{"id":1716,"date":"2004-04-30T14:45:17","date_gmt":"2004-04-30T17:45:17","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/curitiba-em-pequenas-doses"},"modified":"2004-04-30T14:45:17","modified_gmt":"2004-04-30T17:45:17","slug":"curitiba-em-pequenas-doses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/curitiba-em-pequenas-doses\/","title":{"rendered":"Curitiba em pequenas doses"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/e-ctba.gif\" align=\"right\">Tenho o p\u00e9ssimo costume de planejar coisas. Idealizar e prever acontecimentos diante das possibilidades. Por mais que eu tente evitar, \u00e9 incontrol\u00e1vel. Foi assim com meu final de semana em Curitiba. Felizmente, para alegria dos meus neur\u00f4nios, o planejamento foi soberbo.<\/p>\n<p>Ou melhor, quase. Mas enfim, o balan\u00e7o final foi altamente positivo!<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que fica imposs\u00edvel contar, em poucas linhas, detalhes curiosos e as observa\u00e7\u00f5es interessantes sobre mais este passeio inesquec\u00edvel &#8211; com direito a festa de casamento. Portanto, prepare-se: vem a\u00ed mais um post campe\u00e3o de kilobytes do MMM. Tudo sobre a viagem de tr\u00eas amigos &#8211; Marmota, Lello e Priscilla &#8211; rumo a capital paranaense. Senta que l\u00e1 vem a hist\u00f3ria!<\/p>\n<p>&#8211; Como sabem os leitores <a href=\"\/blog\/index.php?cat=21\" target=\"_blank\"><b>mais<\/b><\/a> <a href=\"\/blog\/index.php?cat=38\" target=\"_blank\"><b>antigos<\/b><\/a> deste blog, o trecho que separa S\u00e3o Paulo e Curitiba \u00e9 um velho conhecido meu. Todos os perigos ocultos nas curvas da BR 116 &#8211; a famigerada R\u00e9gis Bittencourt &#8211; saltam aos meus olhos com uma sensa\u00e7\u00e3o de <i>deja vu<\/i> impressionante. Melhor assim: as seis horas no volante, tanto na ida quanto na volta, parecem mais r\u00e1pidas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/divisa3004.jpg\" align=\"left\" alt=\"De um lado da foto &eacute; S&atilde;o Paulo. Do outro &eacute; Paran&aacute;.\">&#8211; Ali\u00e1s, a imutabilidade da estrada e seus demais elementos (como as paradas obrigat\u00f3rias no Buenos Aires e no Petropen) chega a irritar. At\u00e9 as placas de &#8220;moderniza\u00e7\u00e3o&#8221;, encravadas nos primeiros anos do governo FHC, j\u00e1 est\u00e3o caindo. Por que n\u00e3o transformar a &#8220;rodovia da morte&#8221; numa esp\u00e9cie de &#8220;Nova R\u00e9gis&#8221;? Seus usu\u00e1rios seriam eternamente gratos.<\/p>\n<p>&#8211; Por volta das duas horas do s\u00e1bado, j\u00e1 est\u00e1vamos sobre o viaduto Colorado, saindo da Avenida das Torres, a procura do <a href=\"http:\/\/www.hotellumini.com.br\" target=\"_blank\"><b>nosso hotel<\/b><\/a>. Em poucos minutos, descobri que as principais avenidas de Curitiba, mesmo as que possuem um canteiro central, seguem em um \u00fanico sentido. Depois de algumas voltas desnecess\u00e1rias pelos arredores da movimentada Visconde de Guarapuava, paramos na tranquila General Carneiro. &#8220;At\u00e9 o fim do passeio, a gente acerta o caminho&#8221;, profetizou Lello. Normalmente \u00e9 assim mesmo.<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;Filho, voc\u00ea esqueceu o cinto&#8221;, alertou minha m\u00e3e, no trivial telefonema &#8220;chegamos bem&#8221;. Disse que n\u00e3o me importava, afinal a roupa do casamento j\u00e1 estava em estado desolador ap\u00f3s os solavancos no porta-malas. &#8220;Filho, suas cal\u00e7as v\u00e3o cair na festa. Arrume um cinto&#8221;. Nunca duvidei da sabedoria de minha m\u00e3e, por isso decidi ir atr\u00e1s do acess\u00f3rio. A p\u00e9 mesmo. <\/p>\n<p>&#8211; Anote: a partir do dia 24 de abril, o cruzamento da rua Mariano Torres com a Sete de Setembro passa a se chamar &#8220;cruzamento do maluco&#8221;. Tudo porque o cururu aqui prosseguiu telefonando enquanto caminhava e, sabe-se l\u00e1 porque, n\u00e3o parou. S\u00f3 