abril 15, 2013

Agir como um vendedor, mas sem os clichês!

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Recebi há alguns dias um e-mail muito interessante sobre vendedores, uma área de atuação que admiro bastante. Digo isso pois não tenho o mesmo estômago desses profissionais, normalmente afiados em seu discurso e ágeis em seu trabalho de prospecção – até porque, normalmente, quem lida com vendas tem na comissão uma espécie de “acelerador de desempenho”…

Mas enfim, o texto é de Carlos Cruz, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas e atuante na formação profissional de vendedores e gestores do setor. No artigo, chama a atenção o termo “vendedores clichês”, isto é, um tipo de vendedor que convence o cliente pela conversa fiada. Para Cruz, não faz mais sentido.

Quais são os clichês? Alguns perfis levantados pelo profissional são bem conhecidos, especialmente por quem costuma ser alvo: o “bom de papo”, que fala demais se torna chato e cansativo; o “folheto falante”, que limita-se a decorar o portifólio e tentam adivinhar as necessidades dos clientes; o “rei dos clichês”, que demonstra falta de conteúdo e provoca desconfiança; o “insistente”, que ultrapassa os limites do profissional persistente.

Então o que funciona? Para Carlos Cruz, vários fatores contribuem para um profissional fechar contratos: “capacidade investigativa, boa argumentação, credibilidade, rapidez no atendimento, um serviço ou produto de qualidade e uma equipe de vendas preparada. O mercado está muito mais exigente e o cliente não se ilude com frases prontas. Não basta dizer que seu produto é melhor que o da concorrência, é preciso dizer quais são os benefícios e entender o mercado em que atua”, argumenta.

Você trabalha como vendedor? Como é seu discurso de venda? O que acha destas definições?

abril 8, 2013

Criar aplicativos para o Firefox OS

Um dos textos mais procurados nesse espaço revelam uma tendência irreversível: estamos a cada dia mais conectados aos nossos telefones celulares, inteligentes ou não. Nesse sentido, não faltam futuros desenvolvedores com ideias geniais para novos projetos e aplicações úteis. Muitos dos nossos visitantes contam exatamente essa história: “tenho certeza de que minha ideia será um sucesso, só preciso saber como fazer um!”. Seguramente, essa é a parte mais difícil.

Já dissemos aqui, em textos anteriores, que parte da estratégia está em escolher uma filosofia, isto é, um sistema operacional diferente: tanto o IOS da Apple quanto o Android do Google (sem esquecer o Windows Phone da Microsoft) possuem suas características, suas vantagens, seus obstáculos – mas nos dois casos, atendem a públicos bastante específicos. Outra saída é desenvover uma web app, usando HTML5, JavaScript e outros códigos facilmente compreensíveis para qualquer dispositivo com um browser(navegador). Agora, se você não tiver pressa, espere só mais um pouquinho.

Vai vir um novo OS? Sim! A Fundação Mozilla, a mesma que desenvolve o navegador Firefox, está prestes a lançar o Firefox OS. Os primeiros aparelhos dotados deste novo sistema deverão chegar ao Brasil neste mês de maio. Vai ser baseado no Linux, mas em parte de sua arquitetura, acima do kernel, todas as suas aplicações e interfaces gráficas serão baseadas em HTML, CSS e JavaScript.

Vou ter que aprender outra coisa? Veja que coisa bacana: como a plataforma é baseada em código aberto e apresenta um diferencial extraordinário (), Isso quer dizer o seguinte: qualquer um que desejar um aplicativo para os celulares baseados no Firefox OS só precisa entender HTML5 e JavaScript! Claro que ainda se trata de uma aposta, e é bem provável que, quando chegar nas lojas, os primeiros modelos parecerão defasados em relação aos sistemas mais populares e consolidados.

De qualquer forma, fique de olho: se os preços forem competitivos como prometido, será uma alternativa muito bacana para iniciantes pensarem em suas novas aplicações!

abril 1, 2013

Prestar consultoria em informática para empresas

Uma pesquisa recente do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) aponta que até 2015 a indústria brasileira vai precisar de 7,2 milhões de técnicos em 177 ocupações diferentes – e um dos mais procurados estão ligados ao setor de informática. Faz todo sentido: um dos grandes problemas de qualquer empresa é a implantação e manutenção de infra-estrutura tecnológica.

Não é barato manter uma equipe de TI a disposição, ainda que corporações maiores mantenham suas equipes – muitas vezes verdadeiros heróis diante das demandas, reclamações e limitações do dia a dia. Para empresas de pequeno e médio porte, a saída muitas vezes é terceirizar o setor de suporte. Em qualquer das situações, não é fácil encontrar gente especializada – e este pode ser um excelente caminho.

