{"id":756,"date":"2004-06-23T17:47:36","date_gmt":"2004-06-23T20:47:36","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/desconstruindo-o-google"},"modified":"2004-06-23T17:47:36","modified_gmt":"2004-06-23T20:47:36","slug":"desconstruindo-o-google","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/desconstruindo-o-google\/","title":{"rendered":"Desconstruindo o Google"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/plantao.jpg\" align=\"right\">Atendendo a uma nobre sugest\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.praiadonelson.com\" target=\"_blank\"><b>Almirante Nelson<\/b><\/a>, fui atr\u00e1s da revista <a href=\"http:\/\/www.superinteressante.com.br\" target=\"_blank\"><b>Superinteressante<\/b><\/a> deste m\u00eas. Mat\u00e9ria de capa assinada por Rafael kensi, sobre o <a href=\"http:\/\/www.google.com\" target=\"_blank\"><b>Or\u00e1culo Google<\/b><\/a>. Na linha do &#8220;quem somos, o que fizemos e para onde vamos&#8221;. Antes de conferir o resuminho abaixo (j\u00e1 que a mat\u00e9ria \u00e9 exclusiva para os cadastrados e assinantes), aviso que ela n\u00e3o tem nada de conspirat\u00f3ria, como <a href=\"\/blog\/index.php?p=916\" target=\"_blank\"><b>j\u00e1 fomos um dia<\/b><\/a>. Pelo contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>O extenso material come\u00e7a com um hist\u00f3rico da empresa &#8211; longe de ser convencional. Al\u00e9m da conclus\u00e3o que voc\u00ea j\u00e1 conhece: seu exclusivo mecanismo de indexa\u00e7\u00e3o, baseado nos links que cada p\u00e1gina possui, transformou nossa maneira de buscar respostas. Tornou-se um fen\u00f4meno cultural &#8211; as pessoas &#8220;googlam&#8221;. Tem at\u00e9 uma disciplina chamada &#8220;Google&#8221; na Universidade de Washington.<\/p>\n<p>Apesar disso, o Google est\u00e1 longe de ser perfeito: apenas 1% da Internet est\u00e1 indexada no Google. Todo material armazenado em banco de dados, obtidos ap\u00f3s consultas espec\u00edficas, n\u00e3o s\u00e3o vistos pelos rob\u00f4s do Or\u00e1culo. Al\u00e9m disso, a concorr\u00eancia apertou, em especial, o Yahoo!. O caminho da busca perfeita pode estar dentro do novo Gmail ou mesmo do Orkut.<\/p>\n<p>Enquanto for lembrado como &#8220;ferramenta de busca n\u00famero um&#8221;, o Google segue trabalhando, sempre com o objetivo de &#8220;revolucionar&#8221; a Internet. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 transformar a rede numa esp\u00e9cie de &#8220;substituto do desktop&#8221;.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/super2306.jpg\" align=\"right\">Em contrapartida, a gigante Microsoft tamb\u00e9m entrou na guerra: os disc\u00edpulos de Bill Gates preparam num mecanismo de busca ambicioso: personalizar resultados a ponto de responder coisas como &#8220;que ganhou o jogo&#8221;. Diante disso, a mat\u00e9ria conclui: a disputa entre Google, Microsoft e Yahoo! est\u00e1 longe de acabar.<\/p>\n<p><b>Sobre a Super<\/b>: Impressiona a capacidade desta revista em ficar cada vez mais &#8220;pop&#8221;, em compara\u00e7\u00e0o com os seus s\u00f3brios primeiros anos (mais ou menos 1987, quando o mascote da revista era um estranho ET orelhudo).<\/p>\n<p>Ainda na era pr\u00e9-jur\u00e1ssica deste blog, falava sobre a <a href=\"\/blog\/index.php?p=143\" target=\"_blank\"><b>incr\u00edvel capacidade desta revista<\/b><\/a> em gerar filhotes. Em julho, vem a\u00ed mais um: chama-se <b>flashback<\/b>, repleto de reminisc\u00eancias retr\u00f3gradas. \u00d3bvio que n\u00e3o vou perder!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atendendo a uma nobre sugest\u00e3o do Almirante Nelson, fui atr\u00e1s da revista Superinteressante deste m\u00eas. Mat\u00e9ria de capa assinada por Rafael kensi, sobre o Or\u00e1culo Google. 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