se ouviu a buzinada e um &#8220;maluuuuco&#8221;, a poucos cent\u00edmetros de um carro em alta velocidade. &#8220;Putz, ele veio do nada&#8221;, testemunhou Lello. A Pri, coitada, quase desmaiou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/estacao3004.jpg\" align=\"right\" alt=\"Dif&iacute;cil vai ser esse trem sair do Shopping Esta&ccedil;&atilde;o... (piada fraca)\">&#8211; Finalmente, o simp\u00e1tico <a href=\"http:\/\/www.shoppingestacao.com\" target=\"_blank\"><b>Shopping Esta\u00e7\u00e3o<\/b><\/a>, com museu ferrovi\u00e1rio embutido e curiosos chafarizes. Pausa para o almo\u00e7o. Optei por uma saladinha, j\u00e1 que est\u00e1vamos com pressa. Pedi uma bem simplesinha num lugar chamado The Sub&#8217;s. Em poucos instantes, fui surpreendido por um balaio de alface, ovos cozidos, tomates inteiros e muito, mas muito molho de queijo. Pouco mais de meia hora comendo e ainda n\u00e3o estava na metade. Incr\u00edvel, mas pela primeira vez na vida, fui vencido por uma saladinha.<\/p>\n<p>&#8211; Ainda com remorso por ter deixado a comida no prato, corri para as Lojas Americanas. Peguei o primeiro cinto que vi na frente, aproveitei o bom pre\u00e7o de um casaco simp\u00e1tico e me mandei para o caixa. Sobrou pouco tempo para voltarmos ao hotel e nos aprontarmos. Dito e feito: eram cinco e meia, hora da cerim\u00f4nia, quando est\u00e1vamos prontos para sair.<\/p>\n<p>&#8211; Ah, sim. Estava quase saindo quando lembrei do cinto novo. Peguei por uma ponta, fui enfiando-a nas al\u00e7as da cal\u00e7a envolvendo-o na cintura&#8230; At\u00e9 ser interrompida, bem longe da fivela! &#8220;Eu perguntei se voc\u00ea tinha experimentado o cinto&#8221;, lembrou a Pri. Acho que eu n\u00e3o ouvi&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Felizmente, o roteiro elaborado pelo <a href=\"http:\/\/www.700km.com.br\" target=\"_blank\"><b>Luis<\/b><\/a> estava perfeito: seguimos todas as orienta\u00e7\u00f5es at\u00e9 chegarmos, pontualmente as seis da tarde, ao <a href=\"http:\/\/www.spazioverde.b.com.br\" target=\"_blank\"><b>local do cas\u00f3rio<\/b><\/a>. Tive certeza de que estava certo quando vi uma bandeira do Inter na entrada. Id\u00e9ia brilhante, que certamente vai ser usada no meu casamento!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/pinguins3004.jpg\" align=\"left\" alt=\"De onde sa&iacute;ram esses dois man&eacute;s?\">&#8211; Apesar do hor\u00e1rio, o tempo fechado e uma fina garoa provocavam uma falsa impress\u00e3o: parecia tarde da noite. A sensa\u00e7\u00e3o piorou quando percebemos os convidados no sal\u00e3o, os arranjos sendo retirados e os noivos tirando fotos ao fundo&#8230; Mais alguns segundos para que algu\u00e9m me acordasse e dissesse: &#8220;perdemos a cerim\u00f4nia&#8221;&#8230; Put I keep are you!<\/p>\n<p>&#8211; &#8220;Ah, mas foi r\u00e1pido mesmo. Os m\u00fasicos n\u00e3o s\u00e3o como os do Titanic: ao menor sinal de chuva, tchau&#8221;, explicou Luis. &#8220;Mas a cerim\u00f4nia foi linda&#8221;, concluiram os noivos. Vou ter que esperar para assistir ao v\u00eddeo em minha pr\u00f3xima passagem por Floripa&#8230; Enfim, sei que \u00e9 meio chato ter que dizer isso, mas tenho que admitir: o jantar e a festa estavam \u00f3timos! <\/p>\n<p>&#8211; Antes da valsa e das fotos, um pedido especial do Luis: &#8220;meu amigo tamb\u00e9m \u00e9 paulistano. De repente, rola uma carona&#8221;. Aceitei prontamente: &#8220;devo sair na segunda-feira cedo&#8221;. S\u00f3 depois de alguns dias liguei o nome a pessoa: era o <a href=\"http:\/\/www.700km.com.br\/mundobizarro\" target=\"_blank\"><b>Ricardo Bittencourt<\/b><\/a>! Foi quando descobri tamb\u00e9m que ele acabou voltando no domingo mesmo para S\u00e3o Paulo&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; A festan\u00e7a come\u00e7ou ao som de forr\u00f3 (?) e YMCA, e logo nos primeiros movimentos, constatei que minha m\u00e3e tinha raz\u00e3o. Nem mesmo uma r\u00e1pida ajeitada no WC fez com que minhas cal\u00e7as permanecessem em ordem&#8230; Apesar de estarem com as roupas no lugar, meus companheiros de viagem tamb\u00e9m pareciam pouco \u00e0 vontade. Optei por deixar os convidados se divertindo e terminar a noite em um lugar mais tranquilo. &#8220;Tem mais \u00e9 que ir mesmo, est\u00fapido. Por sua causa, perdemos a cerim\u00f4nia&#8230;&#8221;, azucrinou Lello.