{"id":1024,"date":"2005-04-11T21:23:27","date_gmt":"2005-04-12T00:23:27","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/como-assim-irritacao-de-spam-diminui"},"modified":"2005-04-11T21:23:27","modified_gmt":"2005-04-12T00:23:27","slug":"como-assim-irritacao-de-spam-diminui","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/como-assim-irritacao-de-spam-diminui\/","title":{"rendered":"Como assim &#8220;irrita\u00e7\u00e3o de spam diminui&#8221;?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/plantao.jpg\" align=\"right\">Sabe aquele tipo de manchete baseada em dados que normalmente causa distor\u00e7\u00f5es estranhas de acordo com a interpreta\u00e7\u00e3o? Aquela hist\u00f3ria: se a taxa de desemprego caiu, isso n\u00e3o quer dizer que ningu\u00e9m se preocupa mais com isso.<\/p>\n<p>Tive a mesma sensa\u00e7\u00e3o ao ler a not\u00edcia do IDG Now nesta segunda: <a href=\"http:\/\/idgnow.uol.com.br\/AdPortalv5\/InternetInterna.aspx?GUID=EDF7BDB6-A6A0-4871-B66C-24BFEC72540B&amp;ChannelID=2000012\" target=\"_blank\"><b>spam cresce, mas irrita\u00e7\u00e3o do internauta diminui<\/b><\/a>.  A Folha Online tamb\u00e9m publicou, com o mesmo conceito: <a href=\"http:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha\/informatica\/ult124u18297.shtml\" target=\"_blank\"><b>internautas est\u00e3o mais tolerantes com spams, diz pesquisa <\/b><\/a>. Conclus\u00e3o bastante discut\u00edvel baseada em uma pesquisa do Pew Internet &amp; American Life Project.<\/p>\n<p>Segundo eles, os norte-americanos receberam mais spams em rela\u00e7\u00e3o a 2004, em compensa\u00e7\u00e3o todos os n\u00fameros referentes a insatisfa\u00e7\u00e3o ca\u00edram. Ou seja, irritam menos. Praticamente uma apologia ao conformismo &#8211; como admite Deborah Fallows, respons\u00e1vel pelo estudo, ou ainda um est\u00edmulo a pr\u00e1tica do e-mail n\u00e3o solicitado.<\/p>\n<p>Uma an\u00e1lise mais detalhada, no entanto, mostra os tais n\u00fameros reduzidos: 53% dos usu\u00e1rios dizem que os e-mails ficaram menos confi\u00e1veis; 22% reduziram o uso do e-mail por conta disso; por fim, 67% dizem que os spams tornaram a Internet desagrad\u00e1vel! A irrita\u00e7\u00e3o pode ter diminu\u00eddo, mas convenhamos: caiu o suficiente para virar manchete?<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria conclui ainda que, de junho de 2003 a janeiro de 2005, a postura dos norte-americanios diante das mensagens indesejadas n\u00e3o mudou. Praticamente o mesmo volume de entrevistados ouviram falar no tema, compram produtos oferecidos por spams ou protegem seus dados na web. Por essas e outras, essa ind\u00fastria nefasta segue firme e forte. Como diria Maguila, &#8220;enquanto isso o povo s\u00f3 \u00f3&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>Em tempo: <a href=\"http:\/\/www.pewinternet.org\/PPF\/r\/155\/report_display.asp\" target=\"_blank\"><b>no link original<\/b><\/a>, d\u00e1 pra pin\u00e7ar a conclus\u00e3o mais realista: &#8220;more than half of all internet users complain that spam is a big problem&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sabe aquele tipo de manchete baseada em dados que normalmente causa distor\u00e7\u00f5es estranhas de acordo com a interpreta\u00e7\u00e3o? Aquela hist\u00f3ria: se a taxa de desemprego caiu, isso n\u00e3o quer dizer que ningu\u00e9m se preocupa mais com isso. Tive a mesma sensa\u00e7\u00e3o ao ler a not\u00edcia do IDG Now nesta segunda: spam cresce, mas irrita\u00e7\u00e3o do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-1024","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-plantao-marmota"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1024","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1024"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1024\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1024"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1024"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1024"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}