{"id":443,"date":"2008-01-05T23:46:41","date_gmt":"2008-01-06T02:46:41","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/como-comentar-os-comentarios"},"modified":"2008-01-05T23:46:41","modified_gmt":"2008-01-06T02:46:41","slug":"como-comentar-os-comentarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/como-comentar-os-comentarios\/","title":{"rendered":"Como comentar os coment\u00e1rios?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/alo.gif\" align=\"right\" \/>H\u00e1 algumas semanas, o <a href=\"http:\/\/sapatosdelata.blogspot.com\" target=\"_blank\"><b>Guilherme Gusm\u00e3o<\/b><\/a> descobriu um texto em meu endere\u00e7o antigo, sobre pseud\u00f4nimos. Mas mais relevante que sua opini\u00e3o sobre o tema \u00e9 o que ele registra no fim.<\/p>\n<p><tt>O pseud\u00f4nimo \u00e9 uma coisa legal e at\u00e9 saud\u00e1vel, do ponto de vista liter\u00e1rio principalmente, desde que n\u00e3o traga escondido por tr\u00e1s de si inten\u00e7\u00f5es nefastas e prejud\u00edciais ao outro. O pseud\u00f4nimo teve seu uso \u201calargado\u201d gra\u00e7as a web, mas n\u00e3o perdeu seu deslumbre literal!<\/p>\n<p>PS: Gostaria que comentasse (respondesse) seus coment\u00e1rios, acredito que essa atitude \u00e9 interessante, pois, no m\u00ednimo, faz a pessoa voltar uma vez mais ao blog. Mais importante por\u00e9m \u00e9 o fato do leitor\/visitante sentir-se parte do post, em contato com quem escreveu. Rola uma intera\u00e7\u00e3o!<\/tt><\/p>\n<p>Acho que todos aqui concordam com o Guilherme, certo? O que ele talvez n\u00e3o saiba \u00e9 que eu respondo sim&#8230; Mas talvez de uma forma bem longe do que \u00e9 considerado a mais interessante. Toda vez que tenho algum tempinho sobrando (o que nem sempre acontece), trato de responder por e-mail. Mas n\u00e3o todos: escolho aleatoriamente, ao mesmo tempo em que desconsidero aqueles que n\u00e3o precisam de retorno algum (&#8220;puxa, que bacana o seu blog, visita o meu tamb\u00e9m!&#8221;).<\/p>\n<p>A primeira vez que parei para analisar essa postura foi quando a mestra <a href=\"http:\/\/laurastorch.wordpress.com\" target=\"_blank\"><b>Laura Storch<\/b><\/a> levantou essa bola &#8211; justamente ap\u00f3s um e-mail meu.<\/p>\n<p><tt>Poderias me dizer, extra-oficialmente... Porque voc\u00ea n\u00e3o responde os coment\u00e1rios no pr\u00f3prio blog, e sim, por e-mail? Isso \u00e9 t\u00e3o curioso... Preciso concordar que \u00e9 uma forma muito mais simp\u00e1tica sim! Apesar de eu ainda achar que o blog perde um pouco com isso...<\/tt><\/p>\n<p>Al\u00e9m de detalhar aqui as justificativas que dei a ela, evidentemente convido voc\u00ea a concordar ou discordar com elas:<\/p>\n<p>&#8211; Se eu n\u00e3o utilizasse o e-mail, certamente responderia no pr\u00f3prio post, como muitos j\u00e1 fazem. Apesar da pr\u00e1tica ser comum, eu n\u00e3o tenho certeza de que a pessoa vai voltar no mesmo texto para ver a resposta. Ao mesmo tempo, existe uma por\u00e7\u00e3o de coment\u00e1rios que, definitivamente, n\u00e3o h\u00e1 o que responder.