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/armazem3004.jpg\" align=\"right\" alt=\"Pelo visto, os dois estavam gostando...\">&#8211; Por recomenda\u00e7\u00e3o da <a href=\"http:\/\/ideiaserazoes.blogger.com.br\" target=\"_blank\"><b>Cacau<\/b><\/a>, fomos ao Batel, uma esp\u00e9cie de &#8220;Vila Madalena&#8221;. Caminhamos um bocado at\u00e9 descobrirmos onde fica o burburinho. Descobrimos da pior maneira poss\u00edvel: um movimentado restaurante mexicano estava totalmente ocupado. Ao lado, fila de 40min em uma lanchonete do tipo fiftie&#8217;s denominada &#8220;Peggy Sue&#8221; (seu passado a espera). Ou 1h30 de espera no Bar Brasil, de um <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/cotidiano\/ult95u93397.shtml\" target=\"_blank\"><b>famoso e vers\u00e1til empres\u00e1rio<\/b><\/a>. <\/p>\n<p>&#8211; No fim, ca\u00edmos no Armaz\u00e9m S\u00e3o Jos\u00e9, barzinho tranquilo ao final da Avenida Bispo Dom Jos\u00e9. Ao som de Agep\u00ea, Djavan, Grupo Molejo e Beth Carvalho (ecl\u00e9tico, n\u00e3o?), pedimos as especialidades da casa: uma por\u00e7\u00e3o de bolinho de mandioca com carne seca e um &#8220;ambulante&#8221; &#8211; sem saber direito do que se tratava. &#8220;Deve ser bom&#8221;. Veio a generosa por\u00e7\u00e3o de bolinhos e um sanduiche com carne e algumas fritas. &#8220;N\u00e3o \u00e9 daqui, n\u00e3o. Pedimos o ambulante&#8221;, disse. &#8220;Mas \u00e9 esse aqui mesmo&#8221;. Est\u00fapidos!<\/p>\n<p>&#8211; Conseguimos driblar o frio apenas enquanto dorm\u00edamos: na manh\u00e3 de domingo l\u00e1 estava ele nos aguardando&#8230; Depois de um caf\u00e9 com o <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/esporte\/ult92u74568.shtml\" target=\"_blank\"><b>Schumacher<\/b><\/a> (e Rubinho em sexto), fomos raptar o meu pai, que coincidentemente estava trabalhando em Curitiba, para lev\u00e1-lo ao Jardim Bot\u00e2nico. Chegar at\u00e9 ele foi f\u00e1cil: dif\u00edcil foi chegar ao parque sem se perder pela cidade, <a href=\"\/blog\/index.php?p=341\" target=\"_blank\"><b>como da \u00faltima vez<\/b><\/a>. Passamos umas tr\u00eas vezes pela BR 116 at\u00e9 chegarmos ao estacionamento&#8230; Mas valeu a caminhada. O lugar, apesar da falta de maiores &#8220;legendas&#8221; na maioria das plantas, \u00e9 maravilhoso.<\/p>\n<p><div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/jardimb3004.jpg\" alt=\"&Eacute; claro que eu tinha que fazer micagem. E o Lello com cara de apaixonado...\"><br \/><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/jardim3004.jpg\" alt=\"se ainda puder, n&atilde;o deixe de sair com o seu pai!\"><\/div>\n<p>&#8211; A respons\u00e1vel pelo nosso almo\u00e7o era a Cacau, que chegou ao Jardim Bot\u00e2nico ao lado da sua grande amiga <a href=\"http:\/\/www.frogslife.blogger.com.br\" target=\"_blank\"><b>Dani<\/b><\/a>. Sugest\u00e3o das mo\u00e7as: o Madalosso Novo, na Santa Felicidade, considerado o maior restaurante do Brasil. &#8220;T\u00e1 at\u00e9 no Guinness&#8221;, garantiram. De fato, o lugar \u00e9 portentoso: praticamente toda a cidade de Curitiba estava almo\u00e7ando por l\u00e1 quando chegamos!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/madalosso3004.jpg\" align=\"left\" alt=\"Um dos oito sal&otilde;es do Novo Madalosso. Um colosso.\">&#8211; O papo tava bom, mas ainda restava o fim de tarde. Satisfeit\u00edssimo com o passeio, meu pai decidiu ficar no centro. J\u00e1 os intr\u00e9pidos aventureiros foram caminhar no Parque Barigui, o maior da cidade. Nessa altura do campeonato, os cinco j\u00e1 estavam absolutamente enturmados!