{"id":1238,"date":"2006-07-03T16:05:59","date_gmt":"2006-07-03T19:05:59","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/estadios-que-eu-fui-allianz-arena"},"modified":"2006-07-03T16:05:59","modified_gmt":"2006-07-03T19:05:59","slug":"estadios-que-eu-fui-allianz-arena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/estadios-que-eu-fui-allianz-arena\/","title":{"rendered":"Est\u00e1dios que eu fui: Allianz Arena"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/e-alemanha.jpg\" align=\"right\">Na reta final do meu passeio, tive a felicidade de visitar Munique ao lado de Lello Lopes. Foi por poucos (e gelados) dias, mas o suficiente para realizarmos dois passeios esportivos relevantes, todos eles no dia 12 de novembro. Uma volta no <a href=\"http:\/\/www.olympiapark-muenchen.de\" target=\"_blank\"><b>parque ol\u00edmpico<\/b><\/a> dos Jogos de 1972 e outra no est\u00e1dio considerado o mais bonito do mundo, o <a href=\"http:\/\/www.allianz-arena.de\" target=\"_blank\"><b>Allianz Arena<\/b><\/a> (se fosse no Brasil seria rebatizado para &#8220;pneuz\u00e3o&#8221;).<\/p>\n<p>A ordem da caminhada n\u00e3o foi essa, mas evidentemente, prefiro deixar o melhor para o final.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/barrale.jpg\"><\/div>\n<p>Como em todas as grandes cidades alem\u00e3s, voc\u00ea consegue chegar a qualquer canto de Munique <a href=\"http:\/\/www.mvv-muenchen.de\" target=\"_blank\"><b>usando transporte p\u00fablico<\/b><\/a>, seja nas muitas linhas de bonde (Tram) ou, mais f\u00e1cil ainda, de metr\u00f4 (U-Bahn). A torre do parque ol\u00edmpico de Munique fica bem vis\u00edvel logo na sa\u00edda da esta\u00e7\u00e3o Olympiazentrum, a \u00faltima da linha U6. Antes de atravessar a passarela, d\u00e1 para ver os pr\u00e9dios da antiga Vila Ol\u00edmpica, local do tr\u00e1gico atentado terrorista. No outro lado da passagem, bem perto do gin\u00e1sio Olympiahalle, um monumento em hebraico refresca a mente de algum desavisado.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/muniqoligeral0207.jpg\"><\/div>\n<p>Infelizmente eu e Lello demos azar: chegamos muito tarde no parque ol\u00edmpico, tempo suficiente para caminhar ao redor do belo est\u00e1dio e dar alguns telefonemas &#8211; ali\u00e1s, como s\u00e3o feios os telefones cor-de-rosa da Deutsche Telekom.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/muniqolimpico0207.jpg\"><\/div>\n<p>Mas a volta pelos arredores valeu a pena. At\u00e9 porque, naquela altura, j\u00e1 t\u00ednhamos visitado o est\u00e1dio mais interessante da cidade.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/barrale.jpg\"><\/div>\n<p>Muitas linhas de metr\u00f4 cruzam a Marienplatz e outras esta\u00e7\u00f5es centrais. A partir dali, n\u00e3o tem mist\u00e9rio: basta entrar no trem da linha U6 com destino a Garching-Hochbr\u00fcck e descer na esta\u00e7\u00e3o Fr\u00f6ttmaning. Mas da janela do metr\u00f4, pelo lado direito, j\u00e1 da pra ver o magn\u00e2nimo pneuz\u00e3o branco.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/muniqfrootmaning0207.jpg\"><\/div>\n<p>\u00c9 preciso caminhar bastante a partir da bel\u00edssima esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4 at\u00e9 chegarmos a uma das entradas do est\u00e1dio. \u00c9 muito espa\u00e7o, com direito a estacionamento subterr\u00e2neo para n\u00e3o agredir a paisagem externa. Mas ningu\u00e9m repara nas entradas e sa\u00eddas dos arredores, nem mesmo nos moinhos de vento ao fundo da paisagem. O Allianz Arena chama a aten\u00e7\u00e3o sozinho.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/muniqallianz0207.jpg\"><\/div>\n<p>Para o nosso azar, o \u00faltimo hor\u00e1rio do passeio guiado era praticamente duas horas depois, o que inviabilizaria nosso giro pelo Olympiastadion em seguida. Optamos por simplesmente circular pelos arredores \u2013 entende-se lojinhas do Allianz Arena, do Bayern e do Munique 1860. Antes de sair, pausa para um lanchinho t\u00edpico de est\u00e1dio alem\u00e3o: cerveja e salsicha.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/barrale.jpg\"><\/div>\n<p>Para finalizar: o dia rendeu, e s\u00f3 acabou na madrugada de domingo, gra\u00e7as a um evento inusitado: depois do jantar, nos arredores da Marienplatz, percebemos um aglomerado de gente na frente da Kaufhof. Era um artista de rua, diferente de tudo que j\u00e1 vi na vida.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/muniqmarienplatz0207.jpg\"><\/div>\n<p>O sujeito cantava grandes sucessos internacionais e, entre uma can\u00e7\u00e3o e outra, conversava, fazia piada e debochava com todos os turistas em alem\u00e3o, ingl\u00eas, italiano&#8230; Implicava muito com os japoneses e at\u00e9 conversava em portugu\u00eas: ao descobrir a presen\u00e7a de brasileiros no grupo, ele emendou \u201choje a noite n\u00e3o tem luar\u201d, do Renato Russo. A cada vinte, trinta minutos, ele exigia alguns euros dos espectadores, usando uma grande sombrinha virada para baixo. O nome dele \u00e9 <a href=\"http:\/\/www.helly-meiler.de\" target=\"_blank\"><b>Helly Meiler<\/b><\/a>, e \u00e9 o cara mais persuasivo que j\u00e1 vi na vida \u2013 tanto que acabei comprando um CD do cidad\u00e3o.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/barrale.jpg\"><\/div>\n<p>Enfim, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil descobrir qual o \u00faltimo est\u00e1dio desta s\u00e9rie. Ali\u00e1s, Berlim ainda re\u00fane as hist\u00f3rias mais bacanas do passeio!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na reta final do meu passeio, tive a felicidade de visitar Munique ao lado de Lello Lopes. Foi por poucos (e gelados) dias, mas o suficiente para realizarmos dois passeios esportivos relevantes, todos eles no dia 12 de novembro. 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