{"id":2004,"date":"2005-06-27T02:34:26","date_gmt":"2005-06-27T05:34:26","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/inquerito-musical-pegaquinomeupe"},"modified":"2005-06-27T02:34:26","modified_gmt":"2005-06-27T05:34:26","slug":"inquerito-musical-pegaquinomeupe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/inquerito-musical-pegaquinomeupe\/","title":{"rendered":"Inqu\u00e9rito musical pegaquinomeup\u00e9"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"\/blog\/secoes\/alo.gif\" align=\"right\">Atendendo ao pedido do <a href=\"http:\/\/www.alexandresena.jor.br\/blog.html\" target=\"_blank\"><b>Alexandre Sena<\/b><\/a>, seguem minhas respostas para mais esse question\u00e1rio proliferativo da s\u00e9rie <a href=\"\/blog\/2004\/04\/21\/914\" target=\"_blank\"><b>&#8220;ajude a espalhar o meme&#8221;<\/b><\/a> (o <a href=\"http:\/\/www.gardenal.org\/inagaki\/archives\/2005\/02\/httpprologosite.html\" target=\"_blank\"><b>Inagaki<\/b><\/a> tamb\u00e9m escreve sobre o tema). Trata-se do &#8220;inqu\u00e9rito musical&#8221; &#8211; e fico feliz que o assunto tenha sido esse, e n\u00e3o aquela sequ\u00eancia de perguntas luso-liter\u00e1rias. N\u00e3o sei o que pensariam de mim se eu dissesse que estou lendo o livro do <a href=\"http:\/\/www.homemchavao.com\" target=\"_blank\"><b>Homem Chav\u00e3o<\/b><\/a>.<\/p>\n<p><b>Volume total de m\u00fasicas no meu computador:<\/b><\/p>\n<p>Pouco. N\u00e3o chega a dois gigas. Primeiro porque n\u00e3o tenho banda larga em casa. Segundo, ainda tenho muitos CDs, e o processo ainda \u00e9 arcaico &#8211; as trilhas sonoras produzidas pela Barba Ruiva Records (co-empresa ligada \u00e0 Marmota Television), criadas a partir de arquivos MP3, s\u00e3o feitas para os tocadores de sempre. Quest\u00e3o de alguns anos para isso mudar.<\/p>\n<p><b>O \u00faltimo CD que eu comprei:<\/b><\/p>\n<p>Na loja: <i>How To Dismantle An Atomic Bomb, U2<\/i>. Muito bom. Na rua: <a href=\"http:\/\/www.bandadecadas.com.br\"><b><i>Banda D\u00e9cadas<\/i><\/b><\/a>. Vi os sujeitos tocarem na Avenida Paulista, em frente ao conjunto nacional, e aceitei a oferta: dez pilas por um CD. Bacana.<\/p>\n<p><b>M\u00fasica tocando no momento:<\/b><\/p>\n<p>A essa hora, apenas o barulho do teclado do computador. Mas o micro-system do quarto est\u00e1 rodando nos \u00faltimos dias um CD que ganhei de presente do <a href=\"http:\/\/pirao.blogger.com.br\" target=\"_blank\"><b>MarcosVP<\/b><\/a>: <i>S\u00e3o Paulo Confessions, Suba<\/i>. Um som perfeito para o ambiente, e diferente de tudo que j\u00e1 ouvi, trata-se de uma homenagem do m\u00fasico, falecido em 99 (morreu num inc\u00eandio em seu apartamento), a cidade onde viveu boa parte da sua vida.<\/p>\n<p><b>Cinco m\u00fasicas que eu tenho ouvido bastante nos \u00faltimos dias:<\/b><\/p>\n<p><i>Boulevar of Broken Dreams, Green Day<\/i> &#8211; Entenda a express\u00e3o &#8220;\u00faltimos dias&#8221; como sendo &#8220;\u00faltimos meses&#8221;: como toda m\u00fasica, ela passa despercebida por muitos, mas com outros (como acontece comigo) a m\u00fasica pega, puxa uma s\u00e9rie de sensa\u00e7\u00f5es, faz o pensamento viajar espontaneamente.