<\/p>\n<p>&#8211; Outro ponto, e talvez o mais relevante de todos:  ainda n\u00e3o consegui administrar minha pregui&#8230; Ops, minha falta de tempo. Se eu assumisse o compromisso de responder aos coment\u00e1rios no blog, dificilmente atenderia a todos &#8211; como acontece hoje. Sempre vai ter algu\u00e9m enciumado, questionando &#8220;por que o meu coment\u00e1rio n\u00e3o tem resposta e o dele tem?&#8221;.<\/p>\n<p>&#8211; Sei ainda de um artif\u00edcio t\u00e9cnico: o &#8220;receba por e-mail os outros coment\u00e1rios desse texto&#8221;, tamb\u00e9m comum. Nesse caso, fica a crit\u00e9rio de quem comenta acompanhar (ou n\u00e3o) a discuss\u00e3o &#8211; em caso afirmativo, basta o autor do blog comentar tamb\u00e9m e pronto! Mas o cururu nem sempre vai optar por isso &#8211; ou pior, vai receber todos os outros coment\u00e1rios simplesmente por ter selecionado, sem querer, a tal op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Por isso, al\u00e9m de ser uma garantia de contato positivo (o m\u00e1ximo que pode acontecer \u00e9 o sujeito ignorar a mensagem), o e-mail tamb\u00e9m possibilita uma resposta personalizada. At\u00e9 porque, dependendo do coment\u00e1rio, a resposta n\u00e3o interessa a mais ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>&#8211;  Tenho certeza de que voc\u00ea conhece ao menos um &#8220;debatedor profissional&#8221;. Aquele cara inteligente e sagaz, disposto a derrubar um a um todos os seus argumentos, provocando um debate acalorado em sua \u00e1rea de coment\u00e1rios. Tem bastante gente que adora isso, e muitas vezes at\u00e9 me divirto junto. No meu caso, prefiro conversar a s\u00f3s com o sabe-tudo.<\/p>\n<p>&#8211; Por fim, um e-mail \u00e9 uma forma muito mais simp\u00e1tica de agradecer a visita e de aproximar os visitantes. D\u00e1 um tom bem mais aut\u00eantico, sem intermedi\u00e1rios. Sem contar a melhor parte: a de poder encontrar a turma que frequenta este espa\u00e7o pessoalmente!<\/p>\n<p>Para ilustrar, vou tomar como exemplo o registro da <b>T\u00e2nia Meneses<\/b>, que achou um texto sobre o <a href=\"http:\/\/www.interney.net\/blogs\/marmota\/2007\/05\/29\/o_pensamento_vivo_ou_morto_de_homer_simp\" target=\"_blank\"><b>Homer Simpson<\/b><\/a> e deixou o recado que reproduzo a seguir. Vai dizer que voc\u00ea tamb\u00e9m n\u00e3o escreveria um e-mail para agradecer e concordar?<\/p>\n<p><tt>\u00c9 verdade, como tudo est\u00e1 de uma forma dif\u00edcil de interpretar neste mundo. Todos amam Simpson, inclusive eu. Estranho \u00e9, mas por que ser\u00e1 que estamos vendo as coisas ao contr\u00e1rio? Tentando dizer algo, ousaria acrescentar aqui que o personagem se torna \u00edntimo e querido justo porque \u00e9 igual ao que temos em casa, quem sabe trata-se de uma forma de o absurdo tornar-se astro, obter fama. A fama do que jamais teria fama no passado, algo que escond\u00edamos da sociedade e agora encontramos a danada da sociedade aprovando coisas que renegavam, mas que se encontram no seio de suas fam\u00edlias.<\/tt><\/p>\n<p>Enfim, e voc\u00ea, como trata os visitantes do seu blog?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 algumas semanas, o Guilherme Gusm\u00e3o descobriu um texto em meu endere\u00e7o antigo, sobre pseud\u00f4nimos. Mas mais relevante que sua opini\u00e3o sobre o tema \u00e9 o que ele registra no fim. 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