Quem é esse consultor? – O profissional que atua com infra-estrutura tecnológica é um especialista em sua área preferida dentro do amplo espectro envolvendo hardware e software. Por essa razão, nem todos conseguem acompanhar mudanças e atualizações. O mais difícil, no entanto, é o relacionamento com o cliente: nesse sentido, além do conhecimento técnico, a comunicação clara e objetiva com quem normalmente não entende o que acontece, dentro de um prazo e envolvimento adequados, é fundamental.

Como atuar nesse mercado? – Estudantes na área de engenharia e informática que se idenificam com esse perfil podem conquistar com facilidade uma vaga em grandes empresas do ramo. Há outras que atuam como prestadoras de serviço para múltiplos clientes. Nesse caso, o futuro promissor pode estar ligado tanto a um emprego nestas empresas quanto abrindo uma franquia para oferecer estes serviços – o que rende algum investimento inicial, muito trabalho e ofensas, mas seguramente um excelente negócio.

E então, conhece alguma franquia interessante nesse mercado? Compartilhe aqui sua experiência!

março 14, 2013

Aprender a criar aplicativos em uma escola

“Gostaria de criar um aplicativo para telefone celular… Procurei em todo lugar e não vi nenhum parecido, e comentando com amigos eles adoraram a idéia. Como vocês podem me ajudar?” Não faltam perguntas nesse sentido perdidas neste espaço, e isso denota uma procura muito pesada por profissionais e amadores interessadas em entender mais este mercado.

Diante desse cenário, quem poderia dizer aos interessados como agir da melhor forma? Uma escola para construir aplicativos. Aliás, se alguém souber o caminho das pedras e puder colaborar com quem deseja entender um pouco mais e conquistar seu espaço nessa seara digital, por que não dividir seus conhecimentos em aulas – e ganhar com isso?

Cursos para se inspirar – Uma busca na rede revela uma empresa que se apresenta como pioneira em treinamento e cursos práticos para a área de desenvolvimento mobile. É o Instituto de Artes Interativas – o Iai?, em São Paulo. Em seu site, a explicação é bastante otimista: além de cursos presenciais e on-line sobre lógica de programação, sistemas operacionais móveis e outras linguagens populares, o Iai? oferece ainda disciplinas ligadas a criatividade, como estudos de design, usabilidade e interfaces.

Outras áreas de atuação – O mais interessante no modelo de negócios do Iai? é que os responsáveis não se limitam a cursos. Eles também prestam consultoria a empresas interessadas em desenvolver projetos inovadores nesta área. Entre as soluções, eles podem atuar desde a criação e elaboração de estratégias de produto até a arquitetura e a produção de sistemas. Pessoalmente, não conheço nenhuma outra empresa que atua nesse mercado dessa forma.

Para encerrarmos, um link interessante do Iai?: boas ideias, tempo para pré-produção, programação e design: estes são os ingredientes que fazem um aplicativo dar certo.

janeiro 14, 2013

Mudar de vida em 48h com uma vidência?

Recebi há pouco o seguinte e-mail. “Você sonha ganhar milhões, mover montanhas, realizar seus sonhos mais absurdos? Este potencial mora em você! Mas o problema é que você não sabe o que fazer para acordá-lo, não é? Enquanto que eu, EU SEI o que você deveria fazer para virar outra pessoa em 48 horas, uma pessoa totalmente diferente que consegue tudo, com Sorte e vontade! Dê uma olhada na minha proposta de CONTATO VISIONÁRIO!”

Quem assina esse contato tentador (rá!) é um tal Vidente Tupak. Texto parecido era compartilhado, há alguns meses, por uma tal Vidente Tara. Ambos com um discurso igual: vidência especial, garantia de felicidade, dinheiro na conta em três meses… Tudo grátis! Então um pobre coitado de boa fé, preocupado e com dívidas, clica na mensagem, entra na roda de e-mails e, após algum tempo, uma longa e estranha mensagem pedindo um pagamento via boleto bancário ou cartão de crédito.

Mas… É roubada? – Lógico! Mesmo que fosse um vidente de verdade, qualquer pessoa bem intencionada jamais usaria uma sequência de parágrafos persuasivos, como em todas as armadilhas da Internet, para escrever o que qualquer um gostaria de ler e abusar da inocência de alguém. Nos anos 1940, o psicólogo psicólogo B. R. Forer elaborou um texto que reforça a esperança, nossos desejos, busca por sentido e afago na vaidade. Nosso cérebro processa o que agrada e desconsidera o que não interessa. É tudo o que os “adivinhadores da Internet” usam para te convencer que são videntes – e isso funciona com qualquer um.

Não posso mudar minha vida? – Claro que pode. Defina um ou mais objetivos, trabalhe por eles com determinação e lute diante dos obstáculos da vida. Com um pouco de sorte e ações positivas, tudo é possível. Não é preciso ser vidente para saber disso, não? Melhor que qualquer vidência gratuita.