<\/p>\n<p><i>Um Minuto Para O Fim do Mundo, CPM 22<\/i> &#8211; A quest\u00e3o \u00e9 clara: m\u00fasicas que ou\u00e7o ouvindo bastante. Como s\u00f3 ou\u00e7o FM quando estou em tr\u00e2nsito, essa \u00e9 batata: alguns acordes e um vocalista esfor\u00e7ado diz &#8220;me sinto s\u00f3&#8221;&#8230; Segundos depois, altera seu comportamento e grita &#8220;toda sua vida em 60 segundos&#8221;&#8230; A\u00ed muda o ritmo da m\u00fasica e continua: &#8220;quando estou com voc\u00ea, sinto meu mundo acabar&#8221;&#8230; A essa altura, j\u00e1 troquei de esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><i>Can You Feel It, Jean-Roch<\/i> &#8211; Outra encrenca me persegue. S\u00f3 descobri o nome da m\u00fasica e da &#8220;cantora&#8221; (?) quando fui atr\u00e1s do CD Summer Eletrohits (que tamb\u00e9m tem a vers\u00e3o original da festa do ap\u00ea). \u00c9 uma vers\u00e3o dan\u00e7ante e acelerada de Going the Distance, da trilha sonora de Rocky, O Lutador&#8230;<\/p>\n<p><i>Um Mais Um, Skank<\/i> &#8211; Parece que esse \u00e9 o chiclete do momento &#8211; n\u00e3o apenas pela proced\u00eancia, mas tamb\u00e9m por ser tema de novela. C\u00e1 pra n\u00f3s, nem \u00e9 das melhores letras e mais empolgantes can\u00e7\u00f5es da banda mineira. O novo CD saiu recentemente &#8211; ainda n\u00e3o ouvi, mas n\u00e3o sei se vir\u00e1 t\u00e3o sensacional quanto Cosmotron.<\/p>\n<p><i>How Soon is Now, The Smiths<\/i> &#8211; Quase uma exce\u00e7\u00e3o a regra: essa eu baixei para usar na trilha de um v\u00eddeo caseiro que pretendo finalizar at\u00e9 o Natal. De 2018. E n\u00e3o canso de ouvir. Ali\u00e1s, al\u00e9m do casal (que n\u00e3o \u00e9 casal) Tatu, outra banda regravou essa m\u00fasica (ouvi recentemente na 89, n\u00e3o sei de quem se trata).<\/p>\n<p><b>Cinco pessoas para quem eu passo o inqu\u00e9rito:<\/b><\/p>\n<p>N\u00e3o vou obrig\u00e1-los a responder, evidentemente. Mas tenho certeza de que o <a href=\"http:\/\/pirao.blogger.com.br\" target=\"_blank\"><b>MarcosVP<\/b><\/a> e a <a href=\"http:\/\/www.essaepratocarnoradio.blogger.com.br\" target=\"_blank\"><b>Sabrina<\/b><\/a>, especialistas no assunto, responderiam com o maior prazer. O mesmo certamente acontece com os aficcionados <a href=\"http:\/\/www.finaldofuzo.blogspot.com\" target=\"_blank\"><b>Adilson<\/b><\/a>, o <a href=\"http:\/\/www.pensarenlouquece.com\" target=\"_blank\"><b>Inagaki<\/b><\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.chicletecliche.blogger.com.br\" target=\"_blank\"><b>Ian Black<\/b><\/a> (que v\u00e3o ganhar uma c\u00f3pia do CD do MarcosVP, como prometi). E se voc\u00ea achou o inqu\u00e9rito musical bacana, pegue a batuta voc\u00ea tamb\u00e9m!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atendendo ao pedido do Alexandre Sena, seguem minhas respostas para mais esse question\u00e1rio proliferativo da s\u00e9rie &#8220;ajude a espalhar o meme&#8221; (o Inagaki tamb\u00e9m escreve sobre o tema). Trata-se do &#8220;inqu\u00e9rito musical&#8221; &#8211; e fico feliz que o assunto tenha sido esse, e n\u00e3o aquela sequ\u00eancia de perguntas luso-liter\u00e1rias. 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