<\/p>\n<p> &#8211; Acreditem: a Cacau \u00e9 mais fan\u00e1tica por futebol do que eu ou mesmo o Lello: a cada r\u00e1dio de pilha ligado, uma pausa para ouvir o resultado do Coxa. Foi o futebol, ali\u00e1s, que nos levou a um barzinho encravado no parque &#8211; de onde vi a sensacional <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/esporte\/ult92u74583.shtml\" target=\"_blank\"><b>falha do Marcos diante do Colorado<\/b><\/a>. E segue o papo, regado a suco&#8230;<\/p>\n<p> &#8211; Ali, o ponto alto da tarde. A pequena Let\u00edcia, no alto dos seus doze anos, apareceu em nossa mesa vendendo rosas artificiais. Ela \u00e9 daquelas insistentes, que se esfor\u00e7am para engambelar seus clientes: declama poesias, discursa sobre o &#8220;fome zero de sua fam\u00edlia&#8221;, entre outras coisas. Tanto eu, bancando o sonso desentendido. quanto Lello, verdadeiro canastr\u00e3o, entramos na onda. Risadas certas!<\/p>\n<p><div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/rosas3004.jpg\" alt=\"Quer saber se acabamos comprando as flores? Perguntem pro Lello.\"><\/div>\n<p> &#8211; Let\u00edcia, que me achou engra\u00e7ado a ponto de me chamar de &#8220;Faust\u00e3o&#8221;, cobra tr\u00eas reais por rosa &#8211; independente da cor ou da quantidade de &#8220;estrelinhas ou caretinhas&#8221; adesivadas. A l\u00e1bia da garotinha lhe garante uma m\u00e9dia de quinze rosas di\u00e1rias &#8211; sem contar a despesa m\u00ednima com mat\u00e9ria prima, a precoce trabalhadora fatura sozinha 1300 reais brutos por m\u00eas. Imagine quando chegar aos 25 anos&#8230;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/esfregao3004.jpg\" align=\"right\" alt=\"Aten\u00e7\u00e3o ao famigerado homem do esfreg\u00e3o, \u00e0 esquerda...\">&#8211; Nos despedimos da Dani na entrada do Shopping Esta\u00e7\u00e3o &#8211; terminamos o passeio exatamente onde ele come\u00e7ou. Num olhar mais atento ao redor das fontes, constatamos a presen\u00e7a de um homem mal-humorado, munido de um esfreg\u00e3o. Sua miss\u00e3o \u00e9 simples: quando algu\u00e9m mete a m\u00e3o na \u00e1gua, ele deve secar tudo rapidamente. \u00c9 claro que sua emp\u00e1fia natural lhe d\u00e1 cr\u00e9dito suficiente para meter medo nas crian\u00e7as&#8230; Cuidado: o homem do esfreg\u00e3o pode pegar voc\u00ea!<\/p>\n<p> &#8211; Parada obrigat\u00f3ria na <a href=\"http:\/\/www.livrariascuritiba.com.br\" target=\"_blank\"><b>livraria<\/b><\/a> antes de comer: convidamos as meninas para encarar uma barca de comida japonesa. Para elas, um desafio in\u00e9dito, a come\u00e7ar pelo trabalhoso hashii. Como tudo na vida, \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o de pr\u00e1tica.<\/p>\n<p> &#8211; Percebemos o quanto valeu a viagem quando n\u00e3o percebemos o tempo passar: passava da meia-noite quando deixamos a Cacau em casa, em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais (no caminho para Floripa). &#8220;Ainda d\u00e1 pra conhecer a Rua 24 Horas&#8221;, disse, na volta para o hotel. Pessoalmente, pelo que conhe\u00e7o, n\u00e3o perdemos nada. E o fato de n\u00e3o passearmos pela hist\u00f3rica Rua XV ou mesmo na Pra\u00e7a Os\u00f3rio indica que precisamos voltar at\u00e9 l\u00e1&#8230; Vamos?<\/p>\n<p><div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/trio3004.jpg\" alt=\"E acabou!\"><\/div>\n<p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tenho o p\u00e9ssimo costume de planejar coisas. Idealizar e prever acontecimentos diante das possibilidades. Por mais que eu tente evitar, \u00e9 incontrol\u00e1vel. Foi assim com meu final de semana em Curitiba. Felizmente, para alegria dos meus neur\u00f4nios, o planejamento foi soberbo. Ou melhor, quase. Mas enfim, o balan\u00e7o final foi altamente positivo! 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