{"id":422,"date":"2007-12-15T23:40:21","date_gmt":"2007-12-16T02:40:21","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/visakhapatnam"},"modified":"2007-12-15T23:40:21","modified_gmt":"2007-12-16T02:40:21","slug":"visakhapatnam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/visakhapatnam\/","title":{"rendered":"Visakhapatnam"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/alo.gif\" align=\"right\" \/><b>Parati (RJ) &#8211; <\/b>Recebi o desafio praticamente incumpr\u00edvel: &#8220;repita r\u00e1pido a palavra VISAKHAPATNAM&#8221;.<\/p>\n<p>Acredite: existe <a href=\"http:\/\/www.visakha.org\" target=\"_blank\"><b>uma cidade na \u00cdndia<\/b><\/a> com esse nome. E n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que recebo, da mesma pessoa, algo do g\u00eanero: &#8220;por isso eu odeio o t\u00eanis feminino: a Ostrovskaya vai jogar contra a Ondraskova e a Perebiynis vai enfrentar a Zvonareva&#8221;.<\/p>\n<p>Ainda sobre o assunto, ela completa:<\/p>\n<p><tt>Tem um \u00f3timo: o Rijksmuseum, na Holanda. O rep\u00f3rter, mostrando talento, teve o cuidado de comentar o que chamou de \u201cAglomerado impens\u00e1vel de letras para o l\u00e9xico portugu\u00eas\u201d. Depois, deu a dica: \u201cpode falar algo como \u201craiksmus\u00edum\u201d que voc\u00ea n\u00e3o far\u00e1 feio\u201d. Melhor que isso tudo foi o coment\u00e1rio de uma doutora em fonoaudiologia, em um curso do qual tive a honra de participar. Segundo ela, uma p\u00e1tria \u00e9 mais poderosa quanto mais consoantes tiver em suas palavras. Para demonstrar como o Brasil vai mal neste quesito, ela usou a \u00f3oooootima frase carioca: \u00f3uau\u00eaa\u00ed\u00f3!<\/tt><\/p>\n<p>Nosso companheiro <a href=\"http:\/\/www.interney.net\/blogs\/aomirante\" target=\"_blank\"><b>Nelson Moraes<\/b><\/a> d\u00e1 outra sugest\u00e3o:<\/p>\n<p><tt>Pega o mapa com todas as cidades da Finl\u00e2ndia, d\u00e1 uma olhada em algum cat\u00e1logo de fenomenologia alem\u00e3 e num gloss\u00e1rio de \u201cdiminutivos\u201d russos. Se voc\u00ea ainda tiver f\u00f4lego depois disso, parab\u00e9ns! Voc\u00ea acaba de ganhar um t\u00eanis Ostrowoskobopolowski!<\/tt><\/p>\n<p>No caso da <a href=\"http:\/\/analandia.zip.net\" target=\"_blank\"><b>Ana Katia<\/b><\/a>, nem \u00e9 preciso usar de palavras capciosas.<\/p>\n<p><tt>Basta eu ficar meio nervosa que a minha dic\u00e7\u00e3o j\u00e1 fica alterada. :o) \u00c9 uma beleza, nem fico mais vermelha.N\u00e3o me lembro de nenhuma palavra estranha. Ahhhh, tenta falar FAROFA FOFA com a boca cheia de bolacha de \u00e1gua e sal, \u00e9 super dez!<\/tt><\/p>\n<p>E ent\u00e3o, qual foi a palavra ou express\u00e3o mais impronunci\u00e1vel que voc\u00ea j\u00e1 viu? Vale desde aquele sobrenome polon\u00eas at\u00e9 um detest\u00e1vel por\u00e9m fabuloso trava-l\u00edngua&#8230;<\/p>\n<p><i>(Postado em 14\/04\/2003)<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parati (RJ) &#8211; Recebi o desafio praticamente incumpr\u00edvel: &#8220;repita r\u00e1pido a palavra VISAKHAPATNAM&#8221;. Acredite: existe uma cidade na \u00cdndia com esse nome. E n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que recebo, da mesma pessoa, algo do g\u00eanero: &#8220;por isso eu odeio o t\u00eanis feminino: a Ostrovskaya vai jogar contra a Ondraskova e a Perebiynis vai enfrentar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-422","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-alo-marmota"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/422","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=422"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/422\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=422"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=422"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=422"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}