{"id":1197,"date":"2006-03-29T23:59:38","date_gmt":"2006-03-30T02:59:38","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/tem-astronauta-brazuca-no-espaco"},"modified":"2006-03-29T23:59:38","modified_gmt":"2006-03-30T02:59:38","slug":"tem-astronauta-brazuca-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/tem-astronauta-brazuca-no-espaco\/","title":{"rendered":"Tem astronauta brazuca no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/plantao.jpg\" align=\"right\">Diferente de todas as crian\u00e7as da minha \u00e9poca, nunca quis ser astronauta. Achava espetacular aquela ilus\u00e3o de conquistar outros mundos, viajar pelo espa\u00e7o, ver meu planeta de longe&#8230; Mas talvez tivesse p\u00e9s no ch\u00e3o suficiente para achar que essa tarefa n\u00e3o era das mais simples.<\/p>\n<p>Felizmente, ao menos uma crian\u00e7a brasileira que sonhava em ser astronauta realizou seu sonho. Mas n\u00e3o foi moleza. <a href=\"http:\/\/www.marcospontes.net\" target=\"_blank\"><b>Marcos C\u00e9sar Pontes<\/b><\/a> nasceu em Bauru em 11 de marco de 1963. Aos cinco anos, j\u00e1 desenhava foguetes e avi\u00f5es nos cadernos. Seu destino n\u00e3o poderia ser outro: o CTA, anos ap\u00f3s se formar em tecnologia aeron\u00e1utica. At\u00e9 1998, quando j\u00e1 era piloto de ca\u00e7a, o tenente-coronel foi selecionado para um programa da Nasa.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, at\u00e9 esta quarta-feira, foram treinos e mais treinos, forma\u00e7\u00f5es espec\u00edficas (recebeu oficialmente o t\u00edtulo de astronauta da Nasa em 2000) e um bom tempo de espera. Burocracias e adiamentos sucessivos (lembrem-se que ele \u00e9 BRASILEIRO) fizeram com que sua primeira viagem fosse apenas em 2006.<\/p>\n<p>Mas convenhamos, se a espera valeu para quem permaneceu acordado at\u00e9 mais tarde s\u00f3 para ver o <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/ciencia\/ult306u14424.shtml\"><b>lan\u00e7amento da nave russa Soyus,<\/b><\/a> imagine para ele.<\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/images\/astronauta2903.jpg\"><br \/><i>O primeiro astronauta, hmmm, brasileiro,<br \/>que n\u00e3o esqueceu do primeiro de fato. <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/ciencia\/ult306u14420.shtml\"><b>Tirado daqui<\/b><\/a>.<\/i><\/div>\n<p>Ali\u00e1s, alem da viagem de Marcos Pontes, mais brasileiros olharam para a imensid\u00e3o do c\u00e9u e contemplaram a magnitude da natureza, em <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/ciencia\/ult306u14416.shtml\"><b>mais um eclipse total do sol<\/b><\/a>. Mesmo se pudesse ser visto de S\u00e3o Paulo, ver\u00edamos no m\u00e1ximo os pontos de alagamento da chuva.<\/p>\n<p>Ah, sim: uma pergunta que n\u00e3o poderia faltar: alem dos <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/ciencia\/ult306u14400.shtml\"><b>experimentos<\/b><\/a> e das <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/ciencia\/ult306u14409.shtml\"><b>tranqueiras<\/b><\/a> que v\u00e3o na bagagem, o que (ou quem) mais o astronauta brasileiro poderia aproveitar e mandar para o espa\u00e7o, mas ao contrario dele, permanecer eternamente por l\u00e1?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diferente de todas as crian\u00e7as da minha \u00e9poca, nunca quis ser astronauta. Achava espetacular aquela ilus\u00e3o de conquistar outros mundos, viajar pelo espa\u00e7o, ver meu planeta de longe&#8230; Mas talvez tivesse p\u00e9s no ch\u00e3o suficiente para achar que essa tarefa n\u00e3o era das mais simples. Felizmente, ao menos uma crian\u00e7a brasileira que sonhava em ser [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-1197","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-plantao-marmota"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1197","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1197"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1197\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1197"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1197"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1197"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}