{"id":101,"date":"2007-11-14T23:47:48","date_gmt":"2007-11-15T02:47:48","guid":{"rendered":"http:\/\/marmota.org\/blog\/praticamente-completando-o-perfil-do-autor"},"modified":"2007-11-14T23:47:48","modified_gmt":"2007-11-15T02:47:48","slug":"praticamente-completando-o-perfil-do-autor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marmota.org\/blog\/praticamente-completando-o-perfil-do-autor\/","title":{"rendered":"Praticamente completando o &#8220;perfil do autor&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/marmota.org\/blog\/secoes\/alo.gif\" align=\"right\" \/>Bem ali, num cantinho do menu, tem um link apontando para <a href=\"http:\/\/marmota.org\/quem\" target=\"_blank\"><b>&#8220;quem \u00e9 Marmota&#8221;<\/b><\/a>. Nem todo mundo encontra, haja vista o volume de e-mails contendo amea\u00e7as como &#8220;quem voc\u00ea pensa que \u00e9 para fazer\/falar uma coisa dessas?&#8221;. Se clicassem ali, certamente encontrariam alguma resposta.<\/p>\n<p>Infelizmente, meu breve perfil reflete o descaso das \u00e1reas no dom\u00ednio pr\u00f3prio, e n\u00e3o passa por grandes atualiza\u00e7\u00f5es h\u00e1 um bom tempo. Depois que eu finalmente participar da solene inaugura\u00e7\u00e3o do Clube dos Procrastinadores An\u00f4nimos, pretendo incluir ali uma esp\u00e9cie de &#8220;faq do Marmota&#8221;, com perguntas e respostas corriqueiras sobre uma por\u00e7\u00e3o de temas. Ainda que pare\u00e7a uma tremenda grosseria, \u00e9 uma forma r\u00e1pida e f\u00e1cil de atender aos tr\u00eas ou quatro question\u00e1rios repetidos  que surgem vez ou outra &#8211; se bem que, a gra\u00e7a da vida \u00e9 responder a uma mesma pergunta de maneira distinta a cada momento&#8230;<\/p>\n<p>Mas enfim. Enquanto n\u00e3o fa\u00e7o isso, aproveito este come\u00e7o pregui\u00e7oso de feriado para atender ao pedido da <a href=\"http:\/\/www.velocidade.org\/2007\/11\/06\/meu-primeiro-meme\" target=\"_blank\"><b>B\u00e1rbara<\/b><\/a>. Entusiasmada com &#8220;seu primeiro meme&#8221;, ela me convidou para responder ao question\u00e1rio chupinh&#8230; ops, sugerido pelo precoce <a href=\"http:\/\/1001gatos.org\/perfil-ibrahim-cesar\" target=\"_blank\" title=\"Tem quase 20 anos e j\u00e1 \u00e9 REVERENDO!!!\"><b>Ibrahim Cesar<\/b><\/a> a partir <a href=\"http:\/\/www.variety.com\/article\/VR1117974614.html?categoryid=2031&amp;cs=1&amp;nid=2562\" target=\"_blank\"><b>desta entrevista<\/b><\/a> de Tobin Bell para a Variety. Obrigado, B\u00e1rbara!<\/p>\n<p><tt>\u00daltimo livro comprado<\/tt><br \/>\nFoi no aeroporto de Guarulhos, a caminho do BarCamp Rio esses dias: <a href=\"http:\/\/www.teledramaturgia.com.br\/almanaque.htm\" target=\"_blank\"><b>Almanaque da Telenovela Brasileira<\/b><\/a>, do Nilson Xavier. N\u00e3o sei como eu consegui passar a minha vida sem esse guia de refer\u00eancia fundamental.<\/p>\n<p><tt>Estou lendo agora<\/tt><br \/>\nEstou terminando de ler <a href=\"http:\/\/www.naozero.com.br\/node\/10\" target=\"_blank\"><b>&#8220;Conectado<\/b><\/a> &#8211; o que a Internet fez com voc\u00ea e o que voc\u00ea pode fazer com ela&#8221;, de um dos meus \u00eddolos, o Juliano Spyer. Os primeiros cap\u00edtulos apresentam conceitos relativamente conhecidos para quem trabalha no ambiente virtual. Mas tamb\u00e9m apresentam defini\u00e7\u00f5es que preenchem lacunas fundamentais para quem quer entender a din\u00e2mica das redes sociais. Deixei para ler no feriado, com a mente aberta, a parte final, com exemplos de comunidades, quest\u00f5es diversas e desafios para o futuro. O <a href=\"http:\/\/webinsider.uol.com.br\/index.php\/2007\/09\/05\/conectado\" target=\"_blank\"><b>Vicente Tardin<\/b><\/a> e o <a href=\"http:\/\/desta.ca\/pratica\/2007\/09\/04\/conectado-de-juliano-spyer\" target=\"_blank\"><b>Gilberto Jr<\/b><\/a> tamb\u00e9m comentam o livro.<\/p>\n<p><tt>N\u00famero de livros que eu tenho<\/tt><br \/>\nUns cinco. S\u00f3 na cabeceira da minha cama. Se contar estantes, prateleiras, sof\u00e1s, mesas, arm\u00e1rios, banheiros e afins, d\u00e1 muito mais. Se um dia eu tiver que sair de casa e levar todos eles para um outro canto, vai ser o apocalipse.