Eu comecei a escrever um texto enorme sobre a polêmica da semana envolvendo Rubens Barrichello, Ferrari, uma piada velha, Lemyr Martins e um livro lançado oficialmente na última segunda-feira, em São Paulo (entenda a história no Blog do Capelli). Óbvio que, antes mesmo de concluir o texto, o comunicado que recebi, reproduzido abaixo, praticamente coloca um ponto final no episódio.

Assim que respirar, completo aqui com o tal texto que comecei.
O mau jornalismo deve ser combatido sempre. Foi bom o Lemyr ter tomado essa paulada para aprender a nunca mais enganar seus leitores, ser mais humilde e assumir seus erros, não jogando toda a responsabilidade nas costas da editora, como fez assim que foi questionado sobre o assunto. Que sirva de lição.
Eu também pensei em um monte de minhocas, mas a desgraça é grande demais para ele. Hoje em dia a internet é tomada como fonte de verdade absoluta. E isso está virando o câncer do conhecimento.
Nenhuma surpresa no que diz respeito à atitude do Marcelo Duarte: rápida, correta, ética e transparente. Irreparável. Dele não se poderia mesmo esperar outra coisa.
A surpresa fica mesmo por conta do Lemyr Martins, né? Que bola fora! Como pode?
Vindo de Lemyr Martins, chega a ser inacreditável essa barrigada. Vergonhoso.
Desde já o livro – com o diálogo no capitulo 3 e texto com referência ao episódio na quarta capa virou item de colecionador. Vai valorizar bastante.
Será que é possível apurar quantos exemplares chegaram às mãos dos leitores – e não serão devolvidos?
Pois então… Acredito que a atitude do M.Coelho talvez tenha a ver com motivações nobres, mas ninguém deve esquecer que razões jurídicas também movem moinhos.
Sobre isso, informei-me com advogados e descobri que se alguma parte quiser fazer denúncia criminal (parte essa que pode ser até o ministério público), não faz diferença nenhuma recolher o livro…
Chato pra caramba pro Lemyr – e irônico, ao mesmo tempo – ter que se esconder numa semana de GPBR, onde normalmente ele aparece pacas…