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Essa não! Cada lambida é uma viagem!!!

Lembra daquele tempo quando éramos puros e ingênuos, inocentes criaturazinhas que entravam na “venda do seu Miguel” (ou seja lá como você chamava sua loja de guloseimas favoritas)? Ficávamos encantados com aquele som do baleiro girando, experimentávamos todas as novidades – mas sem esquecer dos nossos doces prediletos. Entre eles, os pirulitos. Tinha aquele grande, cheio de linhas coloridas; aquele com cabinho em forma de apito (o pirapito, que só funcionava com o restinho de doce na ponta, ou na famosa dedada); ou ainda aquele que vinha com uma hélice em anexo (o pirocóptero, que minutos mais tarde, se perdia no telhado de casa).

Esqueça isso. Vem aí o pirulito sabor maconha.

Ou melhor, nos EUA a viagem em forma de doce já chegou e causa polêmica: muitos dos estados da terra de Bush não querem saber do pirulito emaconhado nas prateleiras e buscam alternativas legais para proibir sua comercialização. Dizem que adolescentes ou crianças podem se transformar em potenciais consumidores de maconha. Obviamente, os fabricantes do docinho que passarinho não chupa acham isso ridículo: já existe bala de café, de coca-cola, de bebida alcoólica… Na prática, lambe quem quer.

A história lembra, mantendo as proporções, a polêmica do cigarrinho de chocolate da Pan – doce tão antigo que diziam ser Mário Lago e Grande Otelo nas fotos da caixinha. Tiveram que mudar para “rolinho”, pois diziam que aquilo incentivava crianças ao fumo. Lá fora, a Chronic Candy segue comercializando seu “pot sucker”, não apenas pelas prateleiras dos EUA como também via web – 20 doletas por um saquinho com 12, ou 80 por um sacão de 80, todos com o slogan “every lick is like taking a hit”.

Na prática, o pirulito de maconha é direcionado ao público adulto (mas até que ponto?), além de inofensivo – o pirulito é feito com óleo do cânhamo, que simula o sabor mas não dá barato (nem psicológico?). Na dúvida, melhor comprar o estoque de Dip´n Lik e deixar em casa.

Comentários em blogs: ainda existem? (10)

  1. “Lembra daquele tempo quando éramos puros e ingênuos?”
    Tenho uma vaga lembrança, mas me parece que faz tanto tempo.

    Rapá, esse pirulito vai fazer sucesso por aqui; primeiro vai ter a resistência:”qual é a graça, se não dá barato(essa sim, uma expressão bem anterior à época em que éramos inoncentes criaturinhas)?”. Mas depois vem a lembrança da possibilidade de se entreter em em horas terríveis, como na sala de aula, um dos poucos locais da federal daqui onde é proibido fumar.

  2. “every lick is like taking a hit” hahahaha Verdade, mta gente aprendeu coisas com os pirulitos. Viva os pirulitos! Já vi essas balinhas… Elas têm uns formatos bem “engraçadinhos” para algo teóricamente voltado para adultos…

  3. Lembra da história das figurinhas de chiclete que eram vendidos na porta da escola? Houve um boato que elas continham drogas para viciar os alunos. A minha mãe, pelo menos, proibiu a guloseima!!! Mas eu era pequenininha!!!!

  4. O povo tá querendo incentivar desde criançinhas que maconha é legal e gostoso e divertido é? Faça-me o favor!

    Vou ter que usar uma camiseta dizendo: Pirulito, só de Morango!
    hehehhehe

    Beijooo

  5. Trotta: Pirapito.
    Dip´n lik eu nunca experimentei.
    Eu gostava mesmo era um que vinha chiclete no meio. (Eu acho “chiclete” uma palavra muito engraçada.)
    Tinha um outro do Paraguay que a vinha com uma capinha pra guardar pra depois. Que nojo!!!

    Marmota: saudade docê, zifio. Beijo.

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