Recebeu algum e-mail do tipo? Não deixe de avisar quem mandou: é pegadinha.

janeiro 2, 2013

Fraudar a Mega Sena da Virada

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Uma imagem, capturada de uma comunidade do Orkut, fez algum barulho nesta virada de ano. Um usuário postou a seguinte declaração: “Eu não deveria estar falando isso aqui. Mas meu tio é um dos diretores responsáveis pela “Mega da Virada”. Ele me afirmou que, neste ano, o ganhador vai ser da cidade de Aparecida de Goiânia. Podem printar”. Sensacional: o rapaz simplesmente “chutou” uma cidade, num fórum (ainda) popular do sistema decadente, e fez barulho!

Lógico que o papo do “diretor da Mega Sena direcionar o resultado” é uma tremenda cascata. Mas é incrível como teve gente que, sem questinar, passou a informação para frente, questionando a lisura do sorteio e apontando o dedo para a Caixa Econômica Federal – que, oficialmente, garante que seus processos são totalmente controlados e fiscalizados por órgãos governamentais e externos.

Por que duvidar? A CEF é a única instituição brasileira autorizada a explorar sorteios, loterias, entre outras promoções. Qualquer uma delas – inclusive realizadas por outras empresas – precisam de um certificado de autorização da Caixa. Se houvesse alguma possibilidade de fraude, esquema ou qualquer forma de manipular as loterias (ainda que muita gente acredite nisso), a midia já não teria feito algum barulho nestes últimos… Digamos… Cinquenta anos?

Mas… Por que acreditar? Vez ou outra a imprensa explora histórias como a do já falecido deputado João Alves, que em um depoimento alegara “bilhetes premiados de loteria” para explicar seu enriquecimento fácil. Há alguns anos, a Folha de S. Paulo publicou denúnciaenvolvendo 200 pessoas, que ganharam mais de nove mil vezes em loterias entre 1996 e 2002. Apesar de investigações realizadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras, a história esfriou.

Enfim, se você souber de algum esquema para ganhar dinheiro fácil com a Mega Sena, avise – mas saiba que qualquer história vai parecer tão inverossímil quanto as chances de se ganhar uma bolada com uma apostinha única.

dezembro 12, 2012

Fazer análises combinatórias de loterias

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Tenho um tio que, durante minha infância, insistia num assunto: eu devia presenteeá-lo com algum livro ou publicação que pudesse oferecer estatísticas completas dos números da loteria – naquela época, basicamente a Loto, atual Quina. Eram tempos sem Internet, softwares populares, entre outros recursos facilmente encontrados pelo Google.

Se o mesmo pedido fosse feito hoje, tanto meu tio quanto outro interessado ficaria fascinado com a quantidade de informação que a rede oferece. Além de planilhas com todos os resultados dos concursos, disponíveis no próprio site da Caixa, fóruns e grupos de pesquisa debruçam sobre a matemática, desvendando mistérios por trás de probabilidades e análises combinatórias.

Softwares e conceitos – Uma busca por sites especializados irá desenvolver o conceito de fechamentos e desdobramentos, parametrizados a partir de quatro variáveis: seleção de dezenas, tamanho do grupo, a garantia de acertos em um grupo e a condição (números sorteados). É um pouco complexo, mas não faltam tutoriais – além de um software para os iniciados, o Cologa. Apostar por meio desta técnica, desde que se compreenda, parece mais interessante.

Isso garante algo? – Se estiver entusiasmado com as possibilidades em investigar concursos passados, elaborar filtros, listas, escolhas de dezenas mais ou menos frequentes, entre outras análises, reproduzo um parágrafo do manual do Cologa, escrito pelo autor do software, Guy Novaes: “se você comparar resultados passados para escolher os números ou filtrando possibilidades segundo seu ponto de vista, isso não representa nada. Essa é mais uma escolha aleatória, assim como um sorteio feito pelo computador”.

A questão é: softwares certamente lhe darão mais chances de acertar combinações, mas eles não garantem nada. A sorte, como no slogan, permanece lançada para todos.

outubro 1, 2012

Fabricar sua própria coca-cola

“E se eu soubesse a fórmula da Coca-Cola, fizesse uma fabriqueta na garagem e faturasse uma graninha?”. Parece idiotice – e, no fundo, é. A receita original, patenteada em 1893 em Atlanta, está guardada a sete chaves num cofre em Atlanta, no museu da empresa. Mais do que isso: mesmo com equipamentos adequados, capazes de reconhecer os componentes de qualquer solução, alguns destes podem ser difíceis de identificar com exatidão – o que seria, por exemplo, “essência de limão”?

