{"id":400,"date":"2009-01-25T13:18:56","date_gmt":"2009-01-25T16:18:56","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/um-dia-perfeito-mas-com-o-notebook"},"modified":"2009-01-25T13:18:56","modified_gmt":"2009-01-25T16:18:56","slug":"um-dia-perfeito-mas-com-o-notebook","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/um-dia-perfeito-mas-com-o-notebook\/","title":{"rendered":"Um dia perfeito, mas com o notebook"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/ferias.gif\" align=\"right\" \/><font size=\"3\">Por <a href=\"http:\/\/www.rodrigoghedin.com.br\" target=\"_blank\"><b>Rodrigo P. Ghedin<\/b><\/a><\/font><\/p>\n<p>Na \u00faltima vez que me desliguei do mundo para curtir f\u00e9rias, n\u00e3o o fiz por completo. Levei o notebook. Para a praia. N\u00e3o para a areia, como alguns amigos pensaram ao ouvir a frase \u201clevei o notebook para a praia\u201d, mas para o apartamento onde fiquei. O que, mesmo assim, gerou surpresas e reprova\u00e7\u00f5es do tipo \u201cnerd idiota, get a life, please\u201d.<\/p>\n<p>Poderia evocar a desculpa de que usaria o notebook para economizar em liga\u00e7\u00f5es para minha namorada, que na ocasi\u00e3o encontrava-se na Bahia, num congresso de engenharia qu\u00edmica. Mas, eu confesso: tamb\u00e9m queria tirar proveito das divers\u00f5es que o port\u00e1til proporciona. Filmes, s\u00e9ries e jogos (e d\u00e1-lhe Mario Kart!), que, no fim das contas, acabaram se transformando em divers\u00e3o, de fato.<\/p>\n<p>A este ponto que gostaria de chegar. H\u00e1 tempos o computador deixou de ser \u00fanica e exclusivamente uma m\u00e1quina de trabalho. Conceitos multim\u00eddia pr\u00e1ticos existem h\u00e1 anos, e desde a \u00e9poca em que a Creative vendia (e faturava horrores) com \u201ckits multim\u00eddia\u201d compostos de leitor de CDs e placa de som, h\u00e1 divers\u00e3o nos PCs. Nos \u00faltimos tempos, tecnologias diversas potencializaram o fun factor do computador, a ponto de hoje termos m\u00e1quinas destinadas a games, e m\u00e1quinas media centers que ficam na sala de estar, e n\u00e3o no escrit\u00f3rio, em muitos lares mundo afora. Enfim, m\u00e1quinas cujo objetivo primordial \u00e9 a divers\u00e3o, o entretenimento.<\/p>\n<p>Levar um notebook para o litoral n\u00e3o chega a ser loucura. Longe disso. Tem gente que leva DVD player, outros levam video games, e h\u00e1 aqueles que levam d\u00fazias de CDs de m\u00fasica. O notebook condensa todos esses num corpo compacto e de f\u00e1cil transporte. S\u00f3 n\u00e3o consegue disfar\u00e7ar sua veia laboral, de modo que, se voc\u00ea disser a algu\u00e9m que pretende levar um para o litoral, invariavelmente o chamar\u00e3o de workaholic, ou chato.<\/p>\n<p>Por essas e outras, dessa vez deixarei meu bom e velho notebook em casa, encostado, triste. Daria MUITO trabalho transformar em fala esse monte de palavras que escrevi acima&#8230;<\/p>\n<p><i>Enquanto Marmota passa por dias perfeitos descansando e viajando, a s\u00e9rie <b>Col\u00f4nia de F\u00e9rias<\/b> apresenta textos gentilmente preparados por seus amigos.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Rodrigo P. Ghedin Na \u00faltima vez que me desliguei do mundo para curtir f\u00e9rias, n\u00e3o o fiz por completo. Levei o notebook. Para a praia. N\u00e3o para a areia, como alguns amigos pensaram ao ouvir a frase \u201clevei o notebook para a praia\u201d, mas para o apartamento onde fiquei. O que, mesmo assim, gerou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-400","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-colonia-de-ferias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=400"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/400\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}