{"id":909,"date":"2003-07-01T09:25:00","date_gmt":"2003-07-01T12:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/o-jeito-japones-de-se-contar-uma-historia"},"modified":"2003-07-01T09:25:00","modified_gmt":"2003-07-01T12:25:00","slug":"o-jeito-japones-de-se-contar-uma-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/o-jeito-japones-de-se-contar-uma-historia\/","title":{"rendered":"O jeito japon\u00eas de se contar uma hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/fiquepordentro.gif\" align=\"right\">Recebi esses dias o aviso do meu grande amigo Marecelo, o <a href=\"http:\/\/www.bigodedodragaogordo.weblogger.terra.com.br\" target=\"_blank\"><b>Drag\u00e3o Gordo<\/b><\/a>: no pr\u00f3ximo dia 3 de julho, come\u00e7am em S\u00e3o Paulo dois eventos voltados para os f\u00e3s de anime, mang\u00e1 e outros itens que fazem parte da cultura japonesa: o <a href=\"http:\/\/www.animefriends.com.br\" target=\"_blank\"><b>Anime Friends<\/b><\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.animecon.com.br\" target=\"_blank\"><b>Animecon<\/b><\/a>, repletos de atra\u00e7\u00f5es e convidados do ramo.<\/p>\n<p>Mas voc\u00ea sabe o que \u00e9 anime? E mang\u00e1, voc\u00ea conhece?<\/p>\n<p>Cultuados em todo o mundo, anime e mang\u00e1 podem ser definidos, em poucas palavras, como quadrinhos e desenhos animados japoneses. O irm\u00e3o mais velho \u00e9 o mang\u00e1: cria\u00e7\u00f5es de estilo inconfund\u00edvel, como a forte express\u00e3o no olhar dos personagens, sobre os mais variados temas. Os mais conhecidos referem-se a quadrinhos er\u00f3ticos e as aventuras de super-her\u00f3is.<\/p>\n<p>E qual a explica\u00e7\u00e3o para tanto sucesso? Diferente dos super-poderosos ocidentais, os her\u00f3is japoneses possuem tantas fraquezas quanto qualquer um de n\u00f3s. Tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o imbat\u00edveis: sofrem n\u00e3o apenas nas batalhas, mas tamb\u00e9m com seus defeitos. Possuem personalidade forte, o que confere uma poderosa alma \u00e0s hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>Os primeiros mang\u00e1s surgiram no s\u00e9culo XIX, mas foi ap\u00f3s a II Guerra Mundial que esse tipo de entretenimento se popularizou, com <a href=\"http:\/\/www.tezuka.co.jp\" target=\"_blank\"><b>Osamu Tezuka<\/b><\/a>, considerado o &#8220;Deus do Mang\u00e1&#8221;. A partir dali, artistas aperfei\u00e7oaram o &#8220;jeito japon\u00eas&#8221; de se contar uma hist\u00f3ria, como bem definiu <a href=\"http:\/\/www.omelete.com.br\/quadrinhos\/artigos\/base_para_artigos.asp?artigo=24\" target=\"_blank\"><b>este artigo do Omelete<\/b><\/a>. Um jeito que virou fen\u00f4meno de vendas at\u00e9 no ocidente.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/anime0107.jpg\" align=\"right\">Dos quadrinhos para as telas, o mang\u00e1 virou anime. Foi o tiro de miseric\u00f3rdia. Ou melhor: alguns tiros certeiros: Kimba, A Princesa e o Cavaleiro, Patrulha Estelar, Pirata do Espa\u00e7o, Zillion, e mais recentemente, Cavaleiros do Zod\u00edaco. Gra\u00e7as a estes e outros desenhos, o Brasil se rendeu a febre.<\/p>\n<p>A consequ\u00eancia de tudo isso est\u00e1 muito bem explicada no site do Anime Friends: &#8220;Estas duas cria\u00e7\u00f5es orientais, recheadas de cultura e estilo, n\u00e3o mais fazem parte apenas do imagin\u00e1rio do povo japon\u00eas, mas fascinam multid\u00f5es ao redor do mundo, e hoje s\u00e3o dois poderosos produtos de massa, que geram milh\u00f5es de d\u00f3lares por ano&#8221;.<\/p>\n<p>Aos f\u00e3s dessa incr\u00edvel cultura, est\u00e3o feitos os dois convites! Quem sabe voc\u00ea n\u00e3o d\u00e1 de cara com o Marcelo e tem outra aula sobre o tema&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recebi esses dias o aviso do meu grande amigo Marecelo, o Drag\u00e3o Gordo: no pr\u00f3ximo dia 3 de julho, come\u00e7am em S\u00e3o Paulo dois eventos voltados para os f\u00e3s de anime, mang\u00e1 e outros itens que fazem parte da cultura japonesa: o Anime Friends e o Animecon, repletos de atra\u00e7\u00f5es e convidados do ramo. 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