{"id":1370,"date":"2006-10-21T22:44:52","date_gmt":"2006-10-22T01:44:52","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/a-mais-eficiente-arma-anti-spam-da-ultima-semana"},"modified":"2006-10-21T22:44:52","modified_gmt":"2006-10-22T01:44:52","slug":"a-mais-eficiente-arma-anti-spam-da-ultima-semana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/a-mais-eficiente-arma-anti-spam-da-ultima-semana\/","title":{"rendered":"A mais eficiente arma anti-spam da \u00faltima semana"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/bloguiado.jpg\" align=\"right\">Desde que este espa\u00e7o optou pelos excelentes servi\u00e7os do <a href=\"http:\/\/www.wordpress.org\" target=\"_blank\"><b>WordPress<\/b><\/a>, em abril de 2004, os problemas envolvendo spammers nos coment\u00e1rios eram os que mais tomavam meu tempo. Em novembro de 2004, quando a infesta\u00e7\u00e3o de pragas ainda era iniciante, <a href=\"\/blog\/2004\/11\/29\/1116\" target=\"_blank\"><b>experimentei<\/b><\/a> um sistema simples de autenticidade de coment\u00e1rios &#8211; o tal &#8220;captcha&#8221;, que n\u00e3o s\u00f3 foi driblado pelos robozinhos-lixeiros mas tamb\u00e9m <a href=\"\/blog\/2005\/03\/11\/1216\"><b>recebeu cr\u00edticas<\/b><\/a> dos nossos visitantes.<\/p>\n<p>Meses depois, em mar\u00e7o de 2005, surgiu uma nova solu\u00e7\u00e3o, dada como definitiva: um plugin chamado WP Hashcash, que criava uma &#8220;senha oculta&#8221; a partir de um c\u00f3digo javascript, e embutia no formul\u00e1rio de coment\u00e1rios. Deu certo no come\u00e7o, mas evidentemente, a enxurrada de adipex, cialis, texas holdem, tramadol, levitra e outros bichos, n\u00e3o foi p\u00e1reo para o pobre plugin.<\/p>\n<p>E eu, que n\u00e3o queria me preocupar em mexer no sistema que gerencia o blog, fui obrigado a tomar provid\u00eancias. Tanto o Doni como o Ian, os mais novos entusiastas do WordPress, indicaram o <a href=\"http:\/\/akismet.com\" target=\"_blank\"><b>Akismet<\/b><\/a> (chamado inocentemente de &#8220;as que mete&#8221;), instrumento que garante: nunca mais vou ter que me preocupar com spam. Os dados do site s\u00e3o realmente preocupantes: 92% de todos os coment\u00e1rios registrados no WordPress s\u00e3o lixo puro. Noventa e dois porcento!!!<\/p>\n<p>S\u00f3 que, para ter &#8220;as que mete&#8221; trabalhando no blog, teria que fazer uma migra\u00e7\u00e3o, digamos, mais trabalhosa: transformar a vers\u00e3o 1.5 do sistema para a nov\u00edssima (quer dizer, mais ou menos recente) vers\u00e3o 2.0, \u00fanica exig\u00eancia do bloqueador de spams. Relutei por muito tempo esse upgrade n\u00e3o apenas por falta de tempo, mas principalmente por n\u00e3o ter gostado dos frufrus visuais. N\u00e3o vejo a menor gra\u00e7a em escrever um post sem digitar os comandos HTML, ou em ver o meu j\u00e1 carregado servidor de imagens ganhar uma imagem extra em miniatura a cada upload.<\/p>\n<p>Mas enfim, com algumas customiza\u00e7\u00f5es para manter a edi\u00e7\u00e3o espartana e o upload como nos velhos tempos, a atualiza\u00e7\u00e3o colocou &#8220;as que mete&#8221; pra funcionar. E est\u00e1 funcionando muito bem, obrigado. Em menos de uma semana, o contador do plugin j\u00e1 ultrapassava a marca dos mil spans deletados. N\u00famero que segue cada vez maior. Continuamos de olho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde que este espa\u00e7o optou pelos excelentes servi\u00e7os do WordPress, em abril de 2004, os problemas envolvendo spammers nos coment\u00e1rios eram os que mais tomavam meu tempo. 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