, ao chegar na farmácia, ainda na Armação, o farmacêutico vendeu todo o material para que o japonês pudesse fazer seus curativos, mas se recusou a ajudá-lo. “É que a vigilância sanitária proibiu”, enrolou o jovem aprendiz de vendedor de aspirina.

O vendedor de flores: Jantar agradável na tradicional Pizza na Pedra, da Avenida Beira-mar. Num relance, aquele tradicional vendedor de rosas abordou os quatro estúpidos e disse: “por acaso vocês não vão querer, né?”. Com toda a simpatia e delicadeza, Adilson retrucou: “CÊ É LOOCO???”.

A motorista do Pálio: Essa você também já conhece. Ao executar uma manobra arriscada (paulistada) para averiguar mais um palpite joinha de Lello Lopes – o horrível boteco com sinuca, o motorista Marmota ouviu da mulher, que dirigia o Pálio, em alto e bom som: “Seu maluuuuuco!”.

O cantor meia-boca: Happy hour num bar mexicano da Lagoa, quando subitamente aparece um rapaz bem apessoado, vendendo seus CDs, para cantar. “Não sei muito bem inglês”, disse, antes de embromar uma música inteirinha com palavras totalmente desconexas de um idioma que estava longe de ser o proposto pelo mesmo. Mas teve gente que aplaudiu e comprou o CD do amizade.

O guia do quadricíclo: Adilson e Lello foram aproveitar o domingo para pasear pelo distrito dos Ingleses em “motos de quatro rodas”. Esquema pago, evidente, e com a presença de um guia. Este, aliás, não perdeu a piada, ao ver Lello Lopes paramentado, com capacete e roupa especial: “parece o Frangolitos da Sadia!”. Que chato.

Os frescurentos: Fora isso, Lello perdeu a grande chance de se divertir de verdade no quadriciclo, graças a uma estranha família paulistana. A turma foi fazer o passeio, que durou uma hora, carregando uma cesta de mantimentos. Antes, porém, todos passaram repelente – exigência do filho gordinho. Pra piorar, a tia, que ficava à frente de Lello, era muito lenta. Bom, ao menos ele ganhou um apelido.

A estranha vendedora de “parrilla”: Narazaki avistou esta figura insólita em Canasvieiras: a mulher circulava com um carrinho de lata na areia. Ali funcionava uma churrasqueira – brasa no fundo e uma grelha em cima, onde podiam ser vistos pedaços de algo verde misturados com carnes e linguiças. E tinha gente que comprava aquilo, especialmente os “hermanos”.

A mocinha da agência: Ainda em Canasvieiras, fomos abordados por uma baixinha muito simpática, que nos ofereceu um belo passeio de escuna: a volta à Ilha, que duraria o dia todo. Marcamos com antecedência e tudo, apesar do preço salgado (R$ 90 por pessoa). No outro dia, com o tempo fechado, demos um “migué” na mocinha.

O malabarista: Entre as atrações da feirinha da lagoa, estava o vendedor do “Devil Stick”, aquele conjunto de malabares já citados aqui. É claro, um show a parte do rapaz, que conquistava facilmente a atenção das mocinhas. E eu, uma pedra.

O verdadeiro Ataliba: Ezias era o nome que estava no crachá deste garçom, um dos inúmeros que circulavam pela tradicional churrascaria Ataliba, muito conhecida em Santa Catarina há uns 30 anos. E o sujeito era camarada: sempre chegava em nossa mesa com cortes generosos. Figuraça!

O guia Ígor: Este foi o melhor ator coadjuvante da nossa viagem, tanto que é personagem do penúltimo programa da Marmota Television. Pode até ser que as piadas do cara sejam as mesmas todos os dias. Ainda assim, o guia do passeio de escuna foi um personagem bastante pitoresco.

O fotógrafo: Um dos souvenirs mais bem sacados que já vi, mas um pouco mal executado. O rapaz bate uma foto sua dentro da escuna e faz uma montagem, como se fosse a capa da revista Caras – bem piorada, claro. Valeu, chefia. Mas… Não, obrigado.

Os figurantes da escuna: Aqui, vários personagens que dividiram horas agradáveis ao lado de Marmota e Adilson. Um bando de argentinos, uma turma de jogadores de vôlei, algumas meninas e uma família paulistana muito animada – sempre riam das nossas piadas! Uma coincidência, o carro desta família estava parado justamente ao lado do nosso. “Vocês de novo?”.

O operário padrão: Hora de revelar algumas das várias fotos da viagem. Entramos na tradicional “revelamos em 1 hora” ao meio-dia, mas ouvimos da atendente que o filme só seria liberado as duas e pouco. “É que o rapaz sai para almoçar às 12h30, não vai dar tempo”. Argumentei que estava de passagem e que não daria tempo. Ela foi conversar com o tal funcionário, que foi irredutível. Tudo bem, só perderam o freguês.