<\/p>\n<p><tt>Tr\u00eas livros que significam muito pra mim<\/tt><br \/>\nDif\u00edcil atribuir a apenas tr\u00eas livros algum significado que transcenda o significado de uma exist\u00eancia. Alguns que surgem na mem\u00f3ria agora: meu antigo &#8220;Manual da Reda\u00e7\u00e3o da Folha&#8221;, que folheei esses dias, praticamente confirmou minha escolha profissional; &#8220;Alta Fidelidade&#8221; , do Nick Hornby, que s\u00f3 tive a chance de ler enquanto viajava por Buenos Aires e Montevid\u00e9u, em 2006; finalmente, &#8220;Sala de Reda\u00e7\u00e3o&#8221;, do Jos\u00e9 Coiro e Cl\u00e9ber Grabauska, conta a hist\u00f3ria de uma das mais tradicionais &#8220;mesas-redondas&#8221; do Rio Grande do Sul &#8211; e \u00e9 fonte de inspira\u00e7\u00e3o para o meu projeto intermin\u00e1vel de podcast&#8230;<\/p>\n<p><tt>\u00daltimos filmes que eu vi<\/tt><br \/>\nNo cinema, &#8220;Tropa de Elite&#8221;, como outros milh\u00f5es de brasileiros. Em casa, &#8220;Motoqueiro Fantasma&#8221;, com o cara de tacho do Nicholas Cage e a indescrit\u00edvel Eva Mendes.<\/p>\n<p><tt>Filmes que significam muito pra mim<\/tt><br \/>\nDe Volta Para o Futuro, como <a href=\"http:\/\/www.interney.net\/blogs\/marmota\/2007\/03\/20\/sobre_de_volta_para_o_futuro\" target=\"_blank\"><b>j\u00e1 escrevi antes<\/b><\/a>.<\/p>\n<p><tt>\u00daltimo CD que eu comprei<\/tt><br \/>\nFoi esses dias, num passeio pela Rua Augusta: encontrei a incr\u00edvel trilha de Kill Bill a um precinho bem camarada.<\/p>\n<p><tt>Tr\u00eas m\u00fasicas que significam muito pra mim<\/tt><br \/>\nNossa, a trilha sonora da minha vida deve ter uns 500Gb ocupados&#8230; Mas enfim. As tr\u00eas mais tocadas no playlist atual: Baba O&#8217;Riley, do The Who; Sobre o Tempo, do Nenhum de N\u00f3s; e Rolam as pedras, do Kiko Zambianchi.<\/p>\n<p><tt>Bebida favorita<\/tt><br \/>\n\u00c1gua, e todos os seus derivados. Se bem que, de uns anos pra c\u00e1, tenho exagerado na Coca-Cola&#8230;<\/p>\n<p><tt>Entidade favorita<\/tt><br \/>\nEntidade? Como assim? Segundo a <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Entidade\" target=\"_blank\"><b>Wikipedia<\/b><\/a>, o termo &#8220;entidade&#8221; pode ser: um conceito de filosofia; um ser sobrenatural no candombl\u00e9, no espiritismo e na umbanda; um conceito de inform\u00e1tica e computa\u00e7\u00e3o; um princ\u00edpio cont\u00e1bil de escritura\u00e7\u00e3o. Tem ainda aquela que forma o chav\u00e3o &#8220;entidade sem fins lucrativos&#8221;&#8230; Puxa vida, n\u00e3o tenho nenhuma entidade favorita. Ser\u00e1 que eu tenho cura?<\/p>\n<p><tt>F\u00e9rias favoritas<\/tt><br \/>\nAs pr\u00f3ximas, que sempre renovam aquela sensa\u00e7\u00e3o indescrit\u00edvel das anteriores.<\/p>\n<p><tt>V\u00edcio favorito<\/tt><br \/>\nEsse tal MSN (maldito sugador de neur\u00f4nios)&#8230;<\/p>\n<p>Como de praxe, n\u00e3o vou passar a corrente para ningu\u00e9m. Agora, se voc\u00ea ficou interessado(a) em seguir com a brincadeira, avise seu nome e endere\u00e7o que eu registro seu link por aqui o quanto antes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bem ali, num cantinho do menu, tem um link apontando para &#8220;quem \u00e9 Marmota&#8221;. Nem todo mundo encontra, haja vista o volume de e-mails contendo amea\u00e7as como &#8220;quem voc\u00ea pensa que \u00e9 para fazer\/falar uma coisa dessas?&#8221;. Se clicassem ali, certamente encontrariam alguma resposta. Infelizmente, meu breve perfil reflete o descaso das \u00e1reas no dom\u00ednio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-101","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-alo-marmota"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=101"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=101"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=101"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marmota.org\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=101"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}