{"id":1060,"date":"2003-01-08T12:18:00","date_gmt":"2003-01-08T15:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/2003-seria-o-ano-dos-blogs"},"modified":"2003-01-08T12:18:00","modified_gmt":"2003-01-08T15:18:00","slug":"2003-seria-o-ano-dos-blogs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/2003-seria-o-ano-dos-blogs\/","title":{"rendered":"2003: seria o ano dos blogs?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/bloguiado.jpg\" align=\"right\">Nunca se falou tanto em blogs quanto em 2002, tanto que o fen\u00f4meno provocou uma avassaladora inclus\u00e3o de novos endere\u00e7os .blogger, .blogspot ou .weblogger. Uma verdadeira ind\u00fastria, que cresceu de uma forma muito r\u00e1pida e ao mesmo tempo imprecisa: todo mundo atirando para todos os lados, apenas para entrar na onda (inclusive o &#8220;mais dos mesmos&#8221; aqui, que fique bem claro!).<\/p>\n<p>Evidentemente, boa parte dos navegantes s\u00e3o un\u00e2nimes em afirmar que os blogs n\u00e3o passam de uma brincadeira, uma forma de relaxar e conhecer pessoas novas. Mas acredite: isso n\u00e3o \u00e9 tudo. O potencial dessa ferramenta poder\u00e1 ser muito \u00fatil para quem trabalha com jornalismo online, uma \u00e1rea que passa por uma crise de identidade e generalizada escassez de recursos.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia, indicada pelo Mario Lima Cavalcanti no site <a href=\"http:\/\/www.comunique-se.com.br\" target=\"_blank\"><b>Comunique-se<\/b><\/a>, \u00e9 compartilhada pelo norte-americano Mark Glaser, em <a href=\"http:\/\/www.ojr.org\/ojr\/glaser\/1041318193.php\" target=\"_blank\"><b>sua coluna<\/b><\/a> no Online Journalism Review. Logo no primeiro par\u00e1grafo, ele diz que &#8220;seu sexto sentido n\u00e3o faz sentido&#8221;, rea\u00e7\u00e3o absolutamente normal quando tentamos prever o futuro, ainda mais quando o assunto \u00e9 Internet. <\/p>\n<p>Apesar da ressalva, ele acredita que 2003 ser\u00e1 o ano dos blogs, caso a ferramenta seja usado de forma regular e com algum valor para os usu\u00e1rios em geral &#8211; ir al\u00e9m do &#8220;what I ate for breakfast this morning&#8221;, como ele define. E vai al\u00e9m:<\/p>\n<p><i>Best-Case Scenario: Smart bloggers get their due, become famous, and can get paid for what they do. Media companies get it, and start assigning blogs as real jobs and not just extra-curricular activities.<\/p>\n<p>Worst-Case Scenario: Eminem starts a blog. His mother starts a counter-blog.<\/i><\/p>\n<p>Esque\u00e7a o Eminem e atenha-se ao primeiro caso: sim, Mark Glaser acredita que, dependendo do conte\u00fado, o blogueiro poderia at\u00e9 cobrar por ele! Mas \u00e9 cedo para pular da cadeira: aqui estamos nos referindo a uma realidade norte-americana, onde a explora\u00e7\u00e3o do potencial da Internet est\u00e1 alguns bons passos a nossa frente.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 mesmo? Esse <a href=\"http:\/\/www.paidcontent.org\/stories\/blogmna.html\"><b>outro artigo<\/b><\/a>, assinado por Rafat Ali do paidcontent.org, cita alguns blogs bem espec\u00edficos, que segundo o texto, podem ser uma oportunidade lucrativa para sites especializados buscarem audi\u00eancia e, com isso, conseguir visibilidade e algum retorno.<\/p>\n<p>Pessoalmente, acredito que ainda estamos longe do dia em que pagaremos por algum conte\u00fado. Mas acho que 2003 promete uma sequ\u00eancia de id\u00e9ias criativas, aproveitando ao m\u00e1ximo a capacidade da Internet. At\u00e9 mesmo usando blogs.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nunca se falou tanto em blogs quanto em 2002, tanto que o fen\u00f4meno provocou uma avassaladora inclus\u00e3o de novos endere\u00e7os .blogger, .blogspot ou .weblogger. 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