Um estudo publicado pela revista Mundo Estranho, qualquer um que desejar se aventurar na missão vai ter que desembolsar alguns milhões de dólares, a fundo perdido, para criar um clone da Coca-Cola. Mesmo que você conheça a fórmula, há um outro detalhe bobo: se fizer exatamente igual, terá que enfrentar a Coca-Cola na Justiça em um potencial processo contra pirataria…

O que eu preciso saber? – Um texto apócrifo, que circula pela Internet há anos (assinado por um cidadão que “trabalhou para produzir o Guaraná Golly”) revela uma infinidade de estratégias duras (e que fazem sentido) sobre a produção industrial de bebidas. A parte que não dá para desconfiar é a que trata dos requisitos: “aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor”. Com qualquer fórmula na mão, é interessante saber dessas coisas.

Mas não tem alternativa? – Lógico que tem. O mundo seria horrível se só existisse a Coca-Cola no mundo. Felizmente, há uma infinidade deliciosa e refrescante de refrigerantes, tubaínas, sodas, entre outras opções. O mais divertido é perceber que, com alguns conhecimentos, é possível criar o seu próprio refrigerante – como o proposto por
Cory Doctorow, entusiasta do código aberto, há pouco mais de dez anos, ao lançar a OpenCola: uma receita livre e que pode ser modificada à vontade.

Assim, a ideia da fabriqueta na garagem ganha nova força, desde que haja alguma criatividade. Pra quê Coca-Cola, se posso ser diferente?

setembro 30, 2012

Roubada: método para conseguir senhas

Uma das coisas divertidas de se manter este espaço, mesmo sem atualizações frequentes, são os comentários – muitos deles rendem novos textos, especialmente denunciando jeitos moleques de se tapear alguém. Um deles (procure por iguais circulando por aí) apresenta-se como o resulltado de uma implementação tecnológica, criada por um engenheiro do grupo UOL, apontando falhas de segurança (até aí, náo há novidade) e explicando um esquema mirabolante e totalmente sem sentido.

Resumidamente, explica que é possível ativar um sistema por meio de um e-mail do Hotmail, já que UOL e Hotmail mantém uma parceria (???), permitindo a um potencial usuário aproveitar esta brecha hacker: basta enviar para o servidor linhas de código que, segundo a cascata, “acabam gerando um bug e após confirmar umas informações lhe retorna os últimos cinco cartões de crédito de clientes ativos”.

Onde está a roubada? – Parece tentador encontrar números e senhas de cartões pela Internet e gastar pra valer. Lógico, isso se você for um ladrão metido a besta. A sacanagem, similar a qualquer conto do vigário dos mais antigos, está em uma informação ingênua que deve ser digitada no tal e-mail hacker: em meio a supostas chaves de segurança, tempo de retorno e um “fechamento para apagar as informações do servidor” (um inócuo #end#-theende_number###), é preciso enviar informações de um cartão válido, nome como grafado, bandeira, validade, CPF…

Todo cuidado é pouco – Ora, será mesmo que algum mané acha mesmo que, enviando dados completos para um e-mail do Hotmail (praticamente impossível de identificar o usuário final), algum idiota vai mesmo acreditar que terá senhas de cartão e que estará, dessa forma, hackeando informações de um servidor? Em um universo onde criminosos buscam formas audaciosas de obter estes dados (como instalar vírus em computadores onde leitores são conectados), esse tipo de golpe parece idota.

Só parece. Mas isso escancara uma dura realidade: é muito simples explorar nossa ignorância. Abra o olho.

agosto 8, 2012

Separar o home do office

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Há um tempo, escrevi sobre as alegrias de se trabalhar em casa, bem como a ilusão simples de “ganhar dinheiro na Internet” com pouco esforço. Obviamente, se alguém te oferecer remuneração para ficar no sofá com o computador ligado, desconfie sempre – talvez esta seja a mensagem mais recorrente deste espaço.

No entanto, se estiver disposto a usar parte de tempo no lar para faturar, há uma dica difícil de ser cumprida, mas primordial: “home office” não quer dizer misturar casa com escritório. É preciso deixar claro, especialmente no seu próprio ambiente, qual a diferença.

Apresentação é tudo – Tanto no “mundo real” quanto no “virtual”, mantenha a imagem e seriedade do seu trabalho. Tenha seu próprio website, preferencialmente com um domínio próprio – isso mostra um profissionalismo distinto daqueles que apresentam seu portfolio digital num blog gratuito. Em casa, escolha um canto tranquilo e estabeleça ali sua base. Não se preocupe com a decoração ou o preço dos móveis: é preciso se sentir trabalhando!

Invista em você mesmo – Já que está com algum tempo disponível, organize-se: use parte do seu dia para dar conta das tarefas propostas, mas use a outra para seu aperfeiçoamento. Leia livros, faça cursos on-line, mantenha bons contatos e estabeleça relacionamentos consistentes… Enfim, não suma de seus potenciais clientes.

Você trabalha em casa? Quais são suas maiores dificuldades? Compartilhe conosco!