{"id":1759,"date":"2007-09-26T23:47:03","date_gmt":"2007-09-27T02:47:03","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/pra-onde-voce-quer-ir-agora"},"modified":"2007-09-26T23:47:03","modified_gmt":"2007-09-27T02:47:03","slug":"pra-onde-voce-quer-ir-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/pra-onde-voce-quer-ir-agora\/","title":{"rendered":"Pra onde voc\u00ea quer ir agora?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/ferias.gif\" align=\"right\" \/><font size=\"3\">Por <b>Fabiane Lima<\/b>, do blog <a href=\"http:\/\/megalopolis.blogarium.net\" target=\"_blank\"><b>Megal\u00f3polis<\/b><\/a><\/font><\/p>\n<p>Eu sempre digo que a melhor parte de uma viagem \u00e9 a estrada. Mais ou menos como naquela p\u00e9rola da auto-ajuda que diz que o importante \u00e9 a jornada e n\u00e3o o fim dela, ou coisa que o valha. A verdade \u00e9 que apesar dos poss\u00edveis transtornos que uma viagem possa causar (a menos que voc\u00ea seja o <a href=\"http:\/\/www.brasilquenaotempreco.com.br\/blog\/\">Viajante Mastercard<\/a> e tenha cr\u00e9dito ilimitado em seu cart\u00e3o para resolver qualquer pepino), acredito que a maioria das pessoas gosta dessa mudan\u00e7a de clima, de ares, lugares e situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que alguns lugares s\u00e3o praticamente imposs\u00edveis de serem conhecidos, e nem com todo o gordo or\u00e7amento de uma campanha publicit\u00e1ria com preten\u00e7\u00f5es virais \u00e9 capaz de nos levar. Digo praticamente, porque <em>teoricamente<\/em> &#8211; leia-se &#8220;viagem na maionese&#8221; &#8211; \u00e9 poss\u00edvel sim. Quem nunca se pegou imaginando como deve ser ir pro&#8230;:<\/p>\n<p><strong>&#8211; Pa\u00eds das Maravilhas<\/strong><br \/>\nLewis Carrol, se n\u00e3o era doido de pedra, tinha alguns problemas mentais. Estudiosos procuram analisar e tentar descobrir os significados ocultos de <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Alice's_Adventures_in_Wonderland\">sua obra<\/a> h\u00e1 anos, mas \u00e9 ineg\u00e1vel que o lugar por onde o Coelho Branco conduziu Alice deve ser bacanudo, ningu\u00e9m duvida. Um verdadeiro parque multi-tem\u00e1tico!<\/p>\n<p><strong>&#8211; Belel\u00e9u<\/strong><br \/>\nPode parecer estranho, mas eu tenho uma curiosidade absurda de conhecer onde fica, afinal \u00e9 pra l\u00e1 que v\u00e3o todas as coisinhas que perdemos. Guarda-chuvas, canetas Bic, meias, clips, el\u00e1sticos de cabelo, v\u00e3o tudo parar no Belel\u00e9u. Reencontrar algumas dessas pe\u00e7as pode trazer boas lembran\u00e7as; j\u00e1 outras nem tanto, devido &#8216;as saias-justas que por vezes passamos quando algo importante vai pro Belel\u00e9u.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Milliways, o Restaurante no Fim do Universo<\/strong><br \/>\nEsse \u00e9 um lugar que saiu da mente genial do falecido escritor ingl\u00eas <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Douglas_Adams\">Douglas Adams<\/a>. L\u00e1, \u00e9 poss\u00edvel descobrir como afinal essa <em>Mistureba Generalizada de Todas as Coisas<\/em> que chamamos de Universo vai acabar, proavelmente sem saber qual \u00e9 a pergunta da Quest\u00e3o Fundamental a respeito da Vida, do Universo e Tudo o Mais, cuja resposta \u00e9 42. E se voc\u00ea n\u00e3o aguentar ver o fim de tudo s\u00f3brio, tem uma Dinamite Pangal\u00e1tica para aliviar os sentidos, que n\u00e3o vai fazer diferen\u00e7a nenhuma j\u00e1 que ningu\u00e9m vai entender nada mesmo.<\/p>\n<p><strong>&#8211; Castelo R\u00e1-Tim-Bum<\/strong><br \/>\nQuem viveu sua inf\u00e2ncia na d\u00e9cada de 90 vai lembrar desse. Um castelo escuro por fora e colorido por dentro, com um menino bruxo de 300 anos de idade (sem essa de R\u00e9ri P\u00f3ta), que passa o tempo todo se divertindo com tr\u00eas amigos. Conversam com a cobra Celeste &#8211; que veja s\u00f3, mora no tronco de uma \u00e1rvore no centro do castelo -,com um gato de biblioteca, t\u00eam de aturar as &#8220;gargalhadas fatais&#8221; de um monstro que vive nos encanamentos. Al\u00e9m disso, t\u00eam \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o uma bruxa  gente fina pra lhes ajudar, caso um certo Doutor que s\u00f3 fala Abobrinha venha lhes importunar.<\/p>\n<p>Infelizmente, esses s\u00e3o lugares em que dificilmente algu\u00e9m conseguir\u00e1 ir. O lado bom \u00e9 que esse neg\u00f3cio que equilibramos sobre nossos pesco\u00e7os n\u00e3o serve s\u00f3 pra se ocupar com as nossas preocupa\u00e7\u00f5es do dia-a-dia. Mesmo sem poder ir fisicamente, ainda d\u00e1 pra fechar os olhos e fugir um pouquinho dessa rotina louca que a gente vive.<\/p>\n<p><i>Enquanto Marmota est\u00e1 prestes a concluir seus deslocamentos, a s\u00e9rie <b>Col\u00f4nia de F\u00e9rias<\/b> apresenta textos gentilmente preparados por seus amigos, que sem poder frequentar os lugares mais distantes, felizmente est\u00e3o sempre por perto.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fabiane Lima, do blog Megal\u00f3polis Eu sempre digo que a melhor parte de uma viagem \u00e9 a estrada. Mais ou menos como naquela p\u00e9rola da auto-ajuda que diz que o importante \u00e9 a jornada e n\u00e3o o fim dela, ou coisa que o valha. 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