O grande paulista: Almoço em uma lanchonete de Canasvieiras, cujo proprietário é um dos inúmeros paulistanos que largam a cidade para melhorar de vida em Floripa. E lá está, feliz, há 12 anos. “Esse também comeu muito queijo”, lembrou Adilson, ao observar o tamanho do homem. Pera lá, ele ofereceu um café pra gente…

O gringo internético: Não foi a única vez que Marmota precisou usar o cyber-café. Mas naquela noite de segunda-feira, um sujeito o abordou, do nada. “Olá, prazer, sou Alan”. Era um gringo, de Washington, passeando pela cidade. Respondi a gentileza, claro. Em português. Belo diálogo.

O garçom espertalhão: Cuidado ao escolher o lugar para jantar na Lagoa. Optamos por um lugar exótico, acho que se chamava Uyuni. “Nossa especialidade é pizza, feita com uma massa fina e saborosa. Aproveite para experimentar o nosso drinque especial, feito com creme de leite, vodka e sorvete de limão”. Eu, que não bebo, achei o negócio uma porcaria. E quando a pizza chegou, perguntei: “essa aqui é a grande?”.

O animal do boliche: Nossa última atividade em Floripa: boliche da Lagoa. Ao nosso lado, um sujeito marombado – namorado da “gorduchinha” do caixa – arremessava a bola como se cobrasse um tiro de meta. Mas nem sempre ele acertava. Para burlar o fisco, o animal jogava, e se não fosse strike, voltava o lance, no painel. “Olha, benzoca, só jogadas perfeitas”, mostrava depois, sorrateiramente, para a namorada.

A loira do boliche: Na pista ao lado, um cururu estava acompanhado por uma loira que, com o perdão da palavra, era muito boazuda. Certamente a roupa que ela escolheu – uma calça de lycra absurdamente colada em seu corpo – não era própria para jogar boliche. Ou era, sei lá, própria para o instante em que ia abaixar para pegar a bola. “Não é possível. Essa aí deve ser acompanhante”, disse. Quanta maldade.

O estranho carro com placa grotesca: Essa encontramos já na BR-101, no caminho de volta. Um Kadett circulava sem nenhum pudor com a seguinte placa: ASS-2424. É preciso ter muita coragem para andar com um carro desses! Ou faz parte da personalidade do sujeito, sei lá.

O acidentado: Já no estado de São Paulo, encontramos esta curiosa advertência em plena Régis Bittencourt: “não mexa no acidentado”. A piada estava no ar, pedindo para ser dita. E Adilson não teve dó: “Acidentado? Que acidentado? TU-TUM! TU-TUM!”. Entenderam?

Minha lista de beldades: Se fosse pegar como referência apenas o Planeta Atlântida, essa lista não acabaria mais. Mas vou levar em conta apenas uma parcela das belas moças que encontrei por lá: a começar pelas filhas da dona da pousada, a paraguaia da Joaquina (que só eu achei bonita), a clone da Suzana Verner da loja de souvenirs, as atendentes do Pizza na Pedra (a da Lagoa não me deu tchau na saída, mas a do Centro era uma simpatia), a bonitinha do restaurante na Barra da Lagoa, a funcionária da ótica procurada por Narazaki, a vendedora de sabonetes na feirinha… Ah, tem também a loira do boliche. E muitas outras. A verdade é que teve muita mulher nessa viagem – que apenas vi, claro…

Ufa. Será que eu esqueci de alguém?

André Marmota acredita em um futuro com blogs atualizados, livros impressos, videolocadoras, amores sinceros, entre outros anacronismos. Quer saber mais?

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Comentários em blogs: ainda existem? (7)

  1. Eu li tudo e dei boas risadas. Eu imaginei a sua cara tomando o drink de sorvete e olhando para a pizza brotinho disfarçada de “gigante”. Uahuhauhauhau…. E o animal do boliche! UHAUHAuahuahuhau…Muito engraçado! Só alguém tão bem humorado quanto você pra ter este tipo de visão bem humorada das coisas!

  2. Sensacional André simplesmente sensacional! A pergunta que não quer calar é: você tem uma memória pra lá de prodigiosa ou ficou anotando esses episódios todos em algum caderninho pra depois postar por aqui?

  3. Hahaha! Adorei a griffe do “chico”. Mas vocês perderam a oportunidade de conhecer o Pegorini que dá de 10×0 no Ataliba (que já teve tempos mais gloriosos). A mulher da Pizza na Pedra do Centro realmente é uma simpatia. E se eu for comentando tudo isso vira outro post ;-)

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