{"id":1017,"date":"2005-03-14T18:18:58","date_gmt":"2005-03-14T21:18:58","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/a-piada-dos-cinco-tomates-via-msn"},"modified":"2005-03-14T18:18:58","modified_gmt":"2005-03-14T21:18:58","slug":"a-piada-dos-cinco-tomates-via-msn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/a-piada-dos-cinco-tomates-via-msn\/","title":{"rendered":"A piada dos cinco tomates via MSN"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/pedra.gif\" align=\"right\">Tenho uma teoria absolutamente infundada e de origem absurdamente irrelevante: a piada mais engra\u00e7ada do Universo \u00e9 a dos cinco tomates. Ao menos toda vez que usei dessa baboseira para animar algum ser tristonho, funcionou.<\/p>\n<p>Normalmente, a piada dos cinco tomates aparece do nada &#8211; em Barcelona, fiz a performance num portunhol digno de Luxemburgo. A pr\u00f3pria insist\u00eancia em resgat\u00e1-la faz com que a hist\u00f3ria se desgaste, perdendo sua for\u00e7a. Ainda assim, acumulo casos e casos em que a piada dos cinco tomates salvou o dia. Em uma das \u00faltimas, usei apenas texto, numa tentativa desesperada de fazer uma grande amiga sorrir.<\/p>\n<p><b>Amiga triste<\/b>: Estou triste&#8230; Muito triste&#8230; \ud83d\ude41<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Quer que eu te conte uma piada? \ud83d\ude1b<br \/>\n<b>Amiga triste<\/b>: Quero!<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Conhece a piada dos cinco tomates?<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: (Sabe que eu nunca tentei contar a piada dos tomates pelo MSN)<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: (Deve ficar uma merda)<br \/>\n<b>Amiga triste<\/b>: Conhe\u00e7o n\u00e3o&#8230;<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Ent\u00e3o \u00e9 o seguinte:<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Para voc\u00ea entender o que acontece com os cinco tomates, precisa conhecer a hist\u00f3ria dos dois tomates.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Por alguma raz\u00e3o desconhecida, os dois tomatinhos desejavam atravessar a rua.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: No meio do trajeto, um deles conversa com o outro:<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: &#8211; Olha o carro!<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: &#8211; Onde? &#8211; diz o outro<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: (E assim termina a hist\u00f3ria dos dois tomates)<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: (Devo dizer que, pessoalmente, fica melhor)<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Agora, a dos cinco tomates.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Eram dois tomates completamente normais.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Dois tomates surdos-mudos.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: E um meio bobo.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Os cinco, pela mesma raz\u00e3o dos outros dois, foram atravessar a mesma rua.<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: &#8211; Olha o carro!<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: &#8211; Onde?<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: &#8211; Daaaaaaaa!!!<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: # PLOFT ! #<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: (E ent\u00e3o?)<br \/>\n<b>Amiga triste<\/b>: HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA!!!<br \/>\n<b>Amiga triste<\/b>: HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA!!!!!!<br \/>\n<b>Amiga triste<\/b>: Eu gostei!!!<br \/>\n<b>Marmota<\/b>: Hehehehe! Que bom!<br \/>\n<b>Amiga triste<\/b>: De verdade!!! Obrigada!!!<\/p>\n<p><b>Marmota<\/b>: Aeeeee! Acabei de contar a piada dos cinco tomates para uma amiga tristonha via MSN! E acredite: ela gostou!!!<br \/>\n<b>Outra amiga<\/b>: Claro que gostou. Mo\u00e7as gostam de homens que as deixem felizes.<\/p>\n<p>E eu, uma pedra: minha semana, que j\u00e1 vem desde o final de fevereiro, n\u00e3o \u00e9 das melhores. Por gentileza, conte uma boa piada. Ou traga uma boa not\u00edcia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tenho uma teoria absolutamente infundada e de origem absurdamente irrelevante: a piada mais engra\u00e7ada do Universo \u00e9 a dos cinco tomates. Ao menos toda vez que usei dessa baboseira para animar algum ser tristonho, funcionou. Normalmente, a piada dos cinco tomates aparece do nada &#8211; em Barcelona, fiz a performance num portunhol digno de Luxemburgo. 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