{"id":1287,"date":"2004-02-23T21:26:54","date_gmt":"2004-02-24T00:26:54","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/marmota-no-interior"},"modified":"2004-02-23T21:26:54","modified_gmt":"2004-02-24T00:26:54","slug":"marmota-no-interior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/marmota-no-interior\/","title":{"rendered":"Marmota no Interior"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/e-0304.gif\" align=\"right\">&#8211; Como \u00e9 bom n\u00e3o perder um minuto sequer de uma merecida folga! Logo nas primeiras horas de f\u00e9rias &#8211; ainda na tarde de domingo, 28 de dezembro, arrisquei um bate-e-volta em Sorocaba, lar do nosso grande amigo <b>Bent\u00e3o<\/b>. Ao meu lado, a dupla est\u00fapida <a href=\"http:\/\/bebediabo.zip.net\" target=\"_blank\"><b>Lello<\/b><\/a> e <b>Narazaki<\/b>, al\u00e9m da n\u00e3o menos est\u00fapida <b>Marta<\/b>, nossa companheira de labuta.<\/p>\n<p>&#8211; Sorocaba fica a apenas uma hora e meia do centro de S\u00e3o Paulo, via Castelo Branco. Bem antes do sol ir embora, o quarteto j\u00e1 estava na pacata cidadezinha, exatamente no ponto de encontro sugerido por Bent\u00e3o. L\u00e1 estava ele, ao lado de sua futura esposa <b>Ana Claudia<\/b>.<\/p>\n<p>&#8211; R\u00e1pido city tour pelos pontos tur\u00edsticos da megal\u00f3pole. Incluindo o est\u00e1dio municipal Walter Ribeiro e um movimentado parque municipal (acho que chamava-se Campolim). Chamou minha aten\u00e7\u00e3o o volume de carros estacionado \u00e0 beira da cal\u00e7ada, esp\u00e9cie de &#8220;isca&#8221; usada pela mo\u00e7ada para abordar as belas transeuntes. Temos que voltar l\u00e1 mais vezes.<\/p>\n<p>&#8211; Parada estrat\u00e9gica num barzinho alem\u00e3o, ou melhor, no bar do alem\u00e3ozinho. Horas de bate papo agrad\u00e1vel, regado a chopp, refrigerante e&#8230; generosas por\u00e7\u00f5es de \u00f3leo. Tinha at\u00e9 carne e queijo provolone a milanesa nelas. Hora de acionar a frase: &#8220;Nunca mais ponho os p\u00e9s nesta espelunca&#8221;.<\/p>\n<p>&#8211; Ainda na movimentada avenida Antonio Carlos C\u00f4mitre, nova parada na tradicional Padaria Real. Dica do Bent\u00e3o: a saborosa coxinha de frango com catupiry. Tratei de experimentar a iguaria &#8211; pedi ainda uma xicrinha de um curioso caf\u00e9 gelado. &#8220;N\u00e3o tem mais xicrinha. Pode ser na caneca?&#8221;, indagou o gar\u00e7om. &#8220;Pode ser&#8221;, disse, sem saber o tamanho da crian\u00e7a. Levei horas para tomar tudo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/ferias2302.jpg\" align=\"right\">&#8211; Momento piada fraca detected da noite: &#8220;vou ali filar uns frios&#8221;, disse ao Bent\u00e3o, apontando para a placa &#8220;Fila Frios&#8221;, indicando o in\u00edcio da fila. Admito, para come\u00e7o de f\u00e9rias, foi terr\u00edvel.<\/p>\n<p>&#8211; Voltamos para S\u00e3o Paulo no final da noite &#8211; pouco importava o fato de ter que voar at\u00e9 o sul na tarde de segunda-feira. Como o r\u00e1dio do Marmoturbo \u00e9 movido \u00e0 carv\u00e3o, o neg\u00f3cio foi cantar. Ou melhor, resgatar velharias dos anos 80 &#8211; desde Xuxa at\u00e9 lambada, passando pelo fino do brega.<\/p>\n<p>&#8211; Enfim. Tr\u00eas semanas depois &#8211; tempo suficiente de rodar o sul do Brasil, estava pronto para mais um bate-e-volta, desta vez mais ousado: Ribeir\u00e3o Preto. Objetivo: visitar o mais novo morador da Calif\u00f3rnia Brasileira, nosso amigo <b>Fernando Pratti<\/b>. Foram 300 quil\u00f4metros guiando o Marmoturbo, ao lado do arroz de festa <a href=\"http:\/\/bebediabo.zip.net\" target=\"_blank\"><b>Lello<\/b><\/a> e <b>Marcelo Sakate<\/b>, n\u00e3o-est\u00fapido por op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; At\u00e9 que a viagem de tr\u00eas horas passou r\u00e1pido. O que demorou mesmo foi localizarmos Pratti, que deixou seu celular desligado &#8211; despertando a ira de Sakate. Parada estrat\u00e9gica no Shopping Santa \u00darsula, onde o esperto japon\u00eas acionou seus contatos para descobrir o endere\u00e7o do nosso amigo. &#8221; Quando chegarmos, vou ench\u00ea-lo de porrada&#8221;, dizia.<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o deu tempo de soc\u00e1-lo: fomos direto a uma churrascaria denominada Galp\u00e3o da Picanha, na Avenida do Caf\u00e9. Al\u00e9m do card\u00e1pio, Sakate inventou de pedir o couvert da casa ao gar\u00e7om. Sem saber do que se tratava, ouviu a explica\u00e7\u00e3o: &#8220;U\u00e9, couvert, aquela cesta com p\u00e3ezinhos&#8230;&#8221;. &#8220;Mas voc\u00ea veio aqui pra tomar caf\u00e9?&#8221;, indagou o gar\u00e7om. Risadas e aquele pensamento de sempre: &#8220;Nunca mais ponho os p\u00e9s nesta espelunca&#8221;&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Depois da comilan\u00e7a, nada como algo diferente, que quase n\u00e3o costumo fazer com os amigos. Partimos para o Ribeir\u00e3o Shopping Center para jogar boliche. Fernando Pratti, vice-campe\u00e3o da nossa Ta\u00e7a Elaine Foster em 2003, estava meio fora de forma, mas nenhum dos tr\u00eas competidores presentes foi p\u00e1reo para ele.<\/p>\n<p>&#8211; No final, paramos para experimentar o chope do Pinguim, famoso no Brasil inteiro. Como motorista oficial da aventura, al\u00e9m de avesso ao gosto de cerveja e derivados, recusei a oferta do gar\u00e7om e pedi um guaran\u00e1. Sei n\u00e3o, mas depois disso, notei um certo preconceito daquele gar\u00e7om depois desse epis\u00f3dio&#8230; &#8220;Bem feito. Quem mandou n\u00e3o beber?&#8221;, tive que ouvir, na mesa.<\/p>\n<p>&#8211; Ainda restavam tr\u00eas horas de volta para casa. Mais tr\u00eas horas falando sobre perspectivas de trabalho, hist\u00f3rias de f\u00e9rias, outras viagens, mulheres&#8230; Entre outros epis\u00f3dios que marcaram o come\u00e7o do ano. Mas enfim, depois eu conto o resto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8211; Como \u00e9 bom n\u00e3o perder um minuto sequer de uma merecida folga! Logo nas primeiras horas de f\u00e9rias &#8211; ainda na tarde de domingo, 28 de dezembro, arrisquei um bate-e-volta em Sorocaba, lar do nosso grande amigo Bent\